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Quinta-feira, 21 de Abril de 2011
Financiamento - Um oásis no deserto

 

 

 Partilho a entrevista que dei no passado dia 1/04 à jornalista Carla Canivete, do Jornal de Negócios, da qual resultou o   artigo que vos apresento. Aproveito esta ocasião para agradecer à Carla Canivete a sua amabilidade e atenção.

 

 “Francisco Banha, presidente da Federação Nacional de Associações de Business Angels, defende o papel relevante do capital de risco na recuperação da economia portuguesa. "Se a solução não vem da banca, por que não vir das próprias pessoas?"

 

Segundo o empresário, os fundos disponíveis para investimento em empresas que se encontram em fase inicial tem vindo a aumentar de forma significativa e quer as sociedades de capital de risco, quer os "business angels" podem agora constituir uma alternativa ao tradicional financiamento bancário.

 

No entanto, Francisco Banha alerta que esta opção não é para todos. Até porque, diz, "os projectos, por si só, valem muito pouco. Têm de vir acompanhados por um empreendedor que encaixe no negócio e com competências para vir a ser um empresário de sucesso". Dito isto, há bastante capital disponível e os investidores de risco estão interessados em empresas que tenham "um papel a desempenhar na nossa sociedade de amanhã".

 

Olhando para o futuro, Francisco Banha acredita que as empresas vão definir-se segundo duas categorias: as que se conseguem reinventar e fazer face à crise e as que vão perecer. Para vencer a crise, é preciso que as empresas façam um esforço de avaliação e percebam "se estão a vender aquilo de que o mercado está à procura, para se alinharem com o consumidor". Reinventar, investir, fundir, exportar, são algumas das palavras-chave que devem estar na lista de afazeres de cada empresa.”

 

Continue a leitura do artigo em http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=480559

 

Leia a totalidade da minha entrevista aqui.



publicado por Francisco Banha às 16:53
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Terça-feira, 25 de Maio de 2010
Entrevista à revista Invest

Empreendedor: a decisão-chave de... Francisco Banha

« Mais do que empresário é um dos impulsionadores dos “anjos de negócio”. Descubra o que move o homem que quer fazer uma fundação para ajudar jovens empreendedores


Tinha 23 anos quando criou a sua primeira empresa – a Gesbanha – para dar enquadramento a uma forma diferente de fazer contabilidade. E não esquece que, para o fazer, teve o apoio e entusiasmo de António Mourato, o patrão que viu nele a centelha do empreendedorismo. Estávamos em 1986 e o jovem Francisco Banha recebeu um empurrão determinante daquele que ainda hoje considera o seu “pai empresarial”.

 

Talvez esse tenha sido o instante determinante para que hoje seja ele um dos principais impulsionadores do País no que toca ao apoio de jovens com iniciativa empresarial. Essa dedicação fez com que fundasse no ano 2000 o primeiro Business Angel Club em Portugal – um conceito quase desconhecido por cá. A evolução deste modelo muito deve à iniciativa do próprio Francisco Banha.

 

Numa entrevista exclusiva à INVEST partilha a história e os momentos críticos do empresário, na primeira pessoa. E admite que ainda faltam dois sonhos. Um é conseguir apoiar e acompanhar uma empresa desde a fase de criação do projecto até à sua entrada no mercado bolsista. O outro, de grande envergadura, é poder vir a criar a fundação Francisco Banha, que servirá para apoiar jovens com menores recursos para que estes possam, através do empreendedorismo, atingir a sua independência, seja criando o seu próprio emprego, seja preparando-os para o mercado de trabalho.»

 

Entrevista completa em Invest 25/5/2010



publicado por Francisco Banha às 23:52
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Discurso de Boas Vindas

 

Senhor Vice-Presidente da Câmara Municipal de Oeiras,

Senhores Oradores convidados,

Caros Investidores e Empreendedores presentes,

Minhas senhoras e meus senhores,

 

Gostaria de agradecer, em primeiro lugar, a todos os que quiseram honrar-nos com a sua presença nesta 10ª Edição do VCIT, em especial a quem, ano após ano, ao longo desta última década, faz questão de acompanhar e de participar activamente neste fórum que reúne sempre grandes expectativas, abre novos horizontes e apela a um diálogo exigente e critico sobre o Empreendedorismo e a Indústria de Capital de Risco Nacional, mas sobretudo um diálogo com linha de saída.

 

Começo por endereçar uma palavra de apreço e agradecimento à Câmara Municipal de Oeiras, na pessoa do seu Vice-Presidente Dr. Paulo Vistas, a quem agradeço por nos ter dado a honra de efectuar a Abertura deste Evento, bem como pela sua boa diligência na disponibilização deste Auditório Principal do Taguspark, e acima de tudo, pelo notável contributo que esta Câmara tem vindo a evidenciar na criação, em Portugal, de um Ecossistema Empreendedor.

