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Sexta-feira, 11 de Junho de 2010
Espanha: 60% das marcas no Facebook e 50% no Twitter

O recurso às redes sociais é, cada vez mais, uma estratégia utilizada pelas marcas. Em Espanha, o número de marcas com presença no Facebook chega aos 60% enquanto no Twitter esse número está nos 50%, avança o Marketing News. A conclusão é do estudo “Influencia de las marcas en la sociedade 2.0”,  conduzido pela agência de publicidade NCA numa parceria com a IE Business School, números que mostram, ainda assim, que quase metade das empresas não tira partido das potencialidades das redes sociais.

 

Segundo o mesmo estudo, cerca de 27% das empresas conta com a ajuda de um blogue corporativo para comunicar e estabelecer proximidade com os seus consumidores. No que toca ao YouTube e Flickr, os números apontam para 34% e 33% das empresas, respectivamente. De acordo com dados recolhidos pelo estudo, há dez marcas que se destacam no uso das redes sociais: Mapfre, Mercadona, H&M, Dell, Zara, El Corte Inglés, Vodafone, Carrefour e Gallina Blanca.

 

Entre as marcas com mais comentários positivos nas redes sociais estão aquelas que comercializam produtos de luxo, como a Calvin Klein ou a Ralph Lauren, seguidas das marcas de automóveis, com destaque para a Mercedes, e dos fabricantes de telemóveis, com a Nokia e a Motorola, e de gadgets tecnológicos, onde se destaca a Apple e a Dell. Do outro lado da moeda, as marcas locais como a Iberia, a Spanair ou a Air Europa, seguidas das companhias energéticas Endesa, Iberdrola, Repsol e Gas Natural, e das seguradoras Mutua Madrileña, Direct Seguros, Pelayo e Mapfre são aquelas que reunem maior número de comentários negativos.

 

FONTE: Meios & Publicidade

 



publicado por Francisco Banha às 11:07
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Segunda-feira, 12 de Abril de 2010
Farmville, jogo social do Facebook, leva família à ruína

Um miúdo de 12 anos resolveu gastar nada mais nada menos do que mil euros no popular jogo do Facebook.De acordo com o Guardian, um miúdo inglês de 12 anos gastou mais de 900 libras, algo como 1034 euros, em dinheiro virtual do Farmville.


Segundo a mãe deste, isso levou a que gastasse todas as suas poupanças e ainda usasse o cartão de crédito da família, deixando-a em maus lençóis.


A apoquentada senhora lamenta que a Zynga (criadora do jogo) não possa reembolsá-la uma vez que o filho vive em sua casa, mas adianta que o Facebook já cancelou a conta e que a softwarehouse sugeriu o uso de password no computador.


A alternativa seria apresentar queixa à polícia, algo que a mãe coloca fora de questão. «Ele iria ficar com cadastro e a ideia de ter o futuro em risco por causa de um estúpido simulador de quinta é algo que nem considero», disse.


A chefe de família não culpa nem a Zynga nem o Facebook, mas diz que as empresas deveriam controlar melhor o sistema de pagamentos para evitar situações com esta.


Consta que o jovem se mostrou muito surpreso ao ser confrontado com a conta, explicando apenas que tinha gasto o dinheiro em «coisas boas».
Caso não saibam, os novos utilizadores de Farmville recebem moeda virtual para estabelecerem a sua quinta, recebendo créditos pelas colheitas, mas quem quiser progredir mais rapidamente pode sempre adquirir dinheiro virtual para assim aceder a novos itens.


FONTE: The Guardian

 



publicado por Francisco Banha às 18:03
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Terça-feira, 30 de Março de 2010
Novo jogo online no Facebook

A Fox International Channels (FIC) acaba de lançar o jogo para o Facebook Bola Social Soccer. O jogo, uma criação da empresa argentina Three Melons, celebra a entrada da marca na rede social, sendo também a primeira vez que a marca Fox está ligada a um jogo online. O Bola Social Soccer permite aos jogadores criar as suas equipas, desafiar equipas adversárias dos seus amigos na rede social e jogar em modo life simulation. A Ford – marca associada ao universo de futebol – é a patrocinadora da ‘versão’ portuguesa do jogo no Facebook, sendo que a equipa de cada país onde a FIC tem presença é responsável pela angariação dos patrocinadores para a versão local. O estádio, as placas à volta do campo, telas de pontuação e as camisolas dos jogadores são alguns dos formatos/espaços onde o patrocinador marca presença.
Para jogar, basta ter uma conta no Facebook e entrar na aplicação Bola Social Soccer. Terá este jogo online o mesmo sucesso estrondoso que o Farm Ville?


Registe-se e estreie-se no Bola Social Soccer em: www.facebook.com
FONTE: Fox Internation Channels

 



publicado por Francisco Banha às 10:01
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Quarta-feira, 10 de Março de 2010
Mark Zuckerberg é personalidade de media do ano

O fundador e CEO da rede social Facebook, Mark Zuckerberg, vai ser homenageado com o título Media Person of the Year Award na edição de 2010 do Festival Cannes Lions. A personalidade media do ano dos prémios Cannes Lions é uma distinção atribuída aqueles que mudaram o panorama dos media e comunicações, normalmente depois de uma vida de trabalho. O facto de Mark Zuckerberg ter criado um dos negócios mais dominantes da internet tão rapidamente, e ter um impacto tão global na forma como comunicamos uns com os outros conduziu ao consenso dos jurados na atribuição deste título.


