
O OPEN - Oportunidades Específicas de negócio está a organizar a 4ª edição da Semana do Empreendedorismo de 14 a 19 de Abril, a decorrer na Marinha Grande.
Para consultar todas as iniciativas que vão decorrer durante este período, consulte o site.

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TEMAS EM DEBATE
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Mais informações em www.gesventure.pt/vcit2008
Um pouco de humor com o famoso Ali G a tentar descobri o que é ser empreendedor:
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O Sociedade de Capital de Risco norte-amerciana Kleiner Perkins Caufield & Byers (KPCB) lançou um novo fundo de capital de risco de 100 milhões de dólares destinado a... aplicações para as plataformas iPhone e o iPod touch.
Este fundo, "super especializado" tem como objectivo financiar investimentos em qualquer fase do processo de financiamento, com particular destaque para serviços geográficos, networking social, comércio, comunicações e entretenimento.
Segundo John Doerr, Partner da KPCB, "a Apple criou uma plataforma revolucionária e isso representa uma rara oportunidade para os empreendedores".

O site TUDOU.COM foi um dos avisados.
O país mais populoso do Mundo, a China, é também aquele com maior número de cibernautas, somando já mais de 210 milhões (valor de Dezembro de 2007).
A mais recente notícia deste mercado chega-nos, porém, da proibição de diversos websites decretada pelas autoridades chinesas.
A intervenção estatal já se fez sentir em 2007 quando o governo informou que somente empresas estatais ou controladas pelo governo poderiam candidatar-se a licenças para a distribuição de vídeos pela web em sistema de broadcast ou streaming.
Este poderá ser uma viso de alerta para os vários investimentos de capital de risco existentes no mercado chinês e que visam o desenvolvimento de plataformas como o bem sucedido Youtube no mercado Ocidental.
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| Luís Filipe Costa | Jaime Andrez |
" Luís Filipe Costa será o novo presidente do Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação (IAPMEI) na sequência da saída de Jaim Andrez, noticia o Jornal de Negócios. Luís Filipe Costa é o actual presidente da sociedade de capital de risco InovCapital. A passagem para o IAPMEI poderá ser confirmada hoje na reunião do Conselho de Ministros.
Jaime Andrez, que sai da presidência do instituto por motivo de doença, deverá passar a consultor da Autoridade da Concorrência. "
A Gesventure é uma Entidade catalizadora de investimentos para os projectos de elevado potencial de crescimento e valorização, nomeadamente na área da Indústria de Capital de Risco, nacional e internacional, assim como na prestação de serviços que apoiem os Promotores desses projectos ao nível da vertente estratégica, financeira e de organização empresarial.
Nesta actividade, estivemos já directamente envolvidos na angariação de 16,4 milhões de euros, dos quais 1,7 destinados ao sector da biotecnologia, em particular no financiamento do negócio da Bioalvo e da Biotrend. Estivemos também indirectamente envolvidos na Tolife que angariou após participação num dos nossos Venture Capital IT 2,2 milhões de euros (recordo que há pouco tempo, após dois anos e meio do investimento, a Tolife foi alienada por 5,5 milhões de euros, possibilitando mais valias de €3,3 milhões).
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"Caro Dr. Francisco Banha, sei que é considerado uma figura de referência no meio da contabilidade português, motivo pelo qual lhe pergunto com que tipo de clientes tem trabalhado" (Jaime Albuquerque, Lisboa)
Caro Jaime Albuquerque, a melhor forma de poder responder à sua questão é apresentando-lhe uma tabela com os clientes com os quais tenho trabalhado na Gesbanha, assim como o Relatório da Qualidade dos Serviços Prestados.