 

Temos noção de que é hoje fundamental o papel dos Municípios na criação de novas empresas, na atracção de investimento, na geração de emprego - de melhor emprego - e na promoção de qualidade de vida das populações locais. Sabemos, pois, que o poder local é uma peça chave no desenvolvimento e na modernização de um país. E o Município de Oeiras bem tem sabido demonstrá-lo.

 

Saúdo, igualmente, o IAPMEI, e em particular o seu Presidente, Dr. Luís Filipe Costa, a quem agradeço, mais uma vez publicamente, todo o apoio manifestado ao associar-se, mais este ano, à Gesventure para, conjuntamente com o Gestor do Programa COMPETE, efectuar a Abertura deste 10º VCIT, e bem assim pelo apoio institucional concedido que se afigurou fundamental para a realização desta Edição.

 

Não poderei deixar de sublinhar, a este propósito, a grande visão e determinação do Senhor Presidente do IAPMEI, Dr. Luís Filipe Costa, em mobilizar esforços de apoio efectivo ao Empreendedorismo, implementando medidas de estímulo de que os Empreendedores e a Comunidade de Business Angels tanto necessitam e, mais do que isso, fazendo para que, no terreno, as mesmas se operacionalizem.

 

Um agradecimento também muito especial ao Gestor do Programa COMPETE, Dr. Nelson de Souza, pelo apoio institucional atribuído a esta 10ª edição do VCIT, e sobretudo por se ter disponibilizado a falar neste VCIT sobre o papel do Programa COMPETE, no financiamento das start-ups, e pelo seu exemplar envolvimento no processo de criação do Fundo de Co-Investimento com Business Angels.

 

Uma palavra também de muito apreço para a SOCIEDADE PORTUGUESA DE GARANTIA MÚTUA, na pessoa do seu Administrador, Dr. António Gaspar, a quem deixo o meu manifesto agradecimento pelas várias participações que tem tido nas iniciativas desenvolvidas pela Gesventure ao longo dos últimos anos, e também pelo apoio institucional concedido para a realização deste Evento.

 

Agradeço, igualmente, à PME INVESTIMENTOS, na pessoa do seu Administrador, Engº Carlos Castro, com quem temos tido o privilégio de poder contar há já alguns anos na qualidade de patrocinador de referência deste VCIT.

 

Uma palavra também de muito apreço para a AICEP Capital Global, na pessoa do seu Administrador, Dr. António Jorge Costa, pelo constante apoio institucional concedido na realização dos Eventos promovidos pela Gesventure.

 

Saúdo a Caixa Capital, na pessoa do seu CEO Dr. Alfredo Antas Teles, a quem deixo o meu manifesto agradecimento pela pronta disponibilidade evidenciada em associar-se como orador desta iniciativa e também pelo apoio institucional concedido na realização deste Evento.

 

Saúdo também os nossos parceiros, a ABREU ADVOGADOS e a APCRI, por mais uma vez terem feito questão de se associarem à Gesventure nesta iniciativa.

 

Finalizo os meus agradecimentos com uma saudação muito especial à Agência Municipal DNA Cascais, e em especial ao seu Presidente, Dr. Carlos Carreiras, graças ao qual o Concelho de Cascais beneficia hoje de uma verdadeira plataforma que potencia a interacção constante entre investigação, desenvolvimento, negócios, Business Angels e Empreendedores.

 

 

 

Minhas senhoras e meus senhores,

 

Como todos bem sabemos, vivemos momentos de grave crise económica e financeira mundial, momentos que não chamam ao optimismo.

 

Um dos grandes desafios que se colocam a Portugal é conseguir fazer crescer a economia num contexto negativo. Mas este crescimento só se obtém através de novos comportamentos e de novos modelos de negócio.

 

É, pois, neste contexto de profunda crise, que tanto sentido faz apoiar soluções para o nosso país polarizadas em torno do capital humano – empresários e empreendedores, conhecimento, criatividade, especialização e inovação.

 

Para que haja crescimento económico e competitividade tem que ser apoiado o desenvolvimento de projectos empresariais com vocação global em indústrias baseadas no conhecimento e tecnologia aplicada, suportada por um universo já de referência de investigadores, cientistas, engenheiros, gestores, com elevados níveis de qualificação.

 

E, Portugal, não tem cumprido bem este seu papel. Vejamos porquê.

 

Em Portugal, o mercado de capital de risco formal continua a registar resultados adversos ao investimento em projectos “seed capital” e “start-up”, uma vez que não há praticamente registos de quaisquer investimentos realizados na fase seed capital, durante os últimos três anos.

