A marca nacional Myeko foi considerada a Melhor marca de nicho nos Beauty Challenger Awards, que decorreram em Paris durante a feira Cosmeting Beyond Beauty. A marca foi desenvolvida pela Snord, agência responsável pelo naming, branding, conceito, conteúdos de comunicação, segmentação e packaging de produtos. Entre o painel do júri estavam os principais armazéns da Europa e Estados Unidos, entre eles a Printemps, as Galerias Lafayette, a Sephora ou a Whole Foods.
FONTE: Meios & Publicidade
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O blog da IP Solutions produziu um artigo muito interessante sobre a influência do Sistema de Normalização Contabilística que entrou em vigor no início do ano sobre os Activos Intangíveis como as Patentes, Marcas e Direitos de Autor:
«O ano de 2010 começa em Portugal com a entrada em vigor do Sistema de Normalização Contabilística que vem substituir o POC.
Este prevê desde logo a categoria de Activos Intangíveis, sejam de titularidade originária própria ou adquirida.
Ou seja, falamos aqui de actividades que tenham na sua base, ou como parte da mesma, a aquisição e Transferência de Conhecimento (falaremos sobre isto brevemente).
Porém, o seu reconhecimento passa a ser apenas possível se gerarem benefícios económicos e o custo do activo (seja lá isso o que for no entendimento do SNC) puder ser mensurado com fiabilidade.
Isto vai originar desde já dois efeitos:
1. O aumento de Activos Intangíveis presentes nas contas das empresas, mas, simultaneamente,
2. Denunciar o conjunto de Activos Comatosos que muitas empresas ainda hoje dispõem.
Activo Comatoso é aquele que estando na titularidade de um entidade (singular ou colectiva), carece de utilização.
Muitas das vezes é o próprio titular que não permite que o Activo seja utilizado, mantendo assim um coma induzido, impedindo que terceiros mais capacitados possam valorizar o Activo e criar/obter novos rendimentos a partir do mesmo.
O aparecimento em relatórios de um conjunto de Activos Comatosos, seja a nível de Patentes, Marcas, Desenhos, e, onde são mais frequentes, Direitos de Autor, pode ser benéfico para o mercado e para as próprias empresas.
Aliás, poderá estimular o mercado em época de crise, promovendo auditorias para conhecimento dos portfolios de Activos (económico-jurídicas), desbloqueando caminhos e possibilitando que novos actores entrem em campo.
Assim, uma auditoria de Propriedade Intelectual deve ser realizada com os objectivos de promover o alinhamento dos Activos com os objectivos da Empresa, e, é aconselhável que sejam igualmente elaborados planos de utilização estratégica relativos à Propriedade Intelectual.
Muito provavelmente o que poderá acontecer é um efeito de bolha.
Ou seja, por fantasias contabilísticas, podem começar a ser avaliados e incluídos um conjunto de Activos de modo “deseducado” e falacioso, que podem falsamente iludir o mercado relativamente ao valor das empresas.
Isto é grave no que respeita a três géneros de Activos:
Patentes, Marcas e Direitos de Autor.»
[artigo completo]
Costuma-se dizer que os exemplos devem vir do topo: o Líder deve ser o primeiro a dar o exemplo na sua organização, nas suas atitudes, no seu comportamento, na sua energia, no seu envolvimento.
A forma como o Líder comunica é fundamental para um clima organizacional positivo, receptivo e aprendente. A comunicação eficaz do Líder está longe de ser um processo fácil. Deixo, porém, algumas dicas advindas da minha experiência:
• O Líder deve focalizar as suas preocupações em dois/ três problemas de cada vez para não correr o risco de “perder o norte” ou “não cumprir promessas”;
• O Líder deve trabalhar de forma cooperante, com uma mensagem como “O meu trabalho não é dizer o que vocês devem fazer, mas sim trabalhar convosco e descobrirmos, em conjunto, o que fazer”; o Líder deve ser directo e objectivo sempre que comunica;
• O Líder deverá ter disposição para assumir erros e aprender com os mesmos;
• O Líder deve saber ouvir, de forma humilde e aberta, evitando ser arrogante e orgulhoso.
Em suma, penso que a comunicação do Líder deve conseguir criar uma ponte entre o que os clientes esperam da empresa e o que os seus colaboradores realizam dentro da mesma. A marca da Liderança deve coincidir com a marca da empresa.
(Excerto adaptado da minha intervenção no Fórum “Liderazo Directivo: desarrollo de equipos y organizaciones- Qué liderazgo necessitamos?”, organizado pelo ITAE, prestigiada Escola de Negócios de Espanha, no passado dia 11 de Novembro)
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