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Sexta-feira, 30 de Novembro de 2007
A importância/vantagens do capital de risco para a empresa e para o investidor

Para reunir as condições necessárias que permitam assegurar os fundos necessários ao desenvolvimento do seu projecto, o Empreendedor deve compreender, antes de mais, a filosofia e os objectivos que norteiam a actuação de uma Sociedade de Capital de Risco ou de um Business Angel, bem como os aspectos conceptuais da indústria de capital de risco.

Assim, torna-se importante referir que o objectivo da SCR passa pela valorização do capital a longo prazo através de investimentos efectuados em empresas de elevado potencial de crescimento e valorização devendo, para o efeito, o Empreendedor satisfazer, em termos processuais, três critérios: uma equipe de gestão de primeira linha, um produto/oportunidade de mercado único que possua uma vantagem diferencial num mercado em crescimento e uma oportunidade de negócio capaz de alcançar um investimento significativo de capital.

Nesse sentido se o Empreendedor possuir um projecto que ambicione alcançar a liderança num determinado segmento de mercado através de uma solução que permita mudar os hábitos dos clientes ou seja que identificou uma necessidade ainda não satisfeita em vez de somente alcançar um novo nível de desempenho, promover melhorias incrementais, atender melhor as actuais expectativas ou acrescentar mais um produto/serviço há gama de produtos/serviços já existentes, certamente que terá vários investidores interessados no seu projecto.

Porém é necessário que o empreendedor demonstre ter as competências – tecnologia, relacionamento com clientes, acesso e agilidade de âmbito global e capital intelectual -  necessárias para conseguir que a sua ideia possibilite uma razoável velocidade de chegada ao mercado, seja simples na forma como satisfaz a necessidade identificada, não esteja avançada demais em relação ao mercado e detenha uma equipe que demonstre comprometimento com a obtenção de resultados e com  o cumprimento de metas intermédias que possibilitem, caso seja necessário, redefinir prioridades continuamente de modo a garantir que se esteja em busca de objectivos com maiores chances de sucesso.



publicado por Francisco Banha às 19:20
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Capital de Risco Transnacional
Conforme terão estado atentos todos aqueles que seguem o mercado de capital de risco, a Gesventure é a única entidade portuguesa que participa no EASY Project, um projecto ao nível europeu que visa estimular os investimentos transnacionais, em particular de empresas em fase de capital semente ou start-ups.
 
De acordo com a seguinte notícia da agência Reuters, o estímulo aos investimentos transnacionais assumirá brevemente novos contornos estando para breve a publicação de um documento por parte do Conselho de Ministros.
 
Os ministros de finanças da União Europeia estão disponíveis para acelerar o processo de criação de um mercado de capital de risco para apoio a novas empresas.
 
Um mercado de capital de risco próspero tem sido visto como crucial no apoio ao aparecimento de novas empresas, entre outras medidas, para fomento do crescimento económico e da criação de empregos.
 
As Sociedades de Capital de Risco têm por tradição o papel de investir em empresas incipientes, ajudá-las a crescer, para posteriormente as tornarem públicas.
 
Segundo o documento que será adoptado pelo ministros no próximo dia 4 de Dezembro, “O Conselho (da União Europeia) reconhece que o mercado de capital de risco europeu ainda se encontra fragmentado pelas fronteiras dos estados membros”
 
“Em particular, as Sociedades e os Fundos de Capital de Risco permanecem insuficientemente grandes, não especializadas e pouco rentáveis para que possam atingir a massa crítica e atractividade dos fundos norte-americanos e dos mercados das novas empresas inovadoras”, refere ainda o documento.
 
Um dos pontos-chave é facilitar os investimentos transnacionais. O relatório de um comité de ministros das finanças e dos responsáveis pelos bancos centrais mencionou estarem já a ser ultrapassadas barreiras ao nível fiscal e legal.
 
Este comité, cujas conclusões se espera serem subscritas pelos ministros, afirma que os estados membros devem trabalhar com a Comissão Europeia “no reconhecimento mútuo da estruturação de fundos e das empresas gestoras, bem como num enquadramento regulatório comum para os fundos.
 
by Agência Reuters

 

fotografia do EASY Investment FORUM que decorreu no Estoril nos passados dias 11 e 12 de Outubro 



publicado por Francisco Banha às 11:22
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Quinta-feira, 29 de Novembro de 2007
Clipping de Capital de Risco

Recomendo a leitura do artigo "Estado ajuda recuperação da Corte Fino" e do suplemento sobre Capital de Risco, ambos do Diário Económico de 27 de Novembro.



publicado por Francisco Banha às 17:59
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Deduções de IRS

   Para que não perca uma oportunidade de poupar quando pagar os seus impostos, sugiro-lhe que consulte a tabela de deduções de IRS.    