 

Todavia, e a colmatar esta grande lacuna de investimento nas fases iniciais de vida dos projectos empresarias, em Agosto de 2009, foram lançados vários Concursos, ao abrigo do Programa COMPETE, tendo em vista o lançamento de quatro grandes Fundos de Capital de Risco de apoio ao Empreendedorismo, com a dotação global de 123 milhões de euros, ao nível das fases “pré- seed”, “early stages”, “corporate venture” e “business angels”.

 

Vejamos qual o resultado decorrente dos Concursos, tendo por base a afectação de cada FCR, por tipo de investimento, montantes e entidades seleccionadas:

 

FCR/PRE-SEED - InovCapital, ES Ventures,  Beta - 11M€

 

FCR/EARLY STAGE - ES Ventures, Novabase, InovCapital, C.Partners, ISQ/ASK, Universitas - 56M€

 

FCR/CORPORATE VENTURE - Crotocal Software, Novabase - 13M€

 

BUSINESS ANGELS - 56 Vehicle Entities (230 BA) - 43M€

 

 

Adicionalmente a estes quatro grandes Fundos de Capital de Risco de apoio ao Empreendedorismo, foi igualmente lançado o Fundo de Capital de Risco Inovação/Internacionalização, com a dotação global de 237 milhões de euros, o qual será gerido por 12 entidades de Capital de Risco.

 

Trata-se, pois, de medidas importantes que devemos exaltar, e que nos dão razões concretas para alimentar uma esperança fundamentada de que o Empreendedorismo, em Portugal, ganhará nova expressão a partir de agora.

 

Tal como o Dr. Nelson de Souza esclarecerá certamente na sua intervenção de amanhã, a operacionalização destes Fundos terá início, em princípio, no próximo mês de Junho, devendo a sua aplicação ocorrer, necessariamente, durante os próximos 3 anos.

 

Efectivamente, estas medidas são importantes, diria mesmo, são fundamentais para mudarmos o curso dos acontecimentos e contrariar a tendência adversa ao investimento dos projectos empresariais nas suas fases iniciais de vida que há pouco reflecti no quadro que apresentei. No entanto, impõe-se, em igual medida, que a implementação destes Fundos se desenvolva num cenário capaz de optimizar os resultados e os impactos positivos daí decorrentes.

 

Quero com isto dizer que o Empreendedorismo tem que ser fomentado e apoiado com coerência e responsabilidade na acção. E, é uma estratégia comum de acção que se impõe na operacionalização destes Fundos, mas também num conjunto de medidas essenciais de fortalecimento do actual ecossistema empreendedor, das quais passo a destacar as seguintes:

 

- É preciso, desde logo, que passe a existir uma monitorização trimestral do desempenho global das Sociedades de Capital de Risco com maioria accionista detida pelo Estado, numa perspectiva de transparência e de accountability, de forma a permitir conhecer os investimentos efectuados por via dos respectivos Fundos sob gestão.

 

- É, igualmente, necessário que seja realizada a monitorização trimestral dos quatro Concursos promovidos no âmbito do Programa COMPETE para o desenvolvimento da actividade de early stage, tendo como finalidade específica avaliar o nível de concretização dos objectivos definidos e do seu impacto no ecossistema empreendedor.

 

- É também indispensável que passe a existir uma descriminação positiva de aquisições de bens e serviços, por parte da Administração Pública e do Sector Empresarial do Estado, junto de start-ups, nomeadamente as que tiverem sido financiadas por capital de risco;

 

- Outra medida essencial que urge implementar traduz-se na simplificação do encerramento das start-ups financiadas por capital de risco que não conseguirem alcançar o êxito, através da criação de um serviço simplificado (ex: “insolvência na hora”);

 

- Importa, igualmente, criar o “Observatório de Start-ups” – medida que já venho a defender há vários anos - tendo em vista compreender as características que determinam o sucesso ou insucesso destas empresas durante a sua criação e desenvolvimento, e fornecer informação importante e útil não só para os empreendedores avaliarem a sua conduta, como para todos os agentes que lhes estão estreitamente ligados, nomeadamente Sociedades de Capital de Risco, Associações de Business Angels, Agências Governamentais (ex.: IAPMEI, Adi, etc.), Agências Privadas (ex.: COTEC, APCRI), Incubadoras de Empresas, Universidades, entre outros;

 

- Outra medida de importante relevância, traduz-se em levar a cabo uma forte campanha de promoção dos mecanismos de apoio financeiro que se encontram actualmente ao alcance dos empreendedores, a exemplo da forte campanha de comunicação lançada pela SPGM, que conseguiu difundir, junto da comunidade empresarial, e de forma bastante mediática, as vantagens decorrentes dos instrumentos financeiros por si disponibilizados;

 

- Por último, volto a relembrar a grande necessidade de se criar um Plano Nacional de Incubadoras e Parques Tecnológicos, que permita dinamizar e coordenar de forma centralizada as diversas Incubadoras e Parques tecnológicos actualmente dispersos pelos diversos Institutos que se encontram sob a alçada do Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento, sem qualquer sinergia nem interligação, de molde a convertê-los em verdadeiros centros geradores de negócios.

