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Sexta-feira, 2 de Julho de 2010
Fundo de Seed Capital para software e internet... na Rússia



Um exemplo que vem da Rússia:


« Runa Capital, a new Russia-based venture capital fund, has been launched. It will offer about €24 million in seed funding to software and Internet companies. The VC has been set up by experienced businessmen Serguei Beloussov, chairman of Parallels and Acronis, and Alexander Galitsky, founder of Almaz Capital Partners.


The fund will invest in sectors such as cloud computing, machine learning, virtualization, mobile and Internet applications. Runa Capital aims to provide capital, expertise and strategic leverage to help talented Russian tech teams. The fund’s investments will also be supported by Runapark business incubator. »

in Tornado Insider newsletter, 1/07/2010



publicado por Francisco Banha às 12:53
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Quinta-feira, 17 de Setembro de 2009
Business Angels irlandeses investem €6 milhões em early stage

Tenho mencionado aqui no blog a nova oportunidade que se coloca aos Business Angels Portugueses de se candidatarem ao Programa COMPETE para a criação de novos Fundos de Co-Investimento com a parceria do Estado Português.

Deixo o exemplo irlandês de um grupo de Business Angels que criou um novo fundo de 6 milhões de euros para apoiar 20 novas empresas em fase early stage:


 

« The Halo Business Angels Network (HBAN), a new all-island initiative to link early stage entrepreneurs looking for funding with potential angel investors, has today been launched, with ambitious plans to increase the level of funding for new and growing businesses in Ireland.


Led by InterTradeIreland and Enterprise Ireland, HBAN plans to act as "the angel network with a VC approach" by offering guidance to businesses seeking access to expansion funds and to investors looking for pre-screened opportunities. It will also work in partnership with existing angel networks.


HBAN has plans to generate almost €6 million in new angel investment in its first two years of operation and will create 10 new angel investment syndicates. The new investment raised will be used to back up to 20 early stage enterprises. HBAN is calling on angel investors and investment syndicates to come forward, both to support small businesses and the wider economy.»

in SiliconRepublic.com, 17/09/08



publicado por Francisco Banha às 15:31
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Quarta-feira, 12 de Agosto de 2009
Capital de Risco: "No passa...nada!!!"



Em 2000, quando escrevi o livro "Capital de Risco os tempos estao a mudar" introduzi o tema da importância da criação de um verdadeiro Ecossistema Empreendedor que permitisse, num futuro próximo, ao nosso País, dar o salto qualitativo necessário à sua convergência real com os países mais evoluídos da UE

 

Este facto não deve ser entendido como presunção, mas apenas serve para referir que os temas do Capital de Risco e da Inovação há muitos anos que são discutidos a nível universitário, político e social, mas sem que sejam assumidos, verdadeiramente, pelos lideres do nosso país.

 

A comprovar esta evidência, a actividade de Capital de Risco (CR), nos últimos três anos, de acordo com as estatísticas divulgadas pela APCRI, tem menosprezado o financiamento de novos projectos, especialmente os que se encontram na fase de arranque (seed capital). 

 

De facto, apenas um projecto foi financiado, em 2007, nenhum, em 2008, e, no primeiro trimestre de 2009, igual performance se verificou

 

Deduz-se, assim, que os estágios iniciais têm sido os parentes pobres da actividade de financiamento dos projectos empresariais parecendo, este facto, tanto mais absurdo quanto as suas necessidades sao claras e a sua importância decisiva para a revitalização da nossa economia. 

 

Todos compreendemos que os operadores de CR tendem a abster-se de investirem em projectos iniciais de forte conteúdo tecnológico ou de novos conceitos, devido aos riscos serem altos e o período de investimento ser relativamente longo. 

 

Porém a Indústria de CR também é compromisso de longo prazo e partilha de riscos pelo que deverá, necessariamente, ter como uma das suas mais importantes responsabilidades proporcionar condições para que os empreendedores portugueses (jovens ou não) possam levar a cabo os seus projectos, uma vez que é do mais alto interesse nacional a criação de novas empresas. 

 

 

Contudo, o silêncio com que este assunto tem sido tratado provoca-me o máximo de inquietação uma vez que se não conseguimos ter condições para investir em empresas inovadoras, nem preparação para assumir os correspondentes riscos, então, dificilmente, poderemos ter esperança de voltar a ver Portugal a desempenhar um papel predominante na economia global. 

 

 

Se assim for, ser um empreendedor que conseguiu criar uma start-up, em Portugal, continuará a ser um anátema, ou seja sinónimo de que ninguém se interessa por ele, lhe reconhece importância e proporciona contactos. 