Cumprimentos,
fbanha
| ACADEMIA DE MÚSICA DE ST.ª CECÍLIA | www.amsc.com.pt |
| ACSA | |
| AMPLIMÓVEIS | |
| ARTVENDING | www.artvending.pt |
| BEIERSDORF | www.beiersdorf.pt |
| DUPONT | |
| ECOPROGRESSO | www.ecoprogresso.pt |
| ECOSAÚDE | www.ecosaude.pt |
| EMA - EMPRESA DE MEIOS AÉREOS | |
| ENATUR - EMPRESA NACIONAL DE TURISMO, SA | www.pousadas.pt |
| FERNAVE | www.fernave.pt |
| FÓRMULA INOVADORA | www.ortik.net |
| HERCULES PORTUGUESA | |
| HOSPITAL SANTA MARIA | www.hsm.min-saude.pt |
| IBM GLOBAL SERVICES | www.ibm.com/pt/pt |
| INCI - INST. CONSTRUÇÃO E DO IMOBILIÁRIO | www.inci.pt |
| INSTITUTO DE IMPLANTOLOGIA | www.institutodeimplantologia.com |
| INTERPUBLIC | www.interpublic.com |
| JOHNSON CONTROLS | www.johnsoncontrols.com |
| JOHNSON WAX | www.scjohnson.com |
| KELLOGG | www.kellogg.pt |
| LEGO | www.lego.pt |
| LOGILUSA | http://logitech-europe.com/portugal |
| MOTOROLA | www.motorola.com/pt |
| MOVE INTERACTIVE | www.move-interactive.com |
| MUNDICÂMBIOS | |
| PACTOGEST | www.pactogest.pt |
| PMS COFEE | www.pmscoffee.pt |
| PMS FOOD PARTNER | www.pmsfoodpartner.pt |
| REUTERS | www.reuters.com |
| SOCIEDADE DE AVALIAÇÃO DE EMPRESAS E RISCO | www.saer.pt |
| SELF ENERGY | www.selfenergy.eu |
| SELECÇÕES DO READERS DIGEST | www.rd.com |
| SERVISIS | www.servisis.co.uk |
| SIGMAKALON | |
| SOCIEDADE PORTUGUESA DE EMPREENDIMENTOS | |
| TECNOFORMA | www.tecnoforma.pt |
| TRENDMICRO | www.trendmicro.com |
| ULLANGEST | |
| WATSON WYATT | www.watsonwyatt.com |
| ZONADVANCED | www.zonadvanced.pt |
Conforme comunicado da DGCI, informo que o cumprimento das obrigações fiscais cujo prazo termina hoje, dia 20 de Março de 2008, foi prorrogado até ao próximo dia 24 de Março de 2008, sem quaisquer acréscimos ou penalidades (coimas, juros compensatórios ou moratórios).

Bernardo Fonseca, CEO da Satellite Newspapers, foi seleccionado para a presentação do projecto Global Newspapers no próximo EASY investment Forum de Barcelona.
O empreendedor que gere uma rede nacional de terminais de impressão de jornais de todo o mundo, poderá assim apresentar o seu negócio a investidores de toda a Europa especializados nas fases Seed e Start-Up.
Bernardo Fonseca angariou 485.000 euros para o seu projecto após apresentação no 5º Venture Capital IT (2005) da Gesventure. Segundo palavras do próprio "o mercado para angariar capital de menos de 500 MIL EUROS é muito duro, por isso estamos gratos à Gesventure por nos ter apoiado na obtenção do financiamento crítico que precisávamos para crescer. A Gesventure também nos forneceu o acesso a canais valiosos que nos ajudaram a concretizar negócios com clientes internacionais instalados em Portugal."
Para mais informações sobre o EASY Investment Forum de Barcelona, consulte o site.

Foi ontem publicado a 15ª edição da e-newsletter da Tecnoforma, entidade que actua na área da Formação Profissional.
Ficam os destaques como sugestão de leitura:
» Consultoria - uma boa opção;
» Dois novos projectos de implementação de SIADAP nas Autarquias Locais;
» Visita às instalações da SIC no âmbito do Projecto “Organização do Sistema de Gestão do Arquivo Municipal” na autarquia de Nelas;
» Informações adicionais sobre o QREN;
» Próximos cursos;
» Acompanhamento da caminhada para os Jogos Olímpicos de Pequim de Pedro Dias, judoca patrocinado pela Tecnoforma.