 

                                 

 

 

 



publicado por Francisco Banha às 17:37
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Perspectivas para 2008
Antes de mais convêm salientar que o ano de 2007 foi um ano histórico para a actividade dos BA em Portugal. Assistimos à criação de 6 novas Associações, os investidores foram formalmente reconhecidos como Business Angels através da recente publicação da nova lei que lhes confere o estatuto de Investidores em Capital de Risco, realizou-se a 1ª Semana Nacional de Business Angels, trouxemos a Portugal o Congresso Europeu de Business Angels e o EASY Investment Forum e tivemos uma posição central na criação da Associação Mundial de Business Angels, cujo anúncio público foi realizado em Portugal, após uma cimeira com representantes de 25 Associações dos 5 Continentes, que decorreu no Estoril.

Pretendemos por isso, em 2008, consolidar todos estes avanços, em particular ao nível da adesão de potenciais investidores, dotados de competências empresariais, às Associações criadas e a criar (casos de Setúbal, Santarém, Marinha Grande, Madeira, Açores) por forma a analisarem os projectos que estas tem estado a receber  e nos casos em que tal se justificar efectuar investimentos que possam vir a ser efectivamente reconhecidos pelos empreendedores como uma das fontes de financiamento mais indicadas ao desenvolvimento dos seus “Sonhos”. Devo ainda acrescentar que aguardamos com alguma expectativa a criação da Associação Mundial de Business Angels que terá lugar já em Janeiro e na qual estimamos vir a ter um papel importante no seu desenvolvimento futuro.


publicado por Francisco Banha às 17:08
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Quarta-feira, 28 de Novembro de 2007
A figura das SCR e o seu expectável impacto na Indústria de Capital de Risco portuguesa

Numa análise factual ao desenvolvimento da actividade de capital de risco no nosso País, é fácil concluir que se trata de um mercado concentrado em que algumas Sociedades têm cada vez maior poder e influência e onde os montantes médios de investimento têm tendência para aumentar. Ora este facto, bem evidenciado em relatórios de acompanhamento da OCDE, tem vindo a provocar um significativo mal estar junto da comunidade empreendedora uma vez que a possibilidade de as empresas em inicio de actividade poderem obter financiamento junto das Sociedades de Capital de Risco Institucionais é cada vez menor pois estas preferem cada vez mais os projectos de maior dimensão e em estados de desenvolvimento mais maduros. Esta realidade é bem patente na análise dos indicadores estatísticos produzidos pela APCRI nos quais se pode constatar que, com excepção do envolvimento recente das SCR onde o Estado detém a maioria do capital, a generalidade dos investimentos são efectuados nas fases de capital expansão e operações de MBO, limitando assim a procura por parte dos inúmeros projectos que começam a sair dos nossos meios universitários, centros de investigação e desenvolvimento, incubadoras e parques tecnológicos, entre outros.

Acredito, assim, que se torna necessário estimular o aparecimento de fundos privados, em particular para o apoio de empresas em face de início da sua actividade, resultante de uma diversificação das fontes potenciais de capital de risco nomeadamente com origem a nível regional por um lado mas também na captação de fundos com origem internacional por outro.

Nesse sentido a criação, no nosso enquadramento jurídico, da figura das Sociedades Gestoras de Fundos de Capital de Risco que terão como objecto social a gestão e administração de fundos de capital de risco e de activos de sociedades de capital de risco, permitirá fomentar o aparecimento de novos operadores no mercado, nomeadamente por parte de entidades independentes dos grupos financeiros que operam no mercado português.

Este facto é tanto ou mais importante quanto se sabe que o exercício da actividade de capital de risco, mesmo nos países mais evoluídos como o Reino Unido ou os EUA, é feita cada vez mais com recurso à constituição de fundos de capital de risco, os quais assumem o investimento necessário ao desenvolvimento das sociedades participadas, reservando-se as Sociedades Gestoras de Fundos de Capital de Risco para a actividade de gestão de tais fundos. Em face do exposto e uma vez que o exercício da actividade de capital de risco não se efectua com o recurso aos fundos destas Sociedades Gestoras, acreditamos que a implementação no nosso ordenamento jurídico deste tipo de Entidades com capitais sociais mínimos inferiores – será de 250.000 euros - aos actualmente exigidos para a constituição das SCR – recorde-se de 750.000 euros – irá contribuir decisivamente para o aumento de novos “players” – de preferência a gerirem fundos de capital de risco em fases iniciais - nesta importante Indústria.

