Para reunir as condições necessárias que permitam assegurar os fundos necessários ao desenvolvimento do seu projecto, o Empreendedor deve compreender, antes de mais, a filosofia e os objectivos que norteiam a actuação de uma Sociedade de Capital de Risco ou de um Business Angel, bem como os aspectos conceptuais da indústria de capital de risco.
Assim, torna-se importante referir que o objectivo da SCR passa pela valorização do capital a longo prazo através de investimentos efectuados em empresas de elevado potencial de crescimento e valorização devendo, para o efeito, o Empreendedor satisfazer, em termos processuais, três critérios: uma equipe de gestão de primeira linha, um produto/oportunidade de mercado único que possua uma vantagem diferencial num mercado em crescimento e uma oportunidade de negócio capaz de alcançar um investimento significativo de capital.
Nesse sentido se o Empreendedor possuir um projecto que ambicione alcançar a liderança num determinado segmento de mercado através de uma solução que permita mudar os hábitos dos clientes ou seja que identificou uma necessidade ainda não satisfeita em vez de somente alcançar um novo nível de desempenho, promover melhorias incrementais, atender melhor as actuais expectativas ou acrescentar mais um produto/serviço há gama de produtos/serviços já existentes, certamente que terá vários investidores interessados no seu projecto.
Porém é necessário que o empreendedor demonstre ter as competências – tecnologia, relacionamento com clientes, acesso e agilidade de âmbito global e capital intelectual - necessárias para conseguir que a sua ideia possibilite uma razoável velocidade de chegada ao mercado, seja simples na forma como satisfaz a necessidade identificada, não esteja avançada demais em relação ao mercado e detenha uma equipe que demonstre comprometimento com a obtenção de resultados e com o cumprimento de metas intermédias que possibilitem, caso seja necessário, redefinir prioridades continuamente de modo a garantir que se esteja em busca de objectivos com maiores chances de sucesso.

fotografia do EASY Investment FORUM que decorreu no Estoril nos passados dias 11 e 12 de Outubro
Recomendo a leitura do artigo "Estado ajuda recuperação da Corte Fino" e do suplemento sobre Capital de Risco, ambos do Diário Económico de 27 de Novembro.
Para que não perca uma oportunidade de poupar quando pagar os seus impostos, sugiro-lhe que consulte a tabela de deduções de IRS.

Numa análise factual ao desenvolvimento da actividade de capital de risco no nosso País, é fácil concluir que se trata de um mercado concentrado em que algumas Sociedades têm cada vez maior poder e influência e onde os montantes médios de investimento têm tendência para aumentar. Ora este facto, bem evidenciado em relatórios de acompanhamento da OCDE, tem vindo a provocar um significativo mal estar junto da comunidade empreendedora uma vez que a possibilidade de as empresas em inicio de actividade poderem obter financiamento junto das Sociedades de Capital de Risco Institucionais é cada vez menor pois estas preferem cada vez mais os projectos de maior dimensão e em estados de desenvolvimento mais maduros. Esta realidade é bem patente na análise dos indicadores estatísticos produzidos pela APCRI nos quais se pode constatar que, com excepção do envolvimento recente das SCR onde o Estado detém a maioria do capital, a generalidade dos investimentos são efectuados nas fases de capital expansão e operações de MBO, limitando assim a procura por parte dos inúmeros projectos que começam a sair dos nossos meios universitários, centros de investigação e desenvolvimento, incubadoras e parques tecnológicos, entre outros.
Acredito, assim, que se torna necessário estimular o aparecimento de fundos privados, em particular para o apoio de empresas em face de início da sua actividade, resultante de uma diversificação das fontes potenciais de capital de risco nomeadamente com origem a nível regional por um lado mas também na captação de fundos com origem internacional por outro.
