"O Ardina" Edward Mitchell Bannister - 1869
Já tenho referido neste blog por diversas ocasiões as elevadas expectativas que deposito na Move Interactive, uma empresa fundada por 2 irmãos madeirenses que acreditam poder triunfar no competitivo mercado internacional de video jogos e que contou com o meu envolvimento pessoal (sou actualmente administrador) e com o apoio da Gesventure no processo de angariação de capital de risco que conduziu ao financiamento junto de sociedades de capital de risco nacionais no montante de 886.000€.
Partilho aqui com todos mais uma cobertura mediática realizada a este projecto pelo programa Futuro Hoje da Sic.

O Science Business é o primeiro site independente com notícias sobre serviços que junta vendedores e compradores na área das novas tecnologias emergentes.
Neste portal, pequenas empresas que se dirigem muitas vezes a nichos de mercado, conseguem comunicar eficientemente os seus produtos ao público que lhes interessa.
Capítulo V - Como angariar capital para os projectos start-ups?
Métodos e dicas para abordar uma empresa de capital de risco; Cuidados a ter na apresentação do Plano de Negócios; a Teoria dos 4 M's; Critérios para investimentos dos Business Angels.
Após a publicação das "Lições de Empreendedorismo", uma série de notas sobre empreendedorismo e financiamento disponibilizadas neste blog e no site da Gesventure para download gratuito, volto a oferecer a todos os cibernautas novos conteúdos sobre empreendedorismo, capital de risco, business angels e outras temáticas relacionadas de particular interesse para qualquer empreendedor que procure o sucesso.
Todos aqueles que quiserem ir um pouco mais longe nestas temáticas, podem ainda consultar a nossa base de vídeos disponibilizada em www.youtube.com/gesventure onde terão acesso às apresentações das várias iniciativas que tenho vindo a organizar com a minha equipa.
Sugiro a leitura do artigo publicado hoje no Diário Económico sobre a alienação pela Inovcapital da toLife, empresa portuguesa de medicamentos genéricos ao grupo espanhol Del Doutor Esteve Farma.
Capítulo IV - Business Angels - Quem são? O que fazem? Como trabalham?
Exemplos de projectos apoiados por Business Angels
Após a publicação das "Lições de Empreendedorismo", uma série de notas sobre empreendedorismo e financiamento disponibilizadas neste blog e no site da Gesventure para download gratuito, volto a oferecer a todos os cibernautas novos conteúdos sobre empreendedorismo, capital de risco, business angels e outras temáticas relacionadas de particular interesse para qualquer empreendedor que procure o sucesso.
Todos aqueles que quiserem ir um pouco mais longe nestas temáticas, podem ainda consultar a nossa base de vídeos disponibilizada em www.youtube.com/gesventure onde terão acesso às apresentações das várias iniciativas que tenho vindo a organizar com a minha equipa.
Capítulo IIl - como financiar os projectos do do Séc. XXI.
Definição de Capital de Risco; O Capital de Risco em Portugal.
Após a publicação das "Lições de Empreendedorismo", uma série de notas sobre empreendedorismo e financiamento disponibilizadas neste blog e no site da Gesventure para download gratuito, volto a oferecer a todos os cibernautas novos conteúdos sobre empreendedorismo, capital de risco, business angels e outras temáticas relacionadas de particular interesse para qualquer empreendedor que procure o sucesso.
Todos aqueles que quiserem ir um pouco mais longe nestas temáticas, podem ainda consultar a nossa base de vídeos disponibilizada em www.youtube.com/gesventure onde terão acesso às apresentações das várias iniciativas que tenho vindo a organizar com a minha equipa.
Capítulo II - Um mundo novo à vossa espera: os Empreendedores do Séc. XXI.
Exemplos reais sobre telemóveis, internet, nanotecnologia, entre outros.
Identificação de àreas de negócio onde é possível inovar.
Após a publicação das "Lições de Empreendedorismo", uma série de notas sobre empreendedorismo e financiamento disponibilizadas neste blog e no site da Gesventure para download gratuito, volto a oferecer a todos os cibernautas novos conteúdos sobre empreendedorismo, capital de risco, business angels e outras temáticas relacionadas de particular interesse para qualquer empreendedor que procure o sucesso.
Todos aqueles que quiserem ir um pouco mais longe nestas temáticas, podem ainda consultar a nossa base de vídeos disponibilizada em www.youtube.com/gesventure onde terão acesso às apresentações das várias iniciativas que tenho vindo a organizar com a minha equipa.
Um dos mais importantes aspectos para qualquer empreendedor que procura financiamento para o seu negócio é saber vender a sua ideia. Mike Armitage, no âmbito de um programa de televisão norte-americano, partilha algumas dicas com todos aqueles que pretendem ser bem sucedidos na "arte" de captar a atenção de um investidor durante uma breve oportunidade de contacto.