E a prová-lo está a constituição no passado dia 12 de Novembro, ou seja apenas três dias depois da entrada em vigor do citado decreto-lei, da primeira Sociedade Gestora com as citadas características.
 



publicado por Francisco Banha às 15:43
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Seminário "Nova Geração de Start-ups no sector dos serviços"

O projecto MeIntegra e a TecMinho organizam no próximo dia 6 de Dezembro, no Campus de Gualtar, o seminário Nova geração de start-ups no sector dos serviços” com o objectivo de estimular o espírito empreendedor da comunidade académica e de incentivar o lançamento de projectos empresariais inovadores, em particular na área dos serviços. 

Este evento pretende realçar o papel central que os serviços desempenham nas economias modernas contribuindo decisivamente para o crescimento económico, a produtividade e a criação de emprego. O sector dos serviços representa assim uma fonte de oportunidades para novos empreendedores e novas empresas que apostem em negócios inovadores e na utilização de conhecimento avançado. 

O seminário abordará aspectos relacionados com a criação de empresas de serviços inovadoras, nomeadamente como criar empresas a partir do meio académico, o que fazer para abordar com sucesso os potenciais clientes e como atrair o interesse de investidores. 

O evento incluirá ainda um balanço prospectivo do projecto MeIntegra – ‘Mercados e Estratégias de inserção dos Jovens Licenciados’ realçando a importância deste tipo de iniciativas no apoio à transição para a vida activa dos jovens com qualificações de nível superior. Além disso, e com o objectivo de dinamizar o espírito empreendedor dos jovens licenciados da região Norte, o evento culminará com a Cerimónia Pública de entrega do prémio do concurso ‘Jovens com Iniciativa’ promovido no âmbito do mesmo projecto. 

Enquadrado nesse evento realizar-se-á ainda, paralelamente ao evento, uma Feira do Empreendedorismo, com a participação de várias entidades vocacionadas para o apoio à criação de empresas.   

Para mais informações consulte: http://www.meintegra.ics.uminho.pt/



publicado por Francisco Banha às 13:03
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Terça-feira, 27 de Novembro de 2007
O balanço de 2007. O OE2008 e a actividade dos business angels.

A Federação Nacional de Associações de Business Angels considera importante que o ordenamento jurídico nacional, através do disposto no Decreto-Lei nº 375/2007 de 8 de Novembro, tenha reconhecido o Estatuto de Business Angel com a criação da figura do ICR (Investidor de Capital de Risco).

Na minha qualidade de Presidente da FNABA considero que este é um momento importante, pois concretiza um primeiro passo no reconhecimento dos Business Angels e do seu papel na promoção de novos projectos empresariais, bem como o seu contributo para o desenvolvimento do capital de risco e do emprendedorismo em Portugal.

A FNABA considera no entanto que, apesar dos aspectos positivos contemplados no citado Decreto-Lei aos quais não hesitam em atribuir todo o seu reconhecimento e satisfação, os mesmos não são suficientes para contribuir para um aumento do número de BA no nosso País uma vez que, por sua vez, do ponto de vista fiscal, a proposta de alteração constante do Orçamento Geral de Estado para 2008, não se revela, por ora, muito interessante para os Business Angels. Como se poderá verificar, no quadro seguinte, a criação dos ICR aumenta burocracia, custos financeiros e de tratamento da informação para um Business Angel, que provavelmente encontrará no cumprimento integral do disposto no referido Decreto-Lei, menos vantagens do que as proporcionadas pela situação actualmente em vigor na qual a venda de acções com mais de 12 meses está isenta de mais valias e não obriga a qualquer tipo de formalismos.

Ora se Portugal quer dinamizar e captar investimentos por parte de Business Angels, necessita de reduzir a carga fiscal inerente aos seus investimentos, nomeadamente através de um mecanismo de crédito de imposto, bem como pela criação de fundos de co-investimento entre o Estado e os Business Angels . O exemplo em Inglaterra onde anualmente são deduzidos mais de mil milhões de libras, demonstra a força e o sucesso de uma política virada para a dinamização do tecido económico nomeadamente ao nível das PMEs, essencialmente nos estágios de seed e start-up”, como nos recordou recentemente, em Lisboa, Anthony Clarke, Presidente da EBAN (Rede Europeia de Business Angels), Presidente da British Business Angels Association (BBAA) e Presidente da London Business Angels.

O exemplo escolhido, assenta num Business Angel que investe 40.000 euros numa única sociedade anónima e ao fim de 5 anos vende a sua participação por 80.000 euros.

Veja-se a comparação do aspecto fiscal, proposto no Orçamento Geral do Estado para 2008,em Portugal com o Inglês, através do “Enterprise Investment Scheme”, um sucesso nas políticas de incentivo ao capital de risco formal e informal.