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"O ranking 2007 do empreendedorismo mundial, feito pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM), apresenta uma virada histórica no Brasil. Pela primeira vez desde que a pesquisa começou a ser feita no país, em 2001, o nível de empreendedorismo das mulheres superou o dos homens. No ano passado, as brasileiras representaram 52% dos empreendedores adultos (18 a 64 anos), contra uma participação de apenas 29% em 2001. Com o desempenho de 2007, as brasileiras são as sétimas mais empreendedoras do mundo, segundo o GEM. |
Os detalhes da pesquisa serão divulgados hoje, pelo Sebrae e pelo Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP). Em termos gerais, o Brasil pulou do 10.º para 9.º lugar entre os países mais empreendedores. Apesar de avançar apenas uma posição, o resultado é considerado positivo, pois cinco países foram incluídos na pesquisa feita pelo GEM no ano passado. A taxa de empresas iniciais (TEA) no Brasil cresceu de 11,6% para 12,72% em 2007. Isso equivale a um total de 15 milhões de empresas abertas nos últimos três anos ou que estão em fase de implantação. Na categoria de empresas estabelecidas, com mais de três anos, o Brasil ficou em 6.º lugar, com taxa de empreendedorismo de 9,94%.
Apesar da participação maior das mulheres, a motivação que as levam a abrir um negócio próprio ainda é o da necessidade. Enquanto 38% dos homens empreendem por necessidade, a proporção passa para 63% no caso das brasileiras. A maioria dos homens empreende por encontrar uma oportunidade interessante.
A empresária Cristiane Amaral Breves, formada em administração e em hotelaria, diz que não encontrou lugar no mercado de trabalho e por isso decidiu tocar um negócio próprio. Ela conta que já se lançou em algumas experiências que não deram certo, como uma loja de presentes de casamento. “Depois abri dois restaurantes que me deram prejuízo.” Há dois anos e meio, Cristiane administra um outro restaurante. Em setembro do ano passado, resolveu abrir o Bangalô Restaurante e Petiscaria, no bairro Água Verde, em Curitiba, nas noites de quinta-feira a domingo, além de servir almoço por quilo. “É melhor aproveitar ao máximo o tempo disponível para compensar o aluguel. Mas estamos indo bem, o restaurante caminha com as próprias pernas.”
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Recomendo aqui a leitura de um post publicado pelo blog Empreender:

Biotech & Finance Forum
28/04/08, Estugarda, Alemanha
Um dos eventos europeus de referência sobre o mercado de biotecnologia.

A francesa Chausson Finance, liderada por Christophe Chausson que comigo fundou a Gesventure em 1999, publicou o seu 19º Indicador de Capital de Risco sobre o mercado de capital de risco francês.
Este indicador de referência regista um extraordinário crescimento do mercado francês, sendo o 2º semestre de 2007 apenas ultrapassado pelo 1º Semestre de 2000 com investimentos na ordem dos 563 e 667 milhões de euros, respectivamente.
O ano de 2007 fecha assim com um total de 960 milhões de euros investidos, com especial destaque para os sectores da Saúde (26%), Internet e Comércio Electrónico (16%) e Logística (15%).
Consulte integralmente o 19º Indicador Chausson Finance - 2º Semestre.
Foi com muito prazer que fui hoje recebido na Escola Secundária Artur Gonçalves em Torres Novas, numa conferência realizada no âmbito da Semana da Escola.
Tive assim oportunidade de apresentar aos jovens presentes o potencial do empreendedorismo e de como este pode ser determinante para as suas vidas. No mesmo painel, foi ainda aborado por outros oradores os temas "Produtos Financeiros" e "Políticas Sociais", continuando as intervenções amanhã com um caso de sucesso e uma apresentação sobre "Organização Empresarial".