Nesse sentido a criação, no nosso enquadramento jurídico, da figura das Sociedades Gestoras de Fundos de Capital de Risco que terão como objecto social a gestão e administração de fundos de capital de risco e de activos de sociedades de capital de risco, permitirá fomentar o aparecimento de novos operadores no mercado, nomeadamente por parte de entidades independentes dos grupos financeiros que operam no mercado português.
Este facto é tanto ou mais importante quanto se sabe que o exercício da actividade de capital de risco, mesmo nos países mais evoluídos como o Reino Unido ou os EUA, é feita cada vez mais com recurso à constituição de fundos de capital de risco, os quais assumem o investimento necessário ao desenvolvimento das sociedades participadas, reservando-se as Sociedades Gestoras de Fundos de Capital de Risco para a actividade de gestão de tais fundos. Em face do exposto e uma vez que o exercício da actividade de capital de risco não se efectua com o recurso aos fundos destas Sociedades Gestoras, acreditamos que a implementação no nosso ordenamento jurídico deste tipo de Entidades com capitais sociais mínimos inferiores – será de 250.000 euros - aos actualmente exigidos para a constituição das SCR – recorde-se de 750.000 euros – irá contribuir decisivamente para o aumento de novos “players” – de preferência a gerirem fundos de capital de risco em fases iniciais - nesta importante Indústria.
E a prová-lo está a constituição no passado dia 12 de Novembro, ou seja apenas três dias depois da entrada em vigor do citado decreto-lei, da primeira Sociedade Gestora com as citadas características.

O projecto MeIntegra e a TecMinho organizam no próximo dia 6 de Dezembro, no Campus de Gualtar, o seminário “Nova geração de start-ups no sector dos serviços” com o objectivo de estimular o espírito empreendedor da comunidade académica e de incentivar o lançamento de projectos empresariais inovadores, em particular na área dos serviços.
Este evento pretende realçar o papel central que os serviços desempenham nas economias modernas contribuindo decisivamente para o crescimento económico, a produtividade e a criação de emprego. O sector dos serviços representa assim uma fonte de oportunidades para novos empreendedores e novas empresas que apostem em negócios inovadores e na utilização de conhecimento avançado.
O seminário abordará aspectos relacionados com a criação de empresas de serviços inovadoras, nomeadamente como criar empresas a partir do meio académico, o que fazer para abordar com sucesso os potenciais clientes e como atrair o interesse de investidores.
O evento incluirá ainda um balanço prospectivo do projecto MeIntegra – ‘Mercados e Estratégias de inserção dos Jovens Licenciados’ realçando a importância deste tipo de iniciativas no apoio à transição para a vida activa dos jovens com qualificações de nível superior. Além disso, e com o objectivo de dinamizar o espírito empreendedor dos jovens licenciados da região Norte, o evento culminará com a Cerimónia Pública de entrega do prémio do concurso ‘Jovens com Iniciativa’ promovido no âmbito do mesmo projecto.
Enquadrado nesse evento realizar-se-á ainda, paralelamente ao evento, uma Feira do Empreendedorismo, com a participação de várias entidades vocacionadas para o apoio à criação de empresas.
Para mais informações consulte: http://www.meintegra.ics.uminho.pt/
A Federação Nacional de Associações de Business Angels considera importante que o ordenamento jurídico nacional, através do disposto no Decreto-Lei nº 375/2007 de 8 de Novembro, tenha reconhecido o Estatuto de Business Angel com a criação da figura do ICR (Investidor de Capital de Risco).
Na minha qualidade de Presidente da FNABA considero que este é um momento importante, pois concretiza um primeiro passo no reconhecimento dos Business Angels e do seu papel na promoção de novos projectos empresariais, bem como o seu contributo para o desenvolvimento do capital de risco e do emprendedorismo em Portugal.