 

 

A criação de um Acordo "Seed Capital", no seio da Indústria de CR nacional, que encoraje e mobilize os seus membros a investir em projectos que ainda não possuem historial e em que a perspectiva do mercado é, muita das vezes, virtualmente desconhecida, torna-se crucial para conseguir que, a curto prazo,a inovação "descole", do nível em que se encontra, contribuindo assim para novos sucessos comerciais. 

 

 

Paralelamente a este Acordo, teremos de conseguir motivar pessoas com funções empreendedoras e de gestao corporativa e, se possível, com Capital para que assumam, com verdadeira Paixão, os benefícios associados à existência de uma Cultura Empreendedora, a nível local e regional, e que ajudem a implementá-la com a determinação, persistência e criatividade com que, ao longo dos anos, desenvolveram as suas actividades empresariais. 

 

Concluo, dizendo que o Capital de Risco, na sua dimensão, disponibilidade e visibilidade, bem pode ser considerado o “espelho” de um país, pelo que, se nada fizermos nesta actividade, rapidamente continuaremos a ser identificados como sendo provenientes de um país chamado Portugal... 

 

-----------


O Capital de Risco nacional continua, de acordo com as estatisticas disponibilizadas pela APCRI, a não ter o papel que dele se espera na nossa Economia. Continuam a ser confrangedores os numeros registados nas fases seed e start-up e nesse sentido proponho  um Acordo "Seed Capital" entre todos os Operadores de Capital de Risco por forma a criarem-se condiçöes, a curto prazo, para ajudar a ultrapassar tal situação.

Gostava de ter a sua opinião sobre o presente assunto e se possivel que medidas sugeria que fossem reflectidas no citado Acordo

 



publicado por Francisco Banha às 02:29
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Terça-feira, 30 de Junho de 2009
Iniciativa Elevator Pitch - Projectos na fase de Capital Semente e Private Equity

Convém ter presente que qualquer processo de angariação de capital de risco, esteja ele numa fase de necessidade de capital semente quer de private equity, caracteriza-se por ser operações “one - shot” ou seja ou convencemos os nossos interlocutores à primeira ou dificilmente o empreendedor terá uma segunda oportunidade. Nesse sentido é óbvio que se estivermos perante empreendedores que irão procurar obter o seu primeiro investidor numa sessão de Elevator Pitch teremos de ter em consideração os seguintes aspectos:

a) Maturidade da ideia

Não havendo histórico de vendas, é importante sobretudo demonstrar a potencialidade do negócio, não deixando sobre telhados de vidro aspectos que ainda não tenham sido bem planeados como canais de venda, investimentos necessários, acordos de compra, situações de risco, etc. Esta é a melhor forma para que não fique no pensamento dos investidores que os empreendedores ainda não se dedicaram a um ou outro aspecto que se possam revelar determinantes.

b) Disponibilidade para a recepção do investimento

O projecto deverá encontrar-se numa fase que permita, a curto prazo (1-6 meses), proceder ao investimento. O “timming” é importante dado que é no presente que o investidor avalia a capacidade do seu fundo ou fortuna pessoal, sendo descabido apresentar um projecto que esteja em vias de se concretizar apenas após um ano ou mais, período durante o qual podem surgir outros projectos que representem maior interesse para o investidor.

c) Enfoque na perspectiva financeira.

Deve ser deixado bem claro ao nível do produto/ serviço, qual é o mercado a que se destina e porque os clientes o comprarão, qual o modelo de negócio a adoptar, o investimento necessário e a sua relação com o negócio, a credibilidade da equipa - o que os promotores já conseguiram alcançar anteriormente - e a viabilidade económica do mesmo. Para além disto, não pode faltar também algo que os empreendedores por vezes ignoram: rentabilidade esperada (TIR), período de recuperação do capital, a que se destina - em concreto - o capital do investidor, quanto tempo durará o dinheiro e cenários futuros para a saída do investidor, dado que este investe sempre numa perspectiva de médio prazo (3 a 5 anos), sendo assim necessário como recuperará este a sua participação (ex.: venda a outros investidores, a empresas do sector, recompra pelos sócios, etc.)

No que diz respeito ao perfil dos investidores presentes tem de se ter o máximo cuidado para não os defraudar com apresentação de projectos que não se encontrem nas suas estratégias de investimento.

Por exemplo não seria minimamente viável reunir um grupo de gestores de fundos de private equity para lhes apresentar uma série de empreendedores que procurem capital inicial (seed ou start-up) nem reunir investidores do sector das energias para lhes apresentar um conjunto de projectos de biotecnologia.
 



publicado por Francisco Banha às 11:38
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Sexta-feira, 19 de Dezembro de 2008
Resultados do EASY Project



O EASY Project - Early Stage Investors for High Growth Business, iniciativa que teve a Gesventure como parceiro nacional, vai encerrar no final do corrente ano, após o prolongamente extraordinário de 5 meses.