Mark Zuckerberg será homenageado com este prémio no dia 23 de Junho, durante a cerimónia de entrega dos prémios das competições Press, Cyber e Design Lions.



publicado por Francisco Banha às 09:53
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Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010
100 milhões de Utilizadores acedem ao Facebook via telemóvel

O número de utilizadores do Facebook que acede ao seu microsite a partir de telemóvel atingiu, de acordo com dados divulgados pela empresa, os 100 milhões. Este número representa uma duplicação do número de utilizadores móveis da rede social durante os últimos seis meses. O Facebook foi considerado pelo ranking da Nielsen o terceiro site móvel mais popular no mundo, depois do Google Search e o Yahoo Mail.


O site do Facebook para a plataforma móvel foi redesenhado recentemente e está agora disponível em mais de 70 línguas. A rede social, que celebra este mês seis anos de existência, conta com mais de 400 milhões de utilizadores em todo o mundo.

Estes dados fazem-nos pensar na comodidade com que, nos dias que correm, podemos efectuar contactos, fechar ou expandir negócios, divulgar causas ou comunicar com amigos.

 

FONTE: Meios e Publicidade



publicado por Francisco Banha às 14:42
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Quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010
Facebook utilizado para procurar informação sobre marcas

Cerca de 40 por cento dos utilizadores serviu-se, pelo menos por uma vez, do Facebook para encontrar informação sobre uma marca. A conclusão é de um estudo do espanhol Observatório de Redes Sociais, que recolheu uma série de resultados animadores para as marcas que procuram tirar proveito das novas ferramentas de comunicação digital.
Para a grande maioria dos inquiridos, a presença das marcas neste tipo de suportes não é considerada excessiva, nem é vista como um forma de publicidade invasiva ou agressiva. Uma em cada três pessoas considera mesmo que pode ser uma iniciativa “interessante ou divertida”.

Saiba mais em http://www.meiosepublicidade.pt/2010/02/03/facebook-utilizado-para-procurar-informacao-sobre-marcas/
 



publicado por Francisco Banha às 19:53
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Segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010
café Facebook

Artigo de Luís Galveias publicado no blog Marketing.Mixers:

 

«As redes sociais online vieram para ficar. Não é moda nem febre passageira. Podem, quanto muito, ir mudando de formatos, perdendo popularidade para outras, ficar desactualizadas ou presas a determinados grupos (demográficos, interesses…) quer seja por interesse próprio quer porque os participantes assim as conduziram.


Apesar da popularidade que lhes tem sido favorável, há ainda muitas pessoas que por cepticismo ou por não verem qualquer interesse se mantêm alheadas desta realidade.  Cada um é livre de aderir ou não mas se há coisa que me custa é saber que há pessoas que não têm sequer interesse em explorar esta realidade que de virtual tem muito pouco.


Sei que muitas destas redes mostram apenas uma página sem qualquer informação. Basta ir a www.facebook.com e muito pouco do que lá dentro se passa é apresentado na página de início, obrigando quem quiser saber mais a inscrever-se. Pois bem, vou facilitar o trabalho.
 

Há um café chamado Facebook lá na minha rua. É um pouco diferente daquele onde ía antes porque me pedem algumas informações à entrada: o meu nome, e-mail, com que tipo de pessoas quero partilhar a minha informação, entre outras. Claro que posso sempre inventar e dar um nome falso mas rapidamente percebo que não tenho qualquer vantagem nisso. Continuando com as diferenças, este não tem consumo mínimo nem me sinto mal por não consumir nada e posso entrar lá de bolsos vazios.

 

Terminadas as diferenças, vamos às semelhanças. Assim que entro levanto logo a cabeça à procura de pessoas que já conheço. Não tem piada ficar ali sozinho. Para isso ficava no café anterior. Identifico umas quantas e estas dizem que sim, que me conhecem e que a partir daí vão socializar comigo neste café. Posso também convidar pessoas que não conheço mas é sempre arriscado dado que podemos encontrar um chato igual ao que frequentava o café anterior e só dizia coisas parvas que não me interessavam para nada.

Reconhecidos alguns amigos fico surpreendido com as coisas que me dão a conhecer. Alguns mostram-me vídeos fantásticos que trazem com eles, enquanto outros desdobram álbuns de fotografias das últimas férias, festas em que se divertiram ou simplesmente fotos onde eu também apareço. Frequentemente um diz em voz alta aquilo que lhe vai na alma. Quer seja o exame que o está a preocupar, a surpresa que teve nessa manhã, o acidente que ía tendo ou que procura casa, na expectativa que alguém lhe dê algumas sugestões ou sugira algum apartamento de que tenha conhecimento. Tal como no café anterior, as conversas são sobre tudo e estendem-se como as cerejas com comentários às vezes interessantes outras vezes nem por isso. Alguns ficam literalmente sem palavras e levantam o polegar só para dizer que concordam ou gostam da observação.