Ficam as sugestões para aplicar no seu Elevator Pitch.
Mais uma vez tive oportunidade de manifestar publicamente a minha opinião e a da FNABA em relação ao enquadramento fiscal que recentemente foi aprovado para a actividade dos Business Angels.
[artigo de opinião], Vida Económica, 14/12/07
![]() |
Luís Filipe Costa, presidente da Inovcapital, anuncia a criação de um fundo de seed capital em entrevista à Vida Económica. Para além deste fundo, serão ainda criados um para o mercado de energias renováveis e um fundo de fundos.
[Entrevista], Vida Económica, 14/12/07 |
|
Günter Verheugen Vice-presidente da Comissão Europeia |
O vice-presidente da Comissão Europeia e responsável pelo sector das Empresas e Indústrias , Günter Verheugen, deu uma entrevista ao Jornal de Notícias sobre o trabalho que a Comissão está a desenvolver para garantir o desenvolvimento sustentável das PME na União Europeia.
"Precisamos de uma educação virada para o empreendedorismo. Começar por fazer os estudantes perceberem como funciona a economia, como podem criar e gerir uma empresa. Ao mesmo tempo, é preciso desenvolver políticas que respeitem o pensar pequeno em primeiro lugar. Em todas as iniciativas políticas temos de pensar em formas de facilitar a vida das PME, em vez de complicar."
[Entrevista completa] in JN, 16/12/07 |
Capítulo I - Um mundo novo à vossa espera: enquadramento do Empreendedorismo ao longo da evolução da humanidade e apresentação de casos práticos.
Após a publicação das "Lições de Empreendedorismo", uma série de notas sobre empreendedorismo e financiamento disponibilizadas neste blog e no site da Gesventure para download gratuito, volto a oferecer a todos os cibernautas novos conteúdos sobre empreendedorismo, capital de risco, business angels e outras temáticas relacionadas de particular interesse para qualquer empreendedor que procure o sucesso.
Todos aqueles que quiserem ir um pouco mais longe nestas temáticas, podem ainda consultar a nossa base de vídeos disponibilizada em www.youtube.com/gesventure onde terão acesso às apresentações das várias iniciativas que tenho vindo a organizar com a minha equipa.
![]() |
Decorreu no passado dia 6 de Dezembro mais um Jantar de Natal do Grupo Gesbanha, momento único de confraternização entre colegas e clientes.
Conforme é já hábito, proferi algumas palavras de auto-avaliação e reconhecimento, bem como algumas previsões que antecipo para o futuro próximo da Gesbanha, Gesventure e GesEntrepreneur, as empresas que com muito orgulho lidero.
Este ano, pela primeira vez e dada as mudanças demográficas que se têm sucedido no Grupo, optámos por realizar também uma festa de Natal para os filhos dos funcionários que foi generosamente recebida pelo grupo de trabalho.
Para ler a mensagem de Natal e ver algumas das fotografias do jantar, consulte o seguitne endereço: Mensagem de Natal |
![]() |
Ao longo dos últimos três anos, foram criadas em Portugal cerca de 150 start-ups de carácter inovador - quer ao nível da tecnologia, dos métodos de comercialização e/ou do seu modelo de desenvolvimento - que contaram, na sua génese, com financiamento via capital de risco, decorrente da dinâmica de investimento instaurada pelas Sociedades de Capital de Risco, detidas maioritariamente por capitais públicos, acompanhadas na sua generalidade, em operações sindicadas, por “players” do sector privado. |
A favorecer este cenário, evidenciou-se o envolvimento do meio universitário nas fases de criação de empresas, o surgimento de novas incubadoras de empresas e a criação de diversas Associações de Business Angels, factores estes altamente abonatórios e coniventes com a potenciação de um perfil de empreendedor muito singular - o tecnopreneur – atenta a sua apetência nata para conceber projectos de carácter inovador projectados para o mercado global e baseados num elevado nível de especialização.
No entanto, é sabido que, apesar da importância que estes projectos de cariz inovador assumem na criação de um mercado cada vez mais evoluído e competitivo, o índice de sucesso deste tipo de start-ups é muito reduzido, e, estatisticamente, somente duas em cada dez, consegue alcançar, com inquestionável êxito, a sua fase de experimentação junto do mercado. Mas também é sabido que o encaixe financeiro alcançado por aquelas duas start-ups justifica todo o risco associado, sendo disso exemplo paradigmático o sucesso alcançado pelos Promotores do Google, os quais são hoje possuidores, cada um deles, de uma fortuna avaliada em 16 mil milhões de euros. E por isso, são estas empresas que se afirmam como as novas premissas de sucesso empresarial, na medida em que se revelam as mais capazes para criar emprego e valor à sociedade.
