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Terça-feira, 21 de Dezembro de 2010
Newsletter APCRI - Estatísticas Q3 2010

Durante o terceiro trimestre de 2010, verificou-se, em Portugal, um total investido pelo sector de capital de risco de aproximadamente 10,223 milhões de euros. Um valor que representa uma quebra de 87,7% face a igual período em 2009, data em que se registou um investimento total de 83,907 milhões de euros. A actividade de capital de risco regista queda no 1º semestre do ano, em Portugal.

Consulte a newsletter aqui.

 




publicado por Francisco Banha às 16:05
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Quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010
“20 anos 20 nomes”- Jantar comemorativo da APCRI

 

Como muitos se recordarão, fui convidado como Presidente da Direcção da FNABA- Federação Nacional das Associações dos Business Angels- para o Jantar comemorativo da APCRI- Asssociação Portuguesa de Capital de Risco e Desenvolvimento, que se realizou no passado dia de 27 de Novembro no elegante Restaurante Eleven.

Estive presente neste jantar juntamente com os meus caros colegas Albino Freire, Carla Coelho e João Patrício dos Santos. Esta iniciativa da APCRI juntou as 30 empresas associadas da APCRI e as entidades portuguesas representativas e reguladoras da indústria de capital de risco, distinguindo as 20 personalidades que nos últimos 20 anos se destacaram pelo seu contributo e empenho no incremento do capital de risco em Portugal.

 

As personalidades homenageadas neste evento solene foram, entre outras, Luís Filipe Costa- “Dinamização da Actividade de Capital de Risco no Plano Regulamentar (na foto, comigo); Luís Mira Amaral (na foto, comigo))- “Reestruturação do Capital de Risco Público”;  Carlos Tavares (na foto, comigo)- “Dinamização da Actividade de Capital de Risco no Sector Privado”; Programa Finicia (José Furtado, representado pelo senhor seu pai); Câmara Municipal de Cascais (Carlos Carreiras, representado por Paulo Andrez); Micropolis (José Carlos Albuquerque e Sousa).

A FNABA recebeu, de igual modo, um distintivo pela dinamização da actividade dos business angels em Portugal.

Em nome da Direcção, órgãos sociais da FNABA e da comunidade de Business Angels, o nosso sincero agradecimento à APCRI.

 

Para mais informações sobre este evento, consulte http://www.apcri.pt/

 

 

 

 

 



publicado por Francisco Banha às 11:22
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Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009
Jantar APCRI "20 ANOS 20 NOMES" - 27 DE Novembro de 2009

Na passada Sexta-Feira a APCRI fez 20 anos e realizou um jantar comemorativo no qual teve a amabilidade de distinguir a FNABA como uma das 20 entidades que mais contribuiram para o desenvolvimento da actividade de Capital de Risco no nosso país.

Correspondendo à distinção, este é, pois, o momento propício para reflectirmos sobre quem fomos, ao longo dos últimos 20 anos de história do Capital de Risco nacional, quem somos e quais são as nossas metas.

A FNABA - nascida de uma iniciativa ambiciosa lançada pela Gesventure, há quase uma década, visou a criação de uma rede de business angels capaz de assumir um papel determinante no financiamento de projectos, nas suas fases iniciais de vida.

A FNABA representa hoje uma rede de 10 Associações e mais de 350 business angels associados, desempenhando um papel importante junto da comunidade empreendedora, com reflexos inegáveis no apoio a projectos, nas fases pré-seed, seed capital e start up.

Tal significa que esta iniciativa germinou, cresceu, ganhou dimensão nacional, e internacional, sendo hoje uma instituição reconhecida e integrante da EBAN - European Business Angel Association e da WBAA - World Business Angel Association, de que é membro fundador.

Mas esta realidade tem um passado interessante!

Quando, em 1994, comecei a dar os meus primeiros passos nas áreas do Empreendedorismo e do Capital de Risco, com a realização da minha tese de mestrado subordinada ao tema “O Impacto da Fiscalidade no Sector de Capital de Risco”, e assumi o papel de agente “evangelizador”, ao tentar aumentar a atenção da Sociedade para a importância do instrumento Capital de Risco, tinha a clara noção de que Portugal precisava de um novo Ecossistema Empreendedor. Ecossistema no qual as Start-Ups pudessem beneficiar de um ambiente mais favorável ao seu nascimento e crescimento.