Quadro /exemplo:

RÚBRICAS

Inglaterra

Portugal Sem ICRPortugal com ICR
    
Investimento em empresa SA - Ano 040.00040.00040.000
Venda da participação ao fim de 5 anos80.00080.00080.000
    
Lucro Bruto40.00040.00040.000
    
Outros Custos   
Contabilista (200 euros/mês X (12+1) meses X 5 anos)*0013.000
Custos de registo CMVM (1 vez em 5 anos) *00500
Custos de tempo de reporting de ICR não considerados   
Total outros Custos0013.500
    
Impostos000

IRC

   
Crédito de imposto no ano de investimento (Inglaterra 20%)8.00000
Pagamento Especial por Conta 1250 euros X 4 anos (1ºisento)005.000

Total Impostos

-8.00005.000
    
Custos de distribuição de dividendos   
Lucros antes de distribuição de dividendos48.00040.00021.500
Tributação dos rendimentos colocados à disposição002.150
    
Lucro Líquido que Business Angel recebe48.00040.00019.350
    
Taxa de Rentabilidade dos Capitais Próprios Investidos120%100%48%
    
Nota: Moeda EUR   
*Valores Estimados   


Consideramos assim na FNABA que, tendo em conta que o objectivo se traduz efectivamente em dinamizar o investimento por parte dos Business Angels, o governo deveria legislar/regulamentar no sentido de permitir:

a) A eliminação do Pagamento Especial por Conta para os ICR, uma vez que estarão isentos de IRC os rendimentos de qualquer natureza, obtidos pelos investidores em capital de risco (ICR) que se constituam e operem de acordo com o presente decreto-lei.


b) A criação de um crédito de imposto no ano de investimento, por exemplo de 20%, à semelhança do que acontece em Inglaterra (Enterprise Investment Scheme), ou 25% em França;

c) Que as perdas sejam deduzidas no IRS do Business Angel, à semelhança do que acontece em vários países (ex: Inglaterra)

d) Que seja permitido o acesso dos Business Angels (ICR) a fundos de co-investimento (ex: Fundo de Sindicação de Capital de Risco)

f) Se invista na informação e formação de Business Angels. À semelhança do que acontece noutros sectores de actividade em Portugal e no Estrangeiro, o governo, inclusive indo de encontro à Estratégia de Lisboa, deveria providenciar a nível nacional, uma política de divulgação e informação sobre as vantagens de ser ICR (BA) caso contrário o crescimento do investimento por parte dos potenciais investidores, será mais lento. O governo inglês, por exemplo, organiza em conjunto com a BBAA (British Business Angels Association), cursos de formação de Business Angels, tendo-se mostrado ser esse um dos principais mecanismos de atracção do investimento. Em França, o governo em conjunto com a France Angels (Federação Francesa de Associações de Business Angels) criou, em 2006, um projecto de interesse nacional que visou dotar os Clubes Regionais de Business Angels de um apoio financeiro de 100.000 euros que lhes permita durante um período de três anos desenvolver acções de promoção e formação dos seus membros nomeadamente através de iniciativas de cooperação com as entidades – Parques Tecnológicos, Centros de Investigação e Desenvolvimento, Agências de Desenvolvimento, Incubadoras… - que fomentam a criação de empresas de elevado potencial, a obtenção de conhecimentos sobre as melhores práticas na avaliação de projectos, técnicas de negociação e adopção de regras de corporate governance em especial ao nível das empresas que se encontram em estágios de desenvolvimento iniciais.

Apesar das várias limitações evidenciadas, considera a FNABA que esta iniciativa do Governo constitui um fio condutor de um importante conjunto de acções que têm que ser adoptadas ao nível das políticas públicas de incentivo ao empreendedorismo e ao capital de risco nacional.

Considero por isso que apesar da boa vontade do Governo o que é um facto é que o estímulo fiscal, previsto na Proposta de Orçamento Geral do Estado para 2008, à actividade de BA em Portugal fica muito longe das melhores práticas internacionais conforme se pode verificar com os exemplos de França e Reino Unido atrás apresentados.” Refere ainda que o País não perdia nada em conceder estímulos fiscais favoráveis aos BA uma vez que as empresas que estes irão ajudar a criar irão liquidar IVA nas transacções que irão realizar, Segurança Social nos encargos e descontos dos seus colaboradores, IRS destes colaboradores, criando emprego e certamente produtos e serviços de carácter inovador que tanta falta fazem.

 



publicado por Francisco Banha às 16:16
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IRS/IRC - Benefícios Fiscais

                          

A APEDV - Associação Promotora de Emprego de Deficientes Visuais é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, sem fins lucrativos, fundada em 1980 por Assis Milton, com o intuito de ajudar os deficientes visuais.