Tendo por base este factualismo, considera-se primordial criar um mecanismo, verdadeiramente expedito e eficaz, que permita estudar e avaliar, as melhores práticas, factores de sucesso e principais tendências de mercado, e bem assim o correspondente impacto económico e social que estas empresas nascentes produzem no crescimento da economia nacional.
Considera-se, igualmente, importante que a criação desse mecanismo de estudo e de avaliação sistemática da evolução das start-ups portuguesas com elevado índice de inovação, assente na implementação de um programa de acção adequado - que integre, entre outras medidas, a execução de Indicadores semestrais de carácter quantitativo e qualitativo, que permitam a obtenção de informação específica relacionada com a actividade, modelos de gestão interna e competências das referidas start-ups - se encontre apto a traduzir-se numa importante referência da melhoria da performance e competitividade da generalidade das empresas portuguesas.
E é tendo plena noção da importância de materializar as acções que esta iniciativa inegavelmente contém, quer para empreendedores que lideram start-ups, quer para a generalidade dos agentes com estes relacionados, designadamente Sociedades de Capital de Risco, Associações de Business Angels, Agências Governamentais e Privadas, Incubadoras de Empresas e Universidades, que o Fórum irá abraçar, a muito breve trecho, a implementação de um Observatório destinado a mensurar a permanente evolução das start-ups portuguesas, com elevado índice de inovação, financiadas com Capital de Risco e Business Angels e tipificando, com rigor e ponderação, os valores e os modelos de criação de riqueza por estas desenvolvidos.
Queremos acreditar que, após a verificação de algumas edições semestrais e correspondentes análises comparativas daí resultantes, o referido Observatório passará a assumir-se como uma bússola que servirá de referência a todos os interessados em acompanhar a direcção e a evolução das start-ups inovadoras, revelando-se, simultaneamente, a radiografia das melhores start-ups do semestre e o indicador das principais tendências de mercado subjacentes à actuação dessas empresas.
"Olha para o futuro - é lá que vais passar o resto da tua vida." - (George Burns, 1896-1996)


Entrevista concedida à jornalista Ana Gomes a 9 de Dezembro do presente ano.
Qual a sua posição em relação à actual questão dos Business Angels?
Uma vez que não foi possível alterar os pressupostos incluídos na Proposta de Orçamento Geral do Estado para 2008 no que diz respeito a um enquadramento fiscal à actividade de Business Angels no nosso País para mim está fora de questão qualquer modificação no decorrer do referido ano. Acredito no entanto que em 2009 a situação irá ser diferente e Portugal irá adoptar as melhores práticas que nos são proporcionadas pela Indústria de Capital de Risco Americana, Inglesa e Francesa. Nesse sentido espero que em 2008 quando se estiver a elaborar o Orçamento de Estado para 2009 tais práticas venham logo contempladas por forma a conseguirmos captar o interesse de potenciais investidores para esta importante actividade.
Mas o que diz o Orçamento de Estado para 2008?
Basicamente o seguinte: Os Investidores de Capital de Risco terão em 2008 um enquadramento fiscal semelhantes aos das SGPS e das SCR ou seja, isenção de tributação em IRC sobre os dividendos recebidos e isenção em IRC sobre as mais valias realizadas nas futuras vendas das participações sociais em que invistam.
E os BA estão satisfeitos?
Como é óbvio não podem estar uma vez que nada ganham com a referida equivalência ao regime praticado para as SGPS e para as SCR. E porquê?