 

Esta iniciativa procurou aproximar investidores de seed capital (business angels e fundos de capital de risco) a empreendedores oriundos de toda a Europa com o objectivo de realizar investimentos cross-border (investidor e empreendedor com origem em países diferentes).

 

Ficam algumas estatísticas e o link para a newsletter nº 8:

 

 

  • 17 Partners in from 11 member states
  •  

  • 7 investment events in Helsinki (Finland), Lisbon (Portugal), Milan (Italy), Barcelona (Spain), London (UK), Prague (Czech Republic), Sophia Antipolis(France)
  • 2 summits in Ljubljana, Slovenia and London, UK
  •  

     

  • Over 1,000 investors who saw over 140 companies pitch and met dozens of companies that took investment stands alongside the EASY event
  • 14 investment rounds closed with an estimated €16million of funds raised, with more to follow
  • Investor toolkits used by investors and investor syndicates through the member states
  • Sponsors and contributors to the events included Oracle, Microsoft and many local agencies, angel networks and others.
  •  

     



    publicado por Francisco Banha às 17:16
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    Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2008
    Capital de Risco Universitário

     

     

    Tem-se vindo a reconhecer, gradualmente, a necessidade de fomentar e melhorar em Portugal o binómio Universidade/Empresa, tendo em conta o grande fosso ainda existente entre o conhecimento cientifico que as Universidades geram e a transformação desse mesmo conhecimento em oportunidades imediatas para se comercializar novos produtos e serviços capazes de alcançar diferenciação no mercado.

     

    No entanto, apesar de há muito se encontrar traçado o “diagnóstico” o certo é que a “terapêutica” continua por iniciar. Isto porque, inexplicavelmente, continuam por criar mecanismos financeiros que permitam operacionalizar esse cruzamento de interesses entre o mundo das empresas e as Universidades, tendo em conta que algures no meio haverá um encontro feliz, a bem da competitividade a longo prazo das empresas e da Economia.

    E o mecanismo financeiro que se afigura mais idóneo para transformar I&D produzido pelas Universidades em Inovação empresarial será a criação de Fundos Universitários “Seed Capital”, com o envolvimento concertado do Estado, Universidades, SCR, FCR, Business Angels, Incubadoras, Parques Tecnológicos e outras entidades privadas, através dos quais sejam canalizadas para as Universidades verbas e conhecimento empresarial que permitam converter o fluxo fértil de ideias e inovações em novos negócios, criando, assim, condições para diminuir o efeito “vale da morte” a que se encontram sujeitas muitas inovações promissoras mas que nunca chegam a alcançar o mercado.

    E esta realidade já há muito se encontra perfilhada por outros países. Inglaterra representa um excelente exemplo, na medida em que, desde 1998 -  data em que foi criado o 1º University Challenge Competition, com uma verba inicial de 64 milhões de Euros, 37 Universidades envolvidas e 81 investimentos efectuados – tem utilizado o capital de risco no financiamento de projectos universitários com aplicabilidade empresarial como o demonstram os investimentos efectuados na Solexa (adquirida pela Ilumina Inc (NASDAQ: ILMN)), Smart Holograms, Daniolabs, Bluegnome, Genapta, CellCentric, Lumora e a Psynova. 

    Outro exemplo clarificador do processo de ligação da comunidade financeira e empresarial às Universidades, foi dado pelo Estado de Oregon, nos EUA, o qual, em 2007, criou a figura do “University Venture Development Fund”, constituído por cada uma das 8 Universidades a actuar ao nível das áreas da Ciência e Investigação, com uma dotação total de $14 milhões, repartida por cada uma delas de acordo com o seu respectivo grau de envolvimento. Esta iniciativa, foi lançada através de um Programa de Incentivos Fiscais aplicável a pessoas singulares e empresas decididas a apoiar iniciativas universitárias de I&D, tendo em vista a criação de comunidades dinâmicas capazes de transformar as descobertas de hoje nos negócios de amanhã. Também as parcerias, Governo – Universidade – Indústria – estabelecidas no âmbito do referido Fundo focalizaram-se nas iniciativas de investigação, educação empreendedora e transferência de tecnologia, tendo em vista assegurar a transposição das melhores ideias geradas nas Universidades para o mercado, a bem da Economia e do bem estar Social.

     

    Os exemplos citados, aos quais se poderiam somar tantos outros, como os “Cambridge Enterprise Seed Funds”, mostram que não basta reconhecer, tal como tem vindo a ocorrer sistematicamente no nosso país, o importante papel que as Universidades podem desempenhar no desenvolvimento sustentado da Inovação empresarial, pois mais importante do que isso é possibilitar, sem mais demoras, o acesso directo das Universidades a fundos de capital semente com vista à criação de empresas inteligentes resultantes das inovações disruptivas detectadas no seio universitário. Para tal, dos responsáveis políticos espera-se uma nova visão capaz de reconhecer que os activos valiosos que as nossas Universidades representam são determinantes para o crescimento das nossas Indústrias de Inovação, e bem assim, que a criação de Fundos de Capital de Risco Universitários podem abrir a porta a ideias de vanguarda, novas tecnologias e oportunidades sem fim para o futuro de todos nós.