A APEDV actua em três áreas: Formação Profissional, Apoio Ocupacional e tem ainda uma Unidade de Apoio.

Esta instituição tem como missão  formar pessoas portadoras de deficiência visual (cegos/ambliopes) com vista à sua integração no mercado normal de trabalho, em articulação com centros de emprego ou com com vista à instalação por conta própria.

Podemos dar o nosso contributo para esta associação, sem qualquer agravamento para o nosso imposto, através da declaração de IRS/IRC, onde consta uma alínea para esta finalidade. Este donativo será comprovado através de um recibo que a APEDV enviará e esta importância será deduzida do rendimento para efeitos fiscais.

Ajudar não custa. Eu já o fiz!

 

Mais informações em www.apedv.org.pt



publicado por Francisco Banha às 15:49
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Segunda-feira, 26 de Novembro de 2007
Como se encontra a actividade dos business angels? Como foi 2007?

O papel dos Business Angels no apoio não só financeiro, às start-ups de alto potencial que se encontram nas fases iniciais, mas também no fortalecimento da capacidade destas para gerir e absorver o crescimento, com que se irão deparar, está a ser cada vez mais reconhecido como essencial para o crescimento da nossa economia.

Para o efeito muito tem contribuído a dinâmica desenvolvida pelas Associações de Business Angels, nas quais existem cerca de 350 investidores, que foram criadas nos últimos anos, permitindo que sete delas tenham juntado esforços na Federação Nacional de Associações de Business Angels, antecipando as boas notícias que a todo o momento se esperavam vir a ser uma realidade como foi o caso do recente decreto-lei, com tudo o que o mesmo representa. Efectivamente estas Redes de Business Angels são organizações essenciais para as economias locais e regionais, proporcionando aos investidores e aos empreendedores não só serviços de aproximação e contactos, mas também facultando instrumentos de valor acrescentado destinados a aumentar o potencial de investimento em start-ups que demonstrem possuir fortes possibilidades de crescimento e valorização.

Por sua vez o IAPMEI  através dos instrumentos de financiamento inovadores e das parcerias Público-Privadas no âmbito do Programa FINICIA, tem vindo a desenvolver um trabalho extremamente meritório na criação de um verdadeiro ecossistema de apoio à dinamização empresarial ao facilitar o acesso ao financiamento pelas empresas de menor dimensão, que tradicionalmente apresentam maiores dificuldades na sua ligação ao mercado financeiro. No esforço de implementação de tão arrojado e inovador Programa FINICIA tem vindo o IAPMEI a dar uma particular atenção à actividade de Business Angels ao proporcionar condições bastante atractivas para que estes investidores possam aumentar o seu leque de investimentos através de operações que podem ser alavancadas com o recurso ao envolvimento da nova Sociedade de Capital de Risco do Ministério da Economia, a INOVCAPITAL.

Vide a propósito o envolvimento, recenetemente, de três business angels, conjuntamente com a INOVCAPITAL na dinamização do projecto Ortik, concepção de equipamentos técnicos para actividades relacionados com o Turismo de Aventura, e de outros dois Business Angels no projecto 112 Video – optimização do serviço de assistência médica com recurso a imagem – igualmente com o apoio da INOVCAPITAL  e tendo por base o referido Programa Finicia.



publicado por Francisco Banha às 19:24
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Sexta-feira, 23 de Novembro de 2007
FNABA no Finance Day da AIESEC ISEG

A FNABA - Federação Nacional de Associações de Business Angels esteve presente no Finance Day do ISEG, iniciativa organizada pela AIESEC ISEG, que teve lugar no passado dia 20 de Novembro no Auditório desta instituição de ensino.  Albino Freire, vogal da Federação, teve a oportunidade de apresentar o conceito de Business Angels aos alunos presentes, bem como o panorama nacional da actividade destes agentes económicos e a fase em que Portugal se encontra ao nível do financiamento de negócios em fase seed capital e start-up.

 

Para mais informações sobre esta Federação que tem manifestamente contribuído para o desenvolvimento da actividade dos Business Angels no nosso país, consulte o site oficial da organização.