 

Veja-se, a exemplo, o que se verifica no Biocant – único parque de Ciência e Tecnologia especificamente planeado para actividades de biotecnologia e ciências da vida. Neste parque está em estudo a implementação e a gestão de uma unidade piloto de biotecnologia industrial, através da qual se visam suprir as necessidades existentes em Portugal, e mesmo na Europa, de unidades que permitam simular processos industriais, mas a uma escala piloto, de modo a validar estes processos e a testar a sua viabilidade técnica e económica a uma dimensão que já permita, com confiança, tomar decisões de investimento.

 

O investimento necessário para se avançar para esta unidade piloto é de 4,4 milhões de euros, dos quais 1,4 milhões de euros correspondem à componente financeira do COMPETE, encontrando-se já reunidos no total 3,4 milhões de euros. No entanto, o lançamento desta unidade piloto não se concretizou ainda porque se encontram em falta 1milhões de euros. Ora, perante o potencial efeito estruturante que este investimento poderá permitir, o único motivo que poderá justificar a falta de avanço desta medida é precisamente a ausência de uma estratégia de acção concertada nesta matéria.

Finalmente, é preciso que a congregar todas estas medidas que se afiguram vitais à evolução qualitativa do modelo de Empreendedorismo que temos hoje no País, passe a existir um único organismo de âmbito nacional representativo das variadíssimas entidades, programas e medidas avulsas que vão aparecendo um pouco por aqui e por ali. Daí a emergência de se criar algo que já venho a defender desde o ano de 2002 - o Ministério do Empreendedorismo - apto a implementar e a operacionalizar, à escala nacional (e não apenas local, regional ou sectorial), medidas concretas de apoio àqueles que são os responsáveis, como dizia há pouco, pelos novos modelos de negócio tão necessários ao crescimento da economia nacional.

 

E a criação deste organismo parece fazer sentido não apenas em Portugal. Esta iniciativa parece estar também inserida na agenda actual das eleições presidenciais no Brasil. Atente-se às declarações da pré-candidata à Presidência da República pelo PT, Dilma Rousseff, quando questionada sobre o anúncio do principal adversário, José Serra, em criar dois ministérios. Ela respondeu que não pretende ampliar nem reduzir a actual estrutura do governo. Mas ressaltou que estuda seriamente a possibilidade de criar o Ministério do Empreendedorismo.

 

Mas tal como comecei por referir no inicio desta minha mensagem de boas vindas, o VCIT tem servido como um espaço de reflexão e de análise critica sobre os caminhos que faltam percorrer em benefício do ecossistema empreendedor nacional. Mas é também o espaço indicado para se reconhecer e aplaudir aquilo que de mais positivo se conseguiu alcançar neste domínio.

 

E foram, sem dúvida, muito positivos os avanços registados ao nível da actividade dos Business Angels.

 

Conseguiu-se, por um lado, a aprovação por parte dos Responsáveis do Programa COMPETE,  IAPMEI,  com especial mérito do Dr Nelson de Souza e do Dr Luís Filipe Costa, e Secretaria de Estado dos Assuntos Fiscais, de um Fundo de Co-Investimento com Business Angels, no montante de 43 milhões de euros, o qual, como tivemos oportunidade de verificar no quadro atrás apresentado, irá abranger 230 Business Angels, inseridos em 56 Entidades Veículo. Concomitantemente a esta medida, foi aprovado um estímulo fiscal correspondente à dedução de 20% dos investimentos efectuados por Business Angels, até ao limite de 15% da colecta.

 

Importa agora continuar a conjugar esforços para que os Business Angels se afirmem, cada vez mais, como agentes privilegiados do Empreendedorismo, no âmbito dos novos modelos de negócio que poderão vir a alcançar sucesso perante os desafios da sociedade do conhecimento.

 

Este espaço tem servido, igualmente, para distinguir publicamente aqueles que, através do seu próprio exemplo pessoal, nos fazem acreditar que a nossa cultura contém os germes do sucesso. Em cada edição anual do VCIT, fazemos questão em atribuir os prémios Empreendedor e Intrapreneur do ano; Autarca Empreendedor e, ainda, Inovação e Internacionalização, a pessoas que se distinguiram no ano antecedente por contribuírem para o sucesso das suas Organizações e, consequentemente, para o aumento do Bem-estar da Sociedade onde se encontram inseridos. Creio que, também este ano, temos bons motivos para cumprir esta tradição de entrega de prémios, pois as pessoas que iremos distinguir são absolutamente merecedoras do nosso reconhecimento e admiração.