Foi com essa clara noção que assumi o compromisso de prosseguir este objectivo, e, desde então, não mais parei nesta cruzada da qual relevo as seguintes etapas:

 

I - Fundei a Gesventure que tem sido, ao longo desta última década, o rosto de muitos Empreendedores, apoiando-os nas fases embrionárias dos seus projectos empresariais e prestigiando o seu papel junto dos operadores que actuam no mercado de “Venture Capital” nacional.

II - Através da Gesventure, muita informação tem sido produzida, ao longo dos últimos 10 anos, como forma de sensibilizar a Sociedade para a importância do instrumento Capital de Risco:

  • Livros publicados,
  • Realização de 20 conferências internacionais com carácter bianual,
  • Participação em inúmeros seminários realizados em Universidades, Pólos Tecnológicos e Escolas Secundárias,
  • Publicação, com carácter regular, de centenas de artigos publicados nos meios de comunicação social,
  • Elaboração de indicadores estatísticos, com periodicidade semestral, como forma de aumentar os índices de transparência deste sector, divulgar a actividade em Portugal e noutros países

III - Também, através da Gesventure, se desencadeou o processo de criação de redes de business angels, como mecanismo, por excelência, de apoio ao ecossistema empreendedor e à criação de um futuro sustentável para as microempresas portuguesas.

IV - Mais recentemente, com a constituição da FNABA, em 2007, importantes iniciativas foram desenvolvidas tendo, especialmente, em vista:

(i) Contribuir para a aplicação no enquadramento jurídico e fiscal das melhores práticas internacionais, constantes de um documento entregue à CMVM, no âmbito da discussão pública de uma proposta favorável à introdução, no ordenamento jurídico português, da figura dos Investidores em Capital de Risco e da atribuição, aos mesmos, de incentivos fiscais;

(ii) Promover a realização anual da Semana Nacional dos Business Angels, ao longo de cinco Distritos, de Norte a Sul do país, e do Arquipélago da Madeira, a par de inúmeras acções de sensibilização e “road shows”, como forma de atribuir maior expressividade à comunidade de BA nacional;

(iii) Dotar os Business Angels de instrumentos financeiros que potenciem efectivamente os seus investimentos, sendo disso um bom exemplo o recente contributo da FNABA para a criação do Fundo de Co-Investimento com Business Angel, quer na fase de concepção, quer na fase de congregação de esforços e de vontades das suas Associações federadas, tendo em vista tornar os Business Angels mais activos no investimento em projectos, em fase seed e start-up, através de uma interessante partilha de risco proporcionada por este novo instrumento.

Feita esta breve referência ao passado, é com os olhos postos no futuro que continuarei, no âmbito das múltiplas funções de interesse social que exerço - nomeadamente como Presidente da FNABA - a dar os passos, no dia-a-dia, fazendo o que deve ser feito, ao nível do fortalecimento e incentivo da nossa comunidade de Empreendedores e do desenvolvimento da actividade dos Business Angels, com a perfeita consciência de que, cada novo degrau que se vai subindo,  nos levará ao patamar de exigência e de relevância que se espera dos business angels, em Portugal, em moldes idênticos aos já consagrados noutros países.

Seja na qualidade - que muitos insistem em reconhecer-me - de “evangelizador” do Empreendedorismo e do Capital de Risco nacional, seja na qualidade de Professor dedicado ao ensino destes temas, seja na qualidade de Presidente da Federação representativa das Associações Nacionais de Business Angels, ou em qualquer outra qualidade, será sempre, com a máxima vontade e determinação, que continuarei - seguramente, durante mais vinte anos - a dar o meu melhor contributo para mobilizar o sector de capital de risco nacional, em favor dos novos modelos de negócio assentes no conhecimento intensivo, atentas as oportunidades que este tipo de investimento poderá traduzir, em termos de criação de riqueza no País que é de todos nós.

Assim o fiz no passado e assim o farei no futuro.