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publicado por Francisco Banha às 18:30
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Capital Semente em Portugal?
Partilho aqui com todos um artigo que escrevi sobre o capital semente (seed capital) em Portugal:
O Conselho de Ministros Europeus da Competitividade, a realizar este mês de Novembro, apreciará uma importante proposta de princípios orientadores de política europeia no domínio do financiamento das PME, consubstanciada na Declaração do Estoril. Trata-se de um momento favorável à reflexão atenta sobre o mercado de “Venture Capital” português, o qual durante o 1º semestre de 2007 voltou a registar resultados incompreensivelmente adversos no investimento em projectos “seed capital”, quebrando o bom ritmo que se vinha verificando desde 2004.
Efectivamente, e contrariando a actual tendência europeia, em que somente o investimento em fase “seed capital” duplicou para € 198 milhões, a actividade de capital de risco em Portugal, durante o período em referência, não assinalou um único investimento em “seed capital”, contrariando por completo as politicas governamentais lançadas durante os últimos dois anos, emblematicamente reveladas no Programa FINICIA, cujo mérito conceptual já é sobejamente reconhecido.
Isto assente, não é difícil concluir que a referida ausência de investimento começa no próprio sector que não conseguiu ainda resolver aquela que é uma das principais causas do seu atraso estrutural: a ausência de execução. E porque começa aí, é também por aí que deve começar uma mudança que passe necessariamente por dar execução a um conjunto de acções e actividades – a que já me habituei por apelidar de “acções âncora” – aptas a potenciar o financiamento em projectos em fase inicial de desenvolvimento.
Refiro-me, desde logo, ao lançamento de uma forte campanha de divulgação dos mecanismos de apoio financeiro que se encontram actualmente ao alcance dos empreendedores bem como das vantagens associadas ao financiamento via capital de risco (vidé os excelentes resultados obtidos ao nível da Garantia Mútua em consequência da forte campanha de comunicação por esta realizada); à criação de um Concurso Nacional de Planos de Negócios, devidamente orçamentado (em França, esta iniciativa conta com € 30 milhões) e de abrangência a toda a comunidade de empreendedores portugueses; à criação de Fundos de Capital de Risco Universitários,com o envolvimentonão somente do meio universitário mas também de Business Angels, Private Equity, Corporate Ventures, etc; ao lançamento de um Plano Nacional de Incubadoras e de Parques Tecnológicos, tendo em conta a sua elevada apetência para a melhoria da performance de negócio das empresas e aceleração do seu desenvolvimento; à implementação de uma estratégia sustentada de crescimento das Corporate Ventures a nível nacional, baseada numa politica de investimentos em projectos portadores de inovações tecnológicas comercialmente atraentes; à adopção por parte dos Organismos do Estado de mecanismos favoráveis à adjudicação de serviços a start-ups (nos EUAforam adjudicados às start-ups serviços correspondentes a mais de 23% do total dos seus orçamentos); à potenciação da actuação dos Business Angels, através da implementação de um enquadramento fiscal favorável ( EUA, Reino Unido e França, permitem deduzir à matéria colectável entre 20% a 25% dos investimentos realizados em projectos “early stage”) e da criação de mecanismos de apoio à dinamização regional dos clubes de Business Angels; à participação dos fundos “private equity” noutros fundos de menor dimensão (ex: adquirindo unidades de participação de fundos de Capital de Risco universitários) e, finalmente, a mudança de atitude por parte dos gestores das SCR perante os projectos em fase “early stage”, que se deseja muito mais distanciada de uma postura típica da Banca de Investimentos e mais orientada para uma lógica assente no potencial de valorização que a oportunidade única, identificada por empreendedores qualificados, poderá assumir no mercado.
A execução efectiva do conjunto de “acções âncora” atrás referidas, impõe-se como alternativa eficaz para, não só repor, mas sobretudo ampliar no mercado de “Venture Capital” português, o tão indispensável financiamento “seed capital”, no âmbito do qual o esforço das várias entidades a actuar neste sector é igualmente imprescindível.
 
Francisco Banha
Presidente da GESVENTURE
 
fbanha@gesbanha.pt
 
www.gesventure.pt


publicado por Francisco Banha às 12:37
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Como se encontra o mercado de capital de risco em Portugal? Qual a sua evolução ao longo dos anos?
resposta por Francisco BANHA, CEO da Gesventure e Presidente da FNABA
 
Apesar do clima positivo que tem caracterizado a Indústria de Capital de Risco nacional temos de, possuir a coragem de reconhecer que, infelizmente, a mesma não tem qualquer relevância na economia portuguesa, contrariamente ao que se verifica em Espanha, por exemplo, onde os valores investidos continuam a atingir recordes dignos de registo conforme o demonstra os números alcançados no terceiro trimestre de 2007 – 3.289 milhões de euros contra os apenas 120 milhões de euros registados em Portugal, no 1ºsemestre. Para que se perceba a minha afirmação refira-se que num espaço de 20 anos o número de Sociedades de Capital de Risco em Espanha passou de 24 para 165 (só no 1º semestre de 2007 foram criadas 15 novas entidades) enquanto que no nosso País o numero se mantêm praticamente o mesmo ou seja 26 Entidades.
 