 

Para finalizar, permitam-me que partilhe convosco o seguinte sentimento:

 

Tenho referido, ano após ano, neste Congresso e em muitos outros eventos dedicados a esta temática em que vou participando com fervoroso entusiasmo, que o Empreendedorismo não se obtém por geração espontânea. E, por isso, repito aquilo que disse nas palavras iniciais desta mensagem: o Empreendedorismo tem que ser fomentado e apoiado com coerência e responsabilidade na acção.

 

E é acção que espero que venha a decorrer, muito em breve, da operacionalização do conjunto de medidas concretas contidas nos quatro Fundos de Capital de Risco lançados no âmbito do Programa COMPETE para a área do empreendedorismo qualificado, bem como da corporização das medidas que atrás enunciei num ambiente propício ao lançamento de oportunidades criativas de grande qualidade.

 

É com o resultado da acção que se vai percorrendo o caminho.

 

Conheço bem a dureza e os cansaços deste caminho, mas sonho e acredito, como António Gedeão, na sua Pedra Filosofal, que a concretização de tudo isto é possível de alcançar se deixarmos de nos iludir com palavras e acções incoerentes e nos concentrarmos num esforço comum de pessoas, entidades e empresas para que Portugal recupere a sua identidade de País rico em tradições e em invenções e volte a ser a oficina de empreendimentos inovadores e ambiciosos.

 

É, pois, com muita honra que declaro abertos os trabalhos deste 10º VCIT.

 

A todos, muito obrigado.

 

 

Francisco Banha

Presidente da GESVENTURE



publicado por Francisco Banha às 11:20
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Wellcome Speach @ Venture Capital IT 2010

 

 

 

25, May 2010

 

Mr. Vice-President of Oeiras’ Town Hall,

Mr. Guest Speakers,

Dear Investors and Entrepreneurs,

Ladies and Gentlemen,

 

As we all know, we live moments of a severe economic and financial world crisis, moments that do not call for optimism.

 

One of the great challenges that is put to Portugal is to make the economy grow in a negative context. But this growth can only be obtained through new behaviours and new business models.

 

So, it’s in this context of profound crisis, that makes sense to support solutions in our country polarized around human capital – businessmen and entrepreneurs, knowledge, creativity, specialization and innovation.

 

To have economic growth and competitiveness, the development of business projects with global vocation in industries based in knowledge and applied technology has to be supported, by an universe that is already a reference to researchers, scientists, engineers, managers, with high qualification levels.

 

And, Portugal, hasn’t been fulfilling his part in the right way. Let’s see why.

 

In Portugal, the formal venture capital market continues to register contrary results to the investment in seed capital and start-up projects once that there are very few registrations of investments made in seed capital in the last three years.

 

However, and overcoming this grand gap of investment in the initial stages of the life of business projects, in august 2009, several Contests were launched, under the COMPETE Program, aimed to launch four great Venture Capital Funds to support Entrepreneurship, with the global provision of 123 million euro, at the level of the stages pre-seed, early stages, corporate venture and business angels.

 

Let’s see what is the result from the Contests, based in the affectation of each VCF, by type of investments, amounts and selected entities:

 

FCR/PRE-SEED - InovCapital, ES Ventures,  Beta - 11M€

 

FCR/EARLY STAGE - ES Ventures, Novabase, InovCapital, C.Partners, ISQ/ASK, Universitas - 56M€

 

FCR/CORPORATE VENTURE - Crotocal Software, Novabase - 13M€

 

BUSINESS ANGELS - 56 Vehicle Entities (230 BA) - 43M€

 

 

Adding to these four Venture Capital Funds to support Entrepreneurship, it was also launched the Innovation/Internationalization Venture Capital Fund with a global provision of 237 million euro, which will be managed by 12 Venture Capital entities.

 

So, we should glorify the important measures that give us concrete reasons to support a founded hope that Entrepreneurship, in Portugal, will gain a new expression from now on.

 

As Dr. Nelson de Souza will certainly explain in his intervention tomorrow, the operationalization of these Funds will be started, we expect, next June, and its application will occur, necessarily, in the next three years.

 

Effectively, these measures are important, I would even say, fundamental to change the path of the events and contradict the unfavourable trend to investment in business projects in its initial stages of life that I showed early in the chart. However, it’s mandatory, in equal measure, to have development with the implementation of these Funds of a landscape able to optimize the results and positive impacts resulting from it.

 

With this I want to say that Entrepreneurship has to be fomented and supported with coherence and responsibility. And, it’s a common action strategy that is mandatory in the operationalization of these Funds, but also in a set of essential measures to strengthen the current entrepreneurial ecosystems, from which I highlight the following:

 

- It’s essential, since the beginning to have quarterly screening of the global performance of Venture Capital Companies with the shareholder majority of the State, in a perspective of transparency and accountability, in a way to allow to know the investments made by the respective Funds under management.