    Francisco Banha

    Vice-Presidente do Fórum para a Competitividade

     

    publicado no Diário Económico de 24/01/08



    publicado por Francisco Banha às 15:25
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    Sexta-feira, 23 de Novembro de 2007
    Capital Semente em Portugal?
    Partilho aqui com todos um artigo que escrevi sobre o capital semente (seed capital) em Portugal:
    O Conselho de Ministros Europeus da Competitividade, a realizar este mês de Novembro, apreciará uma importante proposta de princípios orientadores de política europeia no domínio do financiamento das PME, consubstanciada na Declaração do Estoril. Trata-se de um momento favorável à reflexão atenta sobre o mercado de “Venture Capital” português, o qual durante o 1º semestre de 2007 voltou a registar resultados incompreensivelmente adversos no investimento em projectos “seed capital”, quebrando o bom ritmo que se vinha verificando desde 2004.
    Efectivamente, e contrariando a actual tendência europeia, em que somente o investimento em fase “seed capital” duplicou para € 198 milhões, a actividade de capital de risco em Portugal, durante o período em referência, não assinalou um único investimento em “seed capital”, contrariando por completo as politicas governamentais lançadas durante os últimos dois anos, emblematicamente reveladas no Programa FINICIA, cujo mérito conceptual já é sobejamente reconhecido.
    Isto assente, não é difícil concluir que a referida ausência de investimento começa no próprio sector que não conseguiu ainda resolver aquela que é uma das principais causas do seu atraso estrutural: a ausência de execução. E porque começa aí, é também por aí que deve começar uma mudança que passe necessariamente por dar execução a um conjunto de acções e actividades – a que já me habituei por apelidar de “acções âncora” – aptas a potenciar o financiamento em projectos em fase inicial de desenvolvimento.
    Refiro-me, desde logo, ao lançamento de uma forte campanha de divulgação dos mecanismos de apoio financeiro que se encontram actualmente ao alcance dos empreendedores bem como das vantagens associadas ao financiamento via capital de risco (vidé os excelentes resultados obtidos ao nível da Garantia Mútua em consequência da forte campanha de comunicação por esta realizada); à criação de um Concurso Nacional de Planos de Negócios, devidamente orçamentado (em França, esta iniciativa conta com € 30 milhões) e de abrangência a toda a comunidade de empreendedores portugueses; à criação de Fundos de Capital de Risco Universitários,com o envolvimentonão somente do meio universitário mas também de Business Angels, Private Equity, Corporate Ventures, etc; ao lançamento de um Plano Nacional de Incubadoras e de Parques Tecnológicos, tendo em conta a sua elevada apetência para a melhoria da performance de negócio das empresas e aceleração do seu desenvolvimento; à implementação de uma estratégia sustentada de crescimento das Corporate Ventures a nível nacional, baseada numa politica de investimentos em projectos portadores de inovações tecnológicas comercialmente atraentes; à adopção por parte dos Organismos do Estado de mecanismos favoráveis à adjudicação de serviços a start-ups (nos EUAforam adjudicados às start-ups serviços correspondentes a mais de 23% do total dos seus orçamentos); à potenciação da actuação dos Business Angels, através da implementação de um enquadramento fiscal favorável ( EUA, Reino Unido e França, permitem deduzir à matéria colectável entre 20% a 25% dos investimentos realizados em projectos “early stage”) e da criação de mecanismos de apoio à dinamização regional dos clubes de Business Angels; à participação dos fundos “private equity” noutros fundos de menor dimensão (ex: adquirindo unidades de participação de fundos de Capital de Risco universitários) e, finalmente, a mudança de atitude por parte dos gestores das SCR perante os projectos em fase “early stage”, que se deseja muito mais distanciada de uma postura típica da Banca de Investimentos e mais orientada para uma lógica assente no potencial de valorização que a oportunidade única, identificada por empreendedores qualificados, poderá assumir no mercado.
    A execução efectiva do conjunto de “acções âncora” atrás referidas, impõe-se como alternativa eficaz para, não só repor, mas sobretudo ampliar no mercado de “Venture Capital” português, o tão indispensável financiamento “seed capital”, no âmbito do qual o esforço das várias entidades a actuar neste sector é igualmente imprescindível.
     
    Francisco Banha
    Presidente da GESVENTURE
     
    fbanha@gesbanha.pt
     
    www.gesventure.pt


    publicado por Francisco Banha às 12:37
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