Naturalmente que o acréscimo alcançado na Industria de Capital de Risco espanhola, na linha aliás do que tem estado a ocorrer na Europa, se deve fundamentalmente à significativa oferta de Fundos na área das Operações de “Management Buy Out” e/ou “Management Buy In” e que não têm tido equivalência em Portugal. Considero no entanto, e verdade seja dita, que tal é devido, não tanto por culpa do lado da oferta, mas principalmente pela ausência, até ao momento, de Gestores portugueses, com características Empreendedoras, que se encontrem sensibilizados para as oportunidades existentes na transmissão da propriedade das empresas principalmente por parte dos empresários fundadores.
 
Em todo o caso a Industria de CR em Portugal nunca será caracterizada pelo seu número elevado de operações mas sim pela excelência que as mesmas possam alcançar conforme se provou pela recente operação da Chipidea ou anteriormente pela Payshop, operação que o mercado pouco conhece mas que possibilitou a duas SCR nacionais elevadas mais valias. Nesse sentido considero que ao nível do Private Equity o mercado já tem um número de players interessante para a sua dimensão o que permite aos Empresários e/ou Quadros de Gestão que decidam liderar operações de aquisição ou de MBO/MBI ter a oferta de CR necessária quer os montantes envolvidos sejam de media ou grande dimensão.
 
Perspectivo no entanto profundas alterações no número de operações realizadas no segmento do Venture Capital caso (i) as SCR em que o estado português tem maioria accionista continuem a fazer o excelente trabalho desenvolvido nos últimos três anos o qual possibilitou a que pela primeira vez, em 20 anos de actividade de CR em Portugal, se tenham apoiado cerca de 100 Empreendedores a materializarem os seus sonhos de criarem negócios de valor acrescentado que visaram satisfazer necessidades muitas delas nem sequer até aquele momento "sentidas" pelo mercado. Vide por exemplo o projecto denominado "SmartAdvertising" que em apenas 1 ano passou de um volume de negócios de 50.000 euros para 2.500.000 euros e que neste momento já ambiciona a internacionalização do seu conceito com a mais que provável entrada no mercado espanhol mais concretamente em Vigo. Para o efeito acredito, muito sinceramente, que a INOVCAPITAL com a liderança emotiva, mobilizadora e conhecedora do seu CEO, Dr. Luis Filipe Costa, possa vir a contribuir com a sua capacidade financeira e de networking para o fortalecimento do novo Ecossistema Empreendedor Português, que seja atractivo a todos os seus intervenientes, estimulando pela via do CR o aparecimento de novos projectos e o lançamento internacional de outros que já passaram a fase do "seed capital". (ii) A comunidade empreendedora e a comunidade de BA consigam aproveitar a excelente oportunidade que as Plataformas FINICIA permitem na alavancagem de projectos que se encontram nas fases de seed capital e start-up, pois dificilmente terão no futuro uma "porta de entrada" no mundo dos negócios como aquela que o citado programa permite. (iii) Sejam implementadas medidas fiscais de estímulo à actividade de Business Angels (iv) se criem os primeiros Fundos de Capital de Risco Universitários que actuem nas fases de Seed Capital (v) se dinamize a criação de um Concurso Nacional de Planos de Negócios devidamente orçamentado - em França o orçamento é de mais de 25 milhões de euros - que atraia ao mesmo tempo potenciais empreendedores com experiência profissional e projectos de elevado factor de diferenciação que possam vir a alimentar o citado Ecossistema. (vi) Se lance um Plano Nacional de Incubadoras que some as competências e os recursos actualmente dispersos por "n" entidades e estimule o crescimento de novos projectos empresariais que possam ser apresentados pela sua qualidade e potencial de mercado às Comunidades Regionais de BA que felizmente já começam a existir no nosso Pais. (vii) Alguns dos empreendedores que foram apoiados com CR, nos últimos 3 anos, consigam ter sucesso, nomeadamente nos mercados internacionais, capaz de captar a atenção dos investidores internacionais de CR possibilitando a obtenção de mais valias às SCR e aos citados Empreendedores que permita a criação de um verdadeiro círculo virtuoso de mais empresas e mais capitais.


publicado por Francisco Banha às 12:27
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Regulamentos de aplicação do QREN
Foi publicado um conjunto de diplomas que regulamenta a aplicação do QREN - Quadro de Referência Estratégico Nacional, nos termos em que foi acordado entre Portugal e a Comissão Europeia, que estabeleceu a reforma dos sistemas de incentivos orientados para o investimento empresarial, visando assegurar uma maior selectividade na sua gestão e prosseguir prioridades definidas para um crescimento económico sustentado na inovação e no conhecimento. Neste sentido, surgem hoje as seguintes portarias:

- Portaria n.º 1462/2007, que aprova o Regulamento do Sistema de Incentivos à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico (SI I&DT);
- Portaria n.º 1463/2007, que aprova o Regulamento do Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME (SI Qualificação de PME);
- Portaria n.º 1464/2007, que aprova o Regulamento do Sistema de Incentivos à Inovação (SI Inovação).