A FNABA considera no entanto que, apesar dos aspectos positivos contemplados no citado Decreto-Lei aos quais não hesitam em atribuir todo o seu reconhecimento e satisfação, os mesmos não são suficientes para contribuir para um aumento do número de BA no nosso País uma vez que, por sua vez, do ponto de vista fiscal, a proposta de alteração constante do Orçamento Geral de Estado para 2008, não se revela, por ora, muito interessante para os Business Angels. Como se poderá verificar, no quadro seguinte, a criação dos ICR aumenta burocracia, custos financeiros e de tratamento da informação para um Business Angel, que provavelmente encontrará no cumprimento integral do disposto no referido Decreto-Lei, menos vantagens do que as proporcionadas pela situação actualmente em vigor na qual a venda de acções com mais de 12 meses está isenta de mais valias e não obriga a qualquer tipo de formalismos.
Ora se Portugal quer dinamizar e captar investimentos por parte de Business Angels, necessita de reduzir a carga fiscal inerente aos seus investimentos, nomeadamente através de um mecanismo de crédito de imposto, bem como pela criação de fundos de co-investimento entre o Estado e os Business Angels . O exemplo em Inglaterra onde anualmente são deduzidos mais de mil milhões de libras, demonstra a força e o sucesso de uma política virada para a dinamização do tecido económico nomeadamente ao nível das PMEs, essencialmente nos estágios de seed e start-up”, como nos recordou recentemente, em Lisboa, Anthony Clarke, Presidente da EBAN (Rede Europeia de Business Angels), Presidente da British Business Angels Association (BBAA) e Presidente da London Business Angels.
O exemplo escolhido, assenta num Business Angel que investe 40.000 euros numa única sociedade anónima e ao fim de 5 anos vende a sua participação por 80.000 euros.
Veja-se a comparação do aspecto fiscal, proposto no Orçamento Geral do Estado para 2008,em Portugal com o Inglês, através do “Enterprise Investment Scheme”, um sucesso nas políticas de incentivo ao capital de risco formal e informal.
Quadro /exemplo:
RÚBRICAS | Inglaterra | Portugal Sem ICR | Portugal com ICR |
| Investimento em empresa SA - Ano 0 | 40.000 | 40.000 | 40.000 |
| Venda da participação ao fim de 5 anos | 80.000 | 80.000 | 80.000 |
| Lucro Bruto | 40.000 | 40.000 | 40.000 |
| Outros Custos | |||
| Contabilista (200 euros/mês X (12+1) meses X 5 anos)* | 0 | 0 | 13.000 |
| Custos de registo CMVM (1 vez em 5 anos) * | 0 | 0 | 500 |
| Custos de tempo de reporting de ICR não considerados | |||
| Total outros Custos | 0 | 0 | 13.500 |
| Impostos | 0 | 0 | 0 |
IRC | |||
| Crédito de imposto no ano de investimento (Inglaterra 20%) | 8.000 | 0 | 0 |
| Pagamento Especial por Conta 1250 euros X 4 anos (1ºisento) | 0 | 0 | 5.000 |
Total Impostos | -8.000 | 0 | 5.000 |
| Custos de distribuição de dividendos | |||
| Lucros antes de distribuição de dividendos | 48.000 | 40.000 | 21.500 |
| Tributação dos rendimentos colocados à disposição | 0 | 0 | 2.150 |
| Lucro Líquido que Business Angel recebe | 48.000 | 40.000 | 19.350 |
| Taxa de Rentabilidade dos Capitais Próprios Investidos | 120% | 100% | 48% |
| Nota: Moeda EUR | |||
| *Valores Estimados |
Consideramos assim na FNABA que, tendo em conta que o objectivo se traduz efectivamente em dinamizar o investimento por parte dos Business Angels, o governo deveria legislar/regulamentar no sentido de permitir:
a) A eliminação do Pagamento Especial por Conta para os ICR, uma vez que estarão isentos de IRC os rendimentos de qualquer natureza, obtidos pelos investidores em capital de risco (ICR) que se constituam e operem de acordo com o presente decreto-lei.