Porque de acordo com a disposto no decreto lei 375/2007 que aprovou a figura dos ICR ou BA verifica-se a necessidade dos BA terem de :
1. Constituir uma sociedade por quotas unipessoal, alegadamente para separar o seu património pessoal do património de investidor: não se compreende porquê quando esse património de investidor é basicamente constituído por um portfolio de acções de uma ou mais sociedades que podem sem riscos de confusão ser detidos em nome pessoal;
2. Registar-se na CMVM submetendo-se a eventual controlo da mesma, que nos parece desnecessário o risco de os business angels poderem afectar o mercado ou "vigarizar" os empreendedores é virtualmente não existente porque os projectos em que investem são pequenos e normalmente em negócios sem provas dadas e de risco elevado pelo que o que está verdadeiramente em risco é o investimento do business angel, que assume esse risco de plena consciência;
3. Se a legislação fiscal vai dar ao business angel isenção de tributação dos dividendos recebidos na sociedade unipessoal, não lhe dá isenção quando esses dividendos fluem para o seu património pessoal em que eles serão então tributados da mesma forma que seriam se fossem recebidos directamente da sociedade em que investem (nem a tributação mais favorável dada pelo estatuto dos titulares de unidades de participação em fundos de capital de risco lhes é concedido);
4. Pode dizer-se que dessa forma os dividendos podem ser reinvestidos em novos projectos pela sociedade unipessoal, mas de facto o objectivo dos investimentos em que os business angels se envolvem não é receber dividendos porque normalmente são feitos no início dos projectos em que os resultados são reinvestidos a fazer crescê-los se houver potencial para isso e apenas podem permanecer nos mesmos por um máximo de 5 anos. O seu ganho faz-se normalmente através das mais-valias na revenda da participação a outros investidores, com aversão ao risco inicial, ou aos próprios empreendedores;
5. Relativamente ao benefício da isenção de tributação das mais-valias na sociedade unipessoal é um verdadeiro engano porque se a sociedade pode contabilizar essas mais-valias e não ser tributada, a sua distribuição como lucros ao business angel é sujeita a tributação. É mais vantajoso ao business angel ser um accionista em nome pessoal porque se fizer uma mais valia na venda das acções basta-lhe que um ano tenha decorrido para ter isenção sobre as mesmas. Ainda que esse ano não tenha decorrido, a tributação é de apenas 10%, muito menos do que a tributação na distribuição dos lucros da sociedade unipessoal;
6. A sociedade unipessoal pode também "beneficiar" da dedução à sua matéria colectável da colecta de IRC paga nos cinco anos anteriores e até à concorrência desse valor. O problema desse benefício é que ele é meramente teórico. Se a sociedade unipessoal apenas pode ter investimentos em capital de risco e se obtém proveitos através de dividendos e mais-valias, não tem normalmente matéria colectável. Pode dizer-se que poderá tê-la se prestar financiamento ou serviços às suas investidas. Pensar nisso é desconhecimento de como se realiza a actividade de capital de risco e como actuam os business angels em particular em relação aos projectos em que se envolvem e nos quais o foco é desenvolver o negócio e não carregá-lo de custos em juros e serviços que eles não suportam. O business angel será mais bem servido se puder demonstrar elevados indicadores EBITDA, EBIT e EBT quando vender a sua participação porque a valorização tenderá a fazer-se através de multiplicadores aplicados a essas variáveis.
7. Finalmente, a agravar a existência da sociedade unipessoal que, como se demonstrou, tendencialmente não terá resultados tributáveis em IRC, temos a imposição do Pagamento Especial por Conta que se traduzirá num custo adicional de pelo menos € 1.250 por ano. Em conjunto com os encargos administrativos, de prestação de contas, etc, os custos mínimos de manutenção da sociedade unipessoal serão da ordem de € 4.000 por ano .
Tendo acabado de reparar que foi colocado um comentário por MMartins de Sintra a propósito do meu artigo sobre Globalização e Business Angels publicado no Diário Económico, enquanto Vice-Presidente do Fórum para a Competitividade, que afirma, passo a citar, "A história da Google não se iniciou numa garagem e não teve nenhum "business angel." Mas não faz mal, quem quiser saber vai à Google e procura. É uma das muitas vantagens das novas tecnologias. A informação fidedigna está ao dispor de quase todos." gostaria de informar o seguinte :
1. Efectivamente o Google retrata mais uma história de sucesso de empreendedores que foram apoiados por Business Angels. Foi durante o mês de Agosto de 1998 que Larry Page e Sergey Brin contactaram Andy Bechtolsheim, Business Angels e fundador da Sun, que lhes passou um cheque de 100.000 dólares que ficou guardado por Larry no seu dormitório durante várias semanas enquanto os fundadores estavam a constituir a empresa e a abrir contas bancárias. A Google foi criada formalmente em 7 de Setembro de 1998. Dois ou tres meses depois juntaram-se ao projecto Google os seguintes Business Angels : David Cheriton, Ram Shriram e o conhecido Jeff Bezos, fundador da Amazon, que aportaram cerca de 1 milhão de dólares.
2. Quanto ao inicio da Google Inc em 7 de setembro de 1998 ela efectuou-se realmente numa garagem situada numa zona urbana de perto do campus de Stanford mais concretamente em Menlo Park pertencente a uma ex- namorada de Sergey chamada Susan Wojcicki. Foi assim que após terem iniciado o projecto Google no quarto do dormitório de Larry na Universidade de Stanford os fundadores e o seu primeiro empregado - Craig Silverstein - se mudaram para a citada garagem em Menlo Park.
Para mais informação sobre o emergir da Google Inc como uma das empresas mais impressionantes do mundo dos negócios ler " The Search" em edição portuguesa da editora Casa das Letras.
-
Portal do Empreendedorismo no Desporto
-
Antonuco
-
iZNovidade
-
Start-Up Whisperer
-
Seth Godin
-
Venas Inside
-
No Fio da Navalha