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publicado por Francisco Banha às 12:11
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Quinta-feira, 22 de Novembro de 2007
Programa FINCRESCE - Consolidar Lideranças

Hoje deixo-lhe um pequeno vídeo com a apresentação do "Programa FINCRESCE - Consolidar Lideranças" por António Gaspar, Gestor do Programa FINCRESCE, durante o 9º Encontro Gesventure.



publicado por Francisco Banha às 12:47
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Vencedores dos prémios Gesventure na imprensa

 

António Quina, responsável pelo catálogo de experiências "A Vida é Bela" e vencedor do Prémio Inovação no Venture Capital IT de 2005, recebe novamente a atenção da imprensa, desta vez na revista UP da TAP (Novembro).

Entrevista a António Quina

 

A portuguesa M.A.R. Kayaks, detentora da marca NELO, e com responsabilidades na obtenção de 35 medalhas de competição mundial na canoagem e remo foi distinguida no Venture Capital IT de 2007 com o Prémio Inovação. Partilho aqui consigo o artigo recentemente publicado na revista UP da TAP (Novembro).

O Melhor Caiaque do Mundo



publicado por Francisco Banha às 12:27
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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2007
...

 

"Para Artur Santos Silva, "os bancos não são entidades que tem que resolver o problema de criar capital". Para o "chairman" do BPI, "esse papel não cabe aos bancos, a falta de capital de risco" não é culpa dos bancos. "São os agentes económicos que têm que ter dinheiro e capacidade de gestão para apoiar empreendimentos novos"."

 

[artigo completo] in Jornal de Negócios, 20/11/07

 

 



publicado por Francisco Banha às 11:49
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TecMinho galardoada com o “Prémio de Apoio de Iniciativa Empresarial”

 

O Programa de “Spin-offs da Universidade do Minho”, implementado pela TecMinho desde 2005, foi o escolhido para receber o “Prémio de Apoio de Iniciativa mpresarial” ("Enterprise Support Award"). Este galardão integra uma das 5 categorias da fase nacional dos Prémios Europeus de Iniciativa Empresarial promovidos pela Comissão Europeia e dinamizados em Portugal pelo IAPMEI, com o alto patrocínio do Ministro da Economia e Inovação.

Artigo completo em TecMinho.

 


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publicado por Francisco Banha às 11:21
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Terça-feira, 20 de Novembro de 2007
Arrange dinheiro para o seu Projecto

A Revista Prémio apresentou na sua última edição um extenso trabalho sobre a angariação de capital para a qual tive a oportunidade de contribuir.

 

Deixo o artigo "Arrange dinheiro para o seu Projecto" para consulta. (15/11/07)



publicado por Francisco Banha às 11:58
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EASY Project - n.3 - Novembro/2007

 

Para todos os que acompanharam o EASY Investment Forum que decorreu no Estoril nos passados dias 11 e 12 de Outubro, recomendo a leitura da última newsletter deste projecto de âmbito europeu que visa os investimentos transnacionais em empresas de elevado potencial de crescimento e valorização que se encontrem numa fase inicial de lançamento.

 

Aproveito desde já para informar que um novo evento terá lugar dias 25 e 26 de Fevereiro em Milão, constituindo assim mais uma oportunidade para projectos de toda a Europa poderem ser apresentados a investidores especializados na fase de early-stage. Se tem um projecto escalável a nível europeu nos sectores de equipamentos/ serviços médicos, design, transporte e logística ou tecnologias "limpas", envie o seu projecto para a Gesventure que, enquanto parceiro nacional para esta iniciativa, o poderá conduzir até ao evento.

 

 

  Update on the EASY programme
  Welcome
  Angel investors gather from across Europe at third EASY Investment Forum in Estoril
  EASY Project rebrands
  First cross border deal from EASY Project about to close
  Czech Republic opens its doors to formalised angel investment
  Outcome of Helsinki EASY meeting signals optimistic future for cross border angel investments
  Francisco Banha tells us about angel investing in Portugal
  Survey of findings provides food for thought for cross border angel investment
  EASY Toolkits - beta version launched
  EASY Partner events - details
  Support for EASY Project gains momentum
  Further news about Early stage investment across Europe
  World Business Angel Association to form in January 2008
  Europe's entrepreneurs offer great solutions on the internet
  London Business Angels celebrates its 25th Anniversary in style
  Second business angels week to take place in France in mid November
  The hot sectors in pan European investment
  France Angels announces new initiative with Microsoft France



publicado por Francisco Banha às 11:38
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