b) A criação de um crédito de imposto no ano de investimento, por exemplo de 20%, à semelhança do que acontece em Inglaterra (Enterprise Investment Scheme), ou 25% em França;
c) Que as perdas sejam deduzidas no IRS do Business Angel, à semelhança do que acontece em vários países (ex: Inglaterra)
d) Que seja permitido o acesso dos Business Angels (ICR) a fundos de co-investimento (ex: Fundo de Sindicação de Capital de Risco)
f) Se invista na informação e formação de Business Angels. À semelhança do que acontece noutros sectores de actividade em Portugal e no Estrangeiro, o governo, inclusive indo de encontro à Estratégia de Lisboa, deveria providenciar a nível nacional, uma política de divulgação e informação sobre as vantagens de ser ICR (BA) caso contrário o crescimento do investimento por parte dos potenciais investidores, será mais lento. O governo inglês, por exemplo, organiza em conjunto com a BBAA (British Business Angels Association), cursos de formação de Business Angels, tendo-se mostrado ser esse um dos principais mecanismos de atracção do investimento. Em França, o governo em conjunto com a France Angels (Federação Francesa de Associações de Business Angels) criou, em 2006, um projecto de interesse nacional que visou dotar os Clubes Regionais de Business Angels de um apoio financeiro de 100.000 euros que lhes permita durante um período de três anos desenvolver acções de promoção e formação dos seus membros nomeadamente através de iniciativas de cooperação com as entidades – Parques Tecnológicos, Centros de Investigação e Desenvolvimento, Agências de Desenvolvimento, Incubadoras… - que fomentam a criação de empresas de elevado potencial, a obtenção de conhecimentos sobre as melhores práticas na avaliação de projectos, técnicas de negociação e adopção de regras de corporate governance em especial ao nível das empresas que se encontram em estágios de desenvolvimento iniciais.
Apesar das várias limitações evidenciadas, considera a FNABA que esta iniciativa do Governo constitui um fio condutor de um importante conjunto de acções que têm que ser adoptadas ao nível das políticas públicas de incentivo ao empreendedorismo e ao capital de risco nacional.
Considero por isso que apesar da boa vontade do Governo o que é um facto é que o estímulo fiscal, previsto na Proposta de Orçamento Geral do Estado para 2008, à actividade de BA em Portugal fica muito longe das melhores práticas internacionais conforme se pode verificar com os exemplos de França e Reino Unido atrás apresentados.” Refere ainda que o País não perdia nada em conceder estímulos fiscais favoráveis aos BA uma vez que as empresas que estes irão ajudar a criar irão liquidar IVA nas transacções que irão realizar, Segurança Social nos encargos e descontos dos seus colaboradores, IRS destes colaboradores, criando emprego e certamente produtos e serviços de carácter inovador que tanta falta fazem.

A APEDV - Associação Promotora de Emprego de Deficientes Visuais é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, sem fins lucrativos, fundada em 1980 por Assis Milton, com o intuito de ajudar os deficientes visuais.
A APEDV actua em três áreas: Formação Profissional, Apoio Ocupacional e tem ainda uma Unidade de Apoio.
Esta instituição tem como missão formar pessoas portadoras de deficiência visual (cegos/ambliopes) com vista à sua integração no mercado normal de trabalho, em articulação com centros de emprego ou com com vista à instalação por conta própria.
Podemos dar o nosso contributo para esta associação, sem qualquer agravamento para o nosso imposto, através da declaração de IRS/IRC, onde consta uma alínea para esta finalidade. Este donativo será comprovado através de um recibo que a APEDV enviará e esta importância será deduzida do rendimento para efeitos fiscais.
Ajudar não custa. Eu já o fiz!
Mais informações em www.apedv.org.pt
O papel dos Business Angels no apoio não só financeiro, às start-ups de alto potencial que se encontram nas fases iniciais, mas também no fortalecimento da capacidade destas para gerir e absorver o crescimento, com que se irão deparar, está a ser cada vez mais reconhecido como essencial para o crescimento da nossa economia.