Como nota de agradecimento, deixo aqui a letra do Hino da Escola para que todos possam partilhar do espírito da escola:
Conhecemos caminhos sem fim
Olhos grandes de tanto voar
Somos deste tempo, somos assim
Somos o futuro a começar
É tempo desta voz de alegria
Vamos libertar o pensamento
Viver, cantar, construir um dia
Colorido, forte e livre como o vento
Queremos as estradas da vida
Há sonhos e mares para encontrar
Na procura desta despedida
Temos a certeza de ganhar
Faremos desat voz a liberdade
Um abrigo, um beijo, a ilusão
Vamos juntos erguer a vontade
De cumprirmos nós esta canção
Aproveito ainda para sugerir a todos os interessados a consulta dos vídeos que captaram uma das minhas intervenções no passado mês de Dezembro.

Vai ser apresentado na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra no próximo dia 14 de Março o novo programa FINICIA Jovem, no valor de 600 mil euros. Enquanto que o programa FINICIA tem como objectivo o apoio ao financiamento do arranque de empresas, o FINICIA Jovem visa o apoio ao empreendedorismo.
Os 3 eixos de intervenção compreendem o atendimento especializado no Instituto Português da Juventude, apoio a projectos educativos que visem a disseminação de uma cultura empreendedora e o apoio directo no financiamento do desenho de planos de negócios.
Este programa resulta de uma parceria entre o IAPMEI e o IPJ, tendo sido anunciado no passado dia 4 de Março no Parlamento.
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"A partir de amanhã, os 27 chefes de Estado e de governo vão estar em Bruxelas para dois dias de reunião cujo principal assunto será o novo ciclo de três anos (2008-2010) da Estratégia de Lisboa. A tónica é agora de implementação, depois do relançamento da Agenda para o Crescimento e Emprego em 2005."
"Da reunião de Bruxelas sairá o incentivo às empresas mais inovadoras com a promoção de um mercado europeu de capital de risco. Na sequência das políticas europeias de apoio às pequenas e médias empresas, o projecto de conclusões do Conselho europeu frisa ainda a importância da redução dos encargos administrativos em 25% até 2012."
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Artigo sobre o EASY Investment Forum de Milão, preparado por Modwenna Rees-Mogg, editora da Angel News
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A edição n.46 da britânica Angel News traz-nos mais uma lição sobre investimentos por Business Angels.:
How to make money out of angel investing part 5 – investing in the right financial model |
Turning to the section in any business plan on the financial prospects for an investment opportunity will, these days, almost unfailingly show a remarkably similar picture of J-curve cash flow projections and stunningly healthy levels of profits once the business has matured.
Financial modeling of a new business is definitely an art based on logic and too often that logic is based on showing the potential for financial strength to justify not only the valuation the entrepreneurs are demanding, but also the level of investment funds being sought. After all, argues the typical entrepreneur, we need the money (plus a bit) to grow the business and we need to make the numbers look fantastic to prick the interest of the investment community: is it not just a big game where we all know we are playing with Monopoly money until the cash arrives into the company’s bank account?
But, once the money is in the bank account, we know you can be sure that the financials will either be ahead of or behind the projections upon which you invested but are unlikely to match it.
I come from a background in corporate finance in the City and spent the early years of my career pouring over profit and cash flow projections of much bigger and more established companies than those we see in the angel world. Two key things linger in my mind from those days. Firstly, it was deemed necessary by everyone in the market that quoted companies should have sufficient working capital facilities for at least 12 months (including accommodating for peaks and troughs), before taking into account cash required for “extraneous” activities such as acquisitions or exceptional expansion. Secondly, you always modeled future financial performance based on historical results and how the competition was performing.
In the angel world, these concepts take on a different order of magnitude, but they make an excellent starting point for judging the financial model.
Take working capital requirements. In the angel world this would typically translate into general running costs and the time lag between paying suppliers and receiving money from customers. These days, to rent a small office, put in a couple of phones and computers and employ one or two admin staff, allow the founders to travel around a bit pursuing the opportunity would typically cost £5,000 a month. This is before any expenditure on product development, marketing, capital expenditure etc. So the very first thing to think about is how these core costs will be met. Very few start-ups really go anywhere in terms of profit generation in their first 1-2 years, so you are looking at costs of say £120,000 just to ensure that someone is in the office to pick up the call you make to find out how things are going on. Bear that in mind when you see a company that believes it can build a business on less than £150,000.