A finalizar, reafirmando o meu empenhamento à causa do Empreendedorismo e do Capital de Risco nacional, em meu nome pessoal, dos restantes membros da Direcção a que presido e de todas as Associações que constituem a FNABA,  reitero os agradecimentos à  APCRI, pela honrosa distinção que se dignou atribuir à FNABA, na comemoração dos seus vinte anos de existência.
 



publicado por Francisco Banha às 12:59
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Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009
20 anos de capital de risco em comemoração solene

A APCRI- Associação Portuguesa de Capital de Risco- comemora duas décadas de existência e divulgação do capital de risco em Portugal.

Com o objectivo de assinalar esta data histórica, a APCRI promove hoje, dia 27 de Novembro, no Restaurante Eleven, um jantar comemorativo sob o mote  “20 anos, 20 nomes”.

Nas palavras de Afonso Oliveira Barros (na foto), Administrador da Inter-Risco, SCR e Presidente da APCRI, este jantar para além de promover o convívio entre os associados, irá também distinguir as “20 entidades que nos últimos 20 anos contribuíram para o desenvolvimento da actividade de capital de risco em Portugal”.

A FNABA foi uma das 20 entidades seleccionadas e é com muito prazer que estarei presente nesta comemoração, juntamente com a Dra. Carla Coelho (Partner da Gesventure), com o Eng.º João Patrício dos Santos (Head of Corporate Finance da Gesventure) e o Dr. Albino Freire (ex-Presidente da APCRI e Assessor da Administração do Grupo Gesbanha).

Este jantar é um momento solene e importante para a APCRI e para todos os que fazem parte da sua história.

Saiba mais em www.apcri.pt/eventos

 



publicado por Francisco Banha às 17:24
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Terça-feira, 21 de Abril de 2009
Portugal integra top 10 europeu na envolvente legal e fiscal das SCR

Paulo Caetano
Membro da Direcção da APCRI - Associação Portuguesa de Capital de Risco e de Desenvolvimento

Segundo o estudo desenvolvido pela European Venture Capital and Private Equity (EVCA) "Benchmarking European Tax and Legal Environments", em 2008 Portugal melhorou consideravelmente a envolvente legal e...


Segundo o estudo desenvolvido pela European Venture Capital and Private Equity (EVCA) "Benchmarking European Tax and Legal Environments", em 2008 Portugal melhorou consideravelmente a envolvente legal e fiscal a que os investidores individuais, sociedades gestoras de fundos e empresas alvo de investimento estão sujeitas, ocupando actualmente a 7ª posição do ranking, acima da média europeia e integrando o top 10 do ranking europeu. Na primeira edição deste estudo, em 2003, Portugal situava-se no 12º lugar, muito abaixo da média.

Dentro dos 27 países europeus analisados, Portugal integra o segundo grupo com melhor envolvente legal e fiscal com uma classificação de 1,63, do qual fazem parte a Grécia (1,46), Espanha (1,58), Holanda (1,63) e Luxemburgo (1,65), logo depois dos países com melhores práticas - França (1,23), Irlanda (1,32), Bélgica (1,33) e Reino Unido (1,45). A nível europeu, as alterações na envolvente do sector relativamente ao ano anterior foram mínimas.

Apesar da favorabilidade da envolvente legal e fiscal apontada para Portugal, os incentivos fiscais e tributários de I&D para entidades privadas continuam abaixo daquilo que são os padrões europeus. Por exemplo, os "limited partners" e empresas de gestão de fundos beneficiam de uma regulação favorável, porque a nível de estruturas, Portugal possui o Fundo de Capital de Risco (FCR) e existem incentivos fiscais para investimentos nos activos.

Ao aplicar a directiva europeia para os Fundos de Pensões, através do Decreto-Lei nº 12/2006, Portugal adoptou restrições adicionais quantitativas para os investimentos de capital de risco. Desta forma, os fundos de pensões não podem investir mais do que 15% dos seus activos em "unlisted securities", enquanto que noutros países europeus não existem restrições de investimento. Por outro lado, as companhias de seguros não têm qualquer restrição qualitativa ou quantitativa, para além das definidas pela directiva da União Europeia, tendo mesmo uma maior flexibilidade que os parceiros europeus, uma vez que podem investir acima de 15% em "securities not trade" na União Europeia ou nos mercados regulados pela OCDE.