Para o efeito muito tem contribuído a dinâmica desenvolvida pelas Associações de Business Angels, nas quais existem cerca de 350 investidores, que foram criadas nos últimos anos, permitindo que sete delas tenham juntado esforços na Federação Nacional de Associações de Business Angels, antecipando as boas notícias que a todo o momento se esperavam vir a ser uma realidade como foi o caso do recente decreto-lei, com tudo o que o mesmo representa. Efectivamente estas Redes de Business Angels são organizações essenciais para as economias locais e regionais, proporcionando aos investidores e aos empreendedores não só serviços de aproximação e contactos, mas também facultando instrumentos de valor acrescentado destinados a aumentar o potencial de investimento em start-ups que demonstrem possuir fortes possibilidades de crescimento e valorização.
Por sua vez o IAPMEI através dos instrumentos de financiamento inovadores e das parcerias Público-Privadas no âmbito do Programa FINICIA, tem vindo a desenvolver um trabalho extremamente meritório na criação de um verdadeiro ecossistema de apoio à dinamização empresarial ao facilitar o acesso ao financiamento pelas empresas de menor dimensão, que tradicionalmente apresentam maiores dificuldades na sua ligação ao mercado financeiro. No esforço de implementação de tão arrojado e inovador Programa FINICIA tem vindo o IAPMEI a dar uma particular atenção à actividade de Business Angels ao proporcionar condições bastante atractivas para que estes investidores possam aumentar o seu leque de investimentos através de operações que podem ser alavancadas com o recurso ao envolvimento da nova Sociedade de Capital de Risco do Ministério da Economia, a INOVCAPITAL.
Vide a propósito o envolvimento, recenetemente, de três business angels, conjuntamente com a INOVCAPITAL na dinamização do projecto Ortik, concepção de equipamentos técnicos para actividades relacionados com o Turismo de Aventura, e de outros dois Business Angels no projecto 112 Video – optimização do serviço de assistência médica com recurso a imagem – igualmente com o apoio da INOVCAPITAL e tendo por base o referido Programa Finicia.
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A FNABA - Federação Nacional de Associações de Business Angels esteve presente no Finance Day do ISEG, iniciativa organizada pela AIESEC ISEG, que teve lugar no passado dia 20 de Novembro no Auditório desta instituição de ensino. Albino Freire, vogal da Federação, teve a oportunidade de apresentar o conceito de Business Angels aos alunos presentes, bem como o panorama nacional da actividade destes agentes económicos e a fase em que Portugal se encontra ao nível do financiamento de negócios em fase seed capital e start-up.
Para mais informações sobre esta Federação que tem manifestamente contribuído para o desenvolvimento da actividade dos Business Angels no nosso país, consulte o site oficial da organização. |


Hoje deixo-lhe um pequeno vídeo com a apresentação do "Programa FINCRESCE - Consolidar Lideranças" por António Gaspar, Gestor do Programa FINCRESCE, durante o 9º Encontro Gesventure.
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António Quina, responsável pelo catálogo de experiências "A Vida é Bela" e vencedor do Prémio Inovação no Venture Capital IT de 2005, recebe novamente a atenção da imprensa, desta vez na revista UP da TAP (Novembro). Entrevista a António Quina |
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A portuguesa M.A.R. Kayaks, detentora da marca NELO, e com responsabilidades na obtenção de 35 medalhas de competição mundial na canoagem e remo foi distinguida no Venture Capital IT de 2007 com o Prémio Inovação. Partilho aqui consigo o artigo recentemente publicado na revista UP da TAP (Novembro). |

"Para Artur Santos Silva, "os bancos não são entidades que tem que resolver o problema de criar capital". Para o "chairman" do BPI, "esse papel não cabe aos bancos, a falta de capital de risco" não é culpa dos bancos. "São os agentes económicos que têm que ter dinheiro e capacidade de gestão para apoiar empreendimentos novos"."
[artigo completo] in Jornal de Negócios, 20/11/07

O Programa de “Spin-offs da Universidade do