 

- It’s, equally, needed to have a quarterly screening of the four Contests promoted in the scope of COMPETE to the development of the early stage activity, aiming to specifically evaluate the level of concretization of the set goals and its impact in the entrepreneurial ecosystem.

 

- It’s also essential to have a positive justification of goods and services by the Public Administration and the Business Sector of the State, near start-ups, namely the ones financed by venture capital;

 

- Other essential measure it’s the simplification of the termination of start-ups financed by venture capital that weren’t successful, through the creation of a simplified service (e.g.: “immediate insolvency”);

 

- It’s equally important to create the “Start-up Observatory” – measure that I have been defending for several years – aimed to understand the features that decide the success or failure of these companies during their formation and development, and provide important and useful information not only so entrepreneurs can evaluate their conduct, as to all the agents closely connected to them, namely Venture Capital Companies, Business Angels Associations, Government Agencies (e.g.: IAPMEI, Adi, etc.), Private Agencies (e.g.: COTEC, APCRI), Incubators, Universities, and others;

 

- Another important measure, is to make a strong promotion campaign of mechanisms of financial support that currently are at the reach of entrepreneurs like the strong communication campaign launched by SPGM, that was able to divulge, near the business community, and in a very covered way, the advantages resultant of the financial tools they had available;

 

- Last, I recall the great need to create a National Plan of Incubators and Technological Parks, to allow to dynamize and coordinate, in a centralized way, the several Incubators and Tech Parks currently spread by the several Institutes go to the Ministry of Economics, Innovation and Development without any synergy or interconnection, to convert them in true business generator centres.

 

As an example let’s talk about Biocant – the only Science and Technology park specifically planed to biotech and life science’s activities. In this park there is a study to implement and manage a pilot unit in industrial biotech, through which they aim to overcome the needs of Portugal and even of Europe, of units that allow to simulate industrial processes, but in a small scale, to validate these processes and test their technical and economical visibility to a dimension that allows, with trust, to make investment decisions.

 

The needed investment to make this pilot unit is 4,4 million euro, from which 1,4 million euro is the financial component of COMPETE, and in this moment there is a total amount of 3,4 million euro. However, the launch of this unit hasn’t been done due to this 1 million euro shortage. Well, facing the potential structuring effect that this investment will allow, the only reason that can justify the lack of advancement of this measure is precisely the absence of an action strategy focused in this subject.

 

Finally, it’s necessary to gather all these measures that are essential to the qualitative evolution of the entrepreneurship model that we have today in the country in only one national organism representative of the several entities, programs and measures loose all over. So, it’s urgent to create something that I have been defending since the year 2002 – the Ministry of Entrepreneurship – able to implement and operate, at national level (and not only local, regional or sector-based), real measures of support to the responsible, as I said before, for the new business models needed to the growth of the national economy.

 

And the creation of this organism seems to make sense not only in Portugal. This initiative seems to be also inserted in the current agenda of the presidential elections in Brazil. In the declarations of the pre-candidate to the Presidency by PT, Dilma Rousseff, when questioned about the announcement of the main adversary, José Serra, to create two ministries. She answered that she doesn’t intend to increase nor decrease the current government structure. But evidenced the possibility to create the Ministry of Entrepreneurship.

 

But as I started referring in the beginning of my welcoming message, VCIT has been a space of reflection and critical analysis about the paths yet to go through to the benefit of the national entrepreneurial ecosystem. But is also the ideal space to recognize and applaud  the most positive things in this scope.

And it was, definitely, very positive the registered advances at the level of activity of Business Angels.

 

On one hand we got the approval by the responsible of Program COMPETE, IAPMEI, with special merit to Dr. Nelson de Souza and Dr. Luís Filipe Costa, and the State Secretary of Tax Affairs, of a Business Angels Co-Investment Fund, in the amount of 43 million euro, which, as we had opportunity of verifying in the chart presented, will cover 230 Business Angels, inserted in 56 Vehicle Entities. Concurrently, this measure was approved by a tax stimulation correspondent to a 20% deduction of the investments made by Business Angels, to the limitation of 15% of the assessment.

 

Now it’s important to gather efforts so that Business Angels can increasingly affirm themselves as privileged agents in entrepreneurship, in the scope of new business models that can successful face the challenges of the knowledge society.

 

This space has also been useful to distinguish publicly, through its personal example, the ones that make us believe that our culture has the sources to succeed. In each one of the annual editions of VCIT, we are proud to give the prizes Entrepreneur and Intrapreneur of the year; Entrepreneurial Autarchist and, also, Innovation and Internationalization to people that evidenced themselves in the previous year by contributing to the success of their Organizations and, consequently, to the increase of the Well-Being of the Society where they are inserted. I believe that, also this year, we have good reasons to keep this tradition of delivering prizes once that the people we will distinguish are absolutely deserving of our recognition and admiration.