Assim como no café anterior, há uma sala de jogos mas aqui vão bem além do dominó, das cartas ou do xadrez e posso jogar em simultâneo com muitos outros amigos. Um pouco farto dos comentários do dia-a-dia, procuro grupos que falem de assuntos que me interessam e que poucos amigos dominam. Lá encontro essa mesa e sento-me a ouvir e a comentar sobre o festival do próximo verão, sobre como tirar melhores fotografias. Algumas mesas parecem autênticos anfiteatros tantos são os participantes.


Também tem uma secção com a típica placa de cortiça onde a associação A, a empresa E e o músico M colocam lá informações actualizadas e onde sei que encontro a próxima iniciativa, o novo produto ou a agenda de concertos. Felizmente ao contrário do café anterior, não tenho de vasculhar a placa toda e vou directo ao que me interessa.


Possivelmente está a pensar: “então mas um café assim, que não cobra acesso e onde não há sequer bicas e tostas mistas a sair, como é que se consegue manter aberto?” E eu respondo que isso é lá com eles, que simplesmente vejo alguma publicidade nas paredes enquanto lá estou ou compro determinados extras nalguns jogos para os tornar mais interessantes.


Pode ainda pensar: “então e se não gostar? Se não se fala lá do que eu gosto?” Bem, nesse caso pode simplesmente desistir e procurar outro. Há muitos nessa rua. Lembro-me do café MySpace onde há sempre música ao vivo, da pastelaria Hi5 – ponto de encontro de muitos adolescentes, do café-galeria Flickr onde há sempre exposições de fotografia, da cervejaria LinkedIn onde se vêm muitos executivos, entre muitos outros. É só escolher.


Pessoalmente, gosto de frequentar mais do que um, sempre se encontram pessoas diferentes.


Fica o convite. Apareça!»

 



publicado por Francisco Banha às 16:04
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How Facebook Can Become a Money Making Machine

O site Mashable aponta os caminhos para onde deve seguir o Facebook, bem como qualquer outra rede social, para se tornar rentável e assumir a alternativa que já é face aos outros média:

 



«Despite the staggering growth of social networking, determining how to monetize social media platforms remains a tough code to crack for even the savviest of companies. As such, identifying new revenue models will be instrumental in kicking off the next cycle of the social networking phenomenon in 2010.»

 

«Improving advertising, developing an e-commerce platform, and adding subscription services will not only generate the revenue necessary to make the transition from highly adopted to highly profitable, it will open revenue streams — as Google did before — for the next generation of digital developments.»

[artigo completo]



publicado por Francisco Banha às 13:31
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Sábado, 26 de Dezembro de 2009
Grupo russo investe 180 milhões na Zynga



«O grupo russo Digital Sky Technologies (DST), em conjunto com outros investidores, acaba de investir 180 milhões de dólares (cerca de 126 milhões de euros) na empresa norte-americana Zynga, produtora dos jogos on-line Mafia Wars e FarmVille.

Em comunicado divulgado esta semana, a Zynga, "a maior fornecedora de jogos sociais", refere que parte deste investimento será utilizada no crescimento da empresa e o restante no aumento da liquidez dos funcionários e investidores.

Este investimento surge um mês depois de a DST ter injectado 200 milhões de dólares (cerca de 140 milhões de euros) no capital da Facebook, a rede social que está a popularizar os jogos da Zynga.»

artigo completo in Marketing para Empreendedores, 25/12/09



publicado por Francisco Banha às 14:45
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Terça-feira, 13 de Outubro de 2009
Facebook e Comportamento do Consumidor

O Facebook e a empresa de sondagens e estudos de mercado Nielsen assinaram um protocolo de colaboração com vista á exploração comercial da vasta rede de utilizadores registados na rede social.

O Facebook fornecerá à Nielsen o acesso à informação de utilizadores seus registados, que já passaram a barreira dos 300 milhões. A consultora poderá informar aos anunciantes seus clientes o modo como os internautas reagem aos anúncios colocados no Facebook, a partir deste protocolo de colaboração.

“Isto serve para mostrar aos anunciantes o valor que estão a retirar das suas publicidades”, afirmou Mike Murphy, vice-presidente do departamento de vendas do Facebook.

As duas empresas vão utilizar a aplicação BrandLift, proporcionando aos utilizadores a possibilidade de responder a sondagens breves de avaliação de atitude do consumidor e suas intenções de compra.

“O Facebook está a consolidar o vínculo vital entre consumidores e a marca”, explicou John Burbank, conselheiro-delegado da divisão online da consultora Nielsen.

A rede social nascida na Califórnia foi uma das que mais cresceu nos últimos meses, estando o seu valor de mercado a aumentar exponencialmente. Contudo, o lucro do Facebook ainda não está a par desta tão grande popularidade, estando a rede criada por Mark Zuckberg a avaliar os modelos de negócio. O potencial das redes sociais está ainda longe de ser amplamente explorado.


Fonte: Público online
 



publicado por Francisco Banha às 17:55
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