Outros aspectos existem em Portugal que deveriam ser revistos, como a criação de novas empresas. Não existe em Portugal um esquema fiscal de incentivo e apoio a empresas que se encontram numa fase inicial. Outra dificuldade prende-se com a dificuldade em manter talentos, devido ao enquadramento fiscal e à forma como os rendimentos de um profissional de capital de risco é vista em sede de IRS.

Em conclusão, os resultados deste estudo realizado pela EVCA são positivos para o nosso país, mas continua a existir espaço para um maior crescimento do sector em Portugal e implementação de melhorias na envolvente legal e fiscal, principalmente no que diz respeito à tributação dos rendimentos privados e mercado de acções.

in Jornal de Negócios Online, 21/04/09

 



publicado por Francisco Banha às 16:02
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Terça-feira, 7 de Abril de 2009
Capital de risco escapou à crise

 

"O capital de risco em Portugal reagiu muito bem à crise", afirmou Oliveira Barros, presidente da Associação Portuguesa de Capital de Risco (APCRI).
 

O mercado de capital de risco em Portugal manteve a dinâmica de investimento em 2008, apesar da conjuntura económica negativa, defendeu Afonso Oliveira Barros, presidente da Associação Portuguesa de Capital de Risco (APCRI), em entrevista à agência Lusa.


"O capital de risco em Portugal reagiu muito bem à crise", frisou Oliveira Barros, afirmando que se "mantiveram os níveis de investimento, o que significa que há dinheiro a ser canalizado para as empresas. É dos poucos sectores a injectar liquidez no mercado".


Os fundos sob gestão, que tinham duplicado entre 2005 e 2007, situaram-se ao mesmo nível no ano passado, nos 1,7 mil milhões de euros, segundo o responsável.

 

"Há boas oportunidade que surgem em tempos de crise e há gente capaz. Por isso, o sector do capital de risco está muito bem posicionado", considerou o presidente da APCRI, revelando que existem na actualidade "600 milhões de euros disponíveis para serem investidos".


Os números relativos a 2008 ainda são indicativos, uma vez que falta fechar as contas do último trimestre. Porém, tal como referiu Oliveira Barros, "é de prever que os números de investimento de 2008, apesar da crise, fiquem acima dos de 2007".


[artigo completo in Expresso 7/04/09]

 

 



publicado por Francisco Banha às 11:15
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Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009
Entrevista a Afonso Barros, Presidente da APCRI


 

Entrevista a Afonso Oliveira Barros, presidente da Associação Portuguesa de Capital de Risco (APCRI).

Entrevista integral publicada em: Finibanco
Fonte: Reuters


« REUTERS: A APCRI ainda não publicou os dados da actividade do sector para 2008. Pode avançar algumas tendências que a Associação viu no ano passado?

AFONSO BARROS: "Sim, temos alguns indicadores sobre a actividade de 2008 até ao terceiro trimestre, que já nos dá uma ideia de onde é que nós estamos. O que é de destacar é que, em termos de fundraising, 2007 foi um ano fantástico e em 2008 não houve fundraising. Mas isso explica-se não só por alguns problemas no levantamento de fundos mas, sobretudo, porque existia um excesso de liquidez no fim de 2007 e por isso já seria expectável que 2008 seria um ano de mais investimentos do que de fundraising".»



publicado por Francisco Banha às 13:15
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Segunda-feira, 22 de Outubro de 2007
Actividade de Capital de Risco em Portugal e na Europa - 1º Semestre de 2007

 

Sendo membro do Comité de Estatísticas da APCRI estive envolvido no apuramento da informação referente ao 1º semestre de 2007 que pela sua importância passo a dar a conhecer aos meus amigos cibernautas.
abraço
Fb

[Actividade de Capital de Risco em Portugal e na Europa - 1º Sem. 2007]
Ficheiro em formato .pdf (0,25 Mb)



publicado por Francisco Banha às 11:21
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