 

To end, allow me to share with you the following feeling:

 

I have been referring, year after year, in this Congress and in many other events dedicated to this theme in which I participate enthusiastically, that entrepreneurship is not obtained by spontaneous generation. And, due to that, I repeat what I said in my initial words of this message: entrepreneurship has to be fomented and supported with coherence and responsibility in action.

 

And I expect action to happen very soon, in the operationalization of the set of measures of the four Venture Capital Funds launched in the scope of the Program COMPETE to the qualified entrepreneurship area in the same manner as the fulfilment of measures that I mentioned in an environment favourable to the launch of creative opportunities of great quality.

 

It’s with the result of the action that we make the path.

 

I know well the thoroughness and tiredness of this path, but I dream and believe, like António Gedeão, in his Philosophical Stone, that the realization of this all is possible to reach if we don’t deceive ourselves with incoherent words and actions and focus in a common effort of people, entities and companies so that Portugal recovers its entity of country rich in traditions and inventions and can be the workshop of innovative and ambitious enterprises.

 

So, it’s with great honour that I declare open the works of this 10th VCIT.

 

To all, thank you so much.

 

 

Francisco Banha

President of GESVENTURE



publicado por Francisco Banha às 10:37
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Segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009
Reflexão de Natal



 

Caros Amigos,
 
Os efeitos da crise prolongada que o mundo atravessa continuam a reflectir-se na vida das empresas e na vida dos cidadãos em geral. Continua a viver-se, em Portugal, uma situação financeira de elevada debilidade, com consequências que se fazem sentir nas actividades empresariais e, consequentemente, no fraco crescimento económico e no aumento do desemprego.
 
A actual conjuntura de recessão, eleva substancialmente o nível de exigência imposto pelo Mercado às empresas, sobretudo às de menor dimensão, que se vêm confrontadas com uma manifesta retracção do consumo, com uma forte pressão para redução dos seus preços, com clientes mais exigentes e com a perda de confiança generalizada nos empresários.
 
Concomitantemente, novos (e mais exigentes) desafios se colocam às empresas que lutam por se manter na linha da frente.
 
Reforçar a Qualidade e o nível de serviços, reduzir custos, reforçar a Competitividade, impulsionar a Inovação, implementar processos de Gestão Profissional que garantam competitividade, gestão do tempo e mecanismos de controlo, são exemplos bem reais daquilo em que as empresas terão de se focar se não quiserem vir a correr o risco de “cair do precipício”.
 
Torna-se, assim, muito importante estar atento e reagir aos factores externos, saber concretamente como cada organização funciona, como delineia as actividades, como utiliza recursos, como ser visto pelos clientes e qual a opinião que estes têm da relação.
 
Tenho a clara noção que é indispensável relevar, ainda mais, a focalização nas necessidades específicas dos clientes. É importante que cada organização se prepare para saber redefinir, permanentemente, as expectativas dos clientes de maneira diferenciada, se quer continuar a alcançar níveis superiores de lealdade por parte destes e a melhorar as margens do negócio.
 
Saliento a crescente importância do seguinte conjunto de conceitos que todos os colaboradores das organizações devem interiorizar e – mais do que isso – a reproduzir empenhadamente no trabalho que desenvolvem diariamente:
 
  1. Objectividade - Focar esforços, seleccionar e priorizar as acções de acordo com as efectivas necessidades dos Clientes.
 
  1. Flexibilidade – Promover uma atitude de polivalência, trabalho de equipa e adaptação às condições de trabalho quer estas sejam organizacionais quer tecnológicas quer mesmo comportamentais.
 
  1. Transparência / Confiança – Acentuar os laços de transparência, de confiança e de proximidade com clientes, shareholders e colaboradores.
 
  1. Inovação - Encontrar caminhos de inovação constantes e garantir que os desafios de hoje são a base para o crescimento futuro.
 
  1. Rapidez – Ter agilidade na adaptação à mudança e na procura constante de soluções que respondam às necessidades dos clientes cada vez mais exigentes e inconstantes.
 
E este conjunto de conceitos aplica-se, transversalmente, a todos os colaboradores, não só das empresas do Grupo Gesbanha como de inúmeras outras organizações que procuram prosperar. Refiro-me, obviamente, a actividades distintas e, por isso, de clientes com perfil igualmente distinto, mas para responder aos desafios que temos pela frente, temos todos de saber fazer um uso inteligente destes conceitos.
 
Temos pela frente um conjunto de grandes desafios que passam pela consolidação de uma cultura de Organização que aprende a adaptar-se às exigências ditadas pelo Mercado e se mostra determinada em prosseguir para patamares superiores de ambição.
 