Secondly remember that small companies, whilst agile at doing things “on the cheap”, don’t have the negotiating power of larger established companies. Customers will tend to pay when they want to and the larger the customer the more likely you will have to stick to their standard terms of trade which may mean payment up to 45 days after presentation of an invoice (with a purchase order reference – which in itself may take a month to obtain). Likewise suppliers will not necessarily stretch credit terms and late payment can mean a quick learning experience in how to keep the bailiffs out of the office. All small businesses stretch payment, but as an investor, have a think about whether this is really the way for management to spend their time.
When it comes to financial modeling remember that spreadsheet software should make the numbers come out perfectly. If they have not, this suggests not only financial illiteracy, but also challenges general competence. Entrepreneurs spend hours, days and weeks struggling over the financial projections – possibly too much time in some cases where they would be better off going to a sales meeting. It’s a good idea to find out what the entrepreneur really believes it will take to get the business off the ground – they probably have these numbers “top of head” and they may not bear much relation to the numbers in the business plan. Remember to dig hard into the assumptions behind projections as well, but do not get hung up on having 58 types of sensitivity analysis.
There are other broad rules to follow when looking at the numbers. Assume, like my bank manager that all sales will take at least 6 months longer to materialize than is on the plan, but that costs will stay the same. Assume that surprise costs will turn up – three of my favourites are unexpected employees costs (e.g. getting rid of a bad hire – both cash cost and time cost) critical IT maintenance and, last but not always least, underestimation of travel & expenses.
When you are digging into the minutiae of the numbers take a look at the costs you hardly think about – annual renewals of software licenses have a habit of turning up - well, once a year! Double check insurance policies – many entrepreneurs just buy their insurance from their bank and it may not be offering what is actually needed.
When taking a global view of the projections focus hard on gross profit margins. This is where the pressure first hits in a small business. There is always downwards pressure on sales – getting established customers to pay more for the same product is challenging and competitive forces will help new customers negotiate hard. Meanwhile suppliers will always be pushing to pass on costs and the company will be unlikely to have the negotiating power to resist and indeed may be totally dependent on that supplier as they cannot offer the volumes to merit running more than one supplier.
Wise angels tell me that you should also look very hard at how the overheads will grow – think about who will manage the managers for example and check if that has been costed into the wage bill. Have business rates been considered and service charges or is it only the rent?
It is always worth checking out the financial models of similar businesses, especially if there is little or no trading history. Take a typical software company. As a rule, gross margins should be amazingly high; so if your software investment opportunity is showing a lower gross margin than average is it because it is selling consultancy services or because the management has got something wrong? And if EBIT margins are unbelievably high it probably means that the financial model does not include all those overheads that come with being a bigger business. Remember, many fine companies are justifiably proud of a 10-15% pre-tax profit margin and there is probably something fishy (or not scalable) about a business that has profit before tax in excess of 25%. However, 20% is a good target to aim for.
When you are looking at the cash flow, a major area (beyond the obvious), is to look at tax – many, many small companies use the VAT they receive to pay other bills, rather than to save it to pay over when the VAT return is done. So check that the cash flow adjusts for the movements in VAT. The other big tax issue will be employment taxes, which typically equate to 30% of a net salary.
Last, but not least examine year on year growth rates. Most projections are prepared on the basis that it will be possible to grow equally high quality resources as the business grows, but this is rarely the case. If you do nothing else, look at the financial projection for year three and assume that 30% of the sales effort fails because a bad hire is made on the sales team or the star performer walks out to go to the competition. Assume that the situation is not resolved for a further 3-6 months. What happens to the projections thereafter?
In terms of looking for the best financial models to back here are a few tips:
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Portal do Empreendedorismo no Desporto
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Antonuco
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iZNovidade
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Start-Up Whisperer
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Seth Godin
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Venas Inside
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No Fio da Navalha