Temos, pois, que funcionar, mais do que nunca, numa base de Aprendizagem contínua, como Organização que está atenta às necessidades dos potenciais clientes e dos clientes, adaptando permanentemente os seus papéis, as suas competências e os seus métodos de trabalho.
 
 
Temos que ter consciência que devemos assumir um novo papel no que se refere à Modernização, à Inovação e à Adaptação à mudança, com o empenho pessoal de todos, sem excepção, uns com mais responsabilidades do que outros, mas todos fazendo parte da mesma Comunidade: a Organização!
 
A todos, um Santo Natal e excelente Ano de 2010 repleto de realizações, prosperidade e amor.
 
Francisco Banha
Presidente do Grupo Gesbanha


publicado por Francisco Banha às 12:39
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Terça-feira, 22 de Setembro de 2009
A minha ideia para Portugal

Numa frase, apresentei ao Jornal I a minha ideia para Portugal. Naturalmente, a mesma só podia estar ligada ao “Empreendedorismo”:

"Criar e honrar os Empreendedores é o derradeiro segredo das economias em crescimento. É preciso que passe a existir em Portugal um Ministério do Empreendedorismo que dê expressão ao Ecossistema empreendedor nacional, a bem do desenvolvimento daqueles que serão seguramente os futuros criadores de riqueza da Economia à escala global."

Francisco Banha
Presidente do Grupo Gesbanha

In Jornal I, 21.09.2009
 



publicado por Francisco Banha às 11:27
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Terça-feira, 23 de Junho de 2009
Francisco Banha - Discurso de Abertura @ Venture Capital IT 2009

 

Discurso de Abertura - Venture Capital 2009 from Gesventure on Vimeo.



publicado por Francisco Banha às 13:19
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Segunda-feira, 4 de Maio de 2009
Ruptura e Ousadia…Precisam-se!!!

 

Apesar de lermos nos meios de comunicação social, cada vez mais textos sobre os temas do Empreendedorismo e do Capital de Risco, a verdade é que se olharmos para o que é feito e não para o que é dito, facilmente concluiremos que o nosso País não tem qualquer sentido de urgência no que diz respeito aqueles importantes vectores de suporte à mudança cultural que Portugal tanto precisa para participar activamente na Revolução do Conhecimento que está a caracterizar o dealbar do século XXI.
 
Neste contexto, urge dar aos jovens empreendedores condições de financiamento para o desenvolvimento das suas ideias através da criação de pequenas e médias empresas inovadoras que, de outra forma, dificilmente seriam apoiadas. A este nível assume particular relevo a criação de um enquadramento fiscal favorável à actividade dos Business Angels bem como a criação de Fundos de Co-investimento entre estes investidores e o Estado, uma vez que os BA ao investirem não só o seu património pessoal mas também o seu tempo, contactos e conhecimentos contribuem para que os empreendedores consigam alcançar o sucesso e consequentemente a criação de riqueza e de postos de trabalho.
 
Por sua vez os empresários e os gestores das PMEs têm de aprender que a gestão se faz com rupturas, com risco e alguma ousadia. A programação e a prudência não fazem a diferença. É necessário alguma inspiração e revelação. A execução eficiente com ordem, rotina e invariabilidade tem de ser complementada com a criatividade e a inovação apesar de estas envolverem a desordem, aleatoriedade, experimentação e fracasso. Explorar fontes de rendimento conhecidas permite às empresas viver para o curto prazo mas o sucesso a longo prazo, num mundo onde o ritmo da mudança continua a acelerar, exige capacidade de perscrutação só ao dispor dos mais criativos e inovadores.
 
Há já alguns anos que sou um entusiasta impulsivo da existência de um clima de inovação como suporte do crescimento económico uma vez que só assim acredito que os nossos empresários conseguirão prosperar nos seus negócios. Mas a questão é: Como é que nos podemos tornar melhor a criar novas ideias e inovações e, depois, começar a produzi-las ou colocá-las em funcionamento? Fracassar com inteligência pode ser a resposta, uma vez que todas as novas ideias têm uma elevada probabilidade de fracasso, mas sem tentar, os sucessos, ainda que escassos, também não serão possíveis.
 
Neste sentido a promoção do fracasso inteligente nas nossas empresas, contando que os mesmos sejam o resultado de ideias inteligentes, bem executadas e com risco controlado torna-se uma boa decisão não só para responder à crise que nos rodeia mas principalmente se queremos sobreviver à próxima tendência financeira ou de consumo.

texto publicado no Diário de Notícias (3/05/09)
por Francisco Banha, Presidente do Grupo Gesbanha e da Federação Nacional das Associações de Business Angels- FNABA


publicado por Francisco Banha às 11:18
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Quinta-feira, 9 de Novembro de 2006
Entrevista à TSF no programa "Contas de Cabeça"

Entrevista de Francisco Banha à TSF no programa "Contas de Cabeça"



publicado por Francisco Banha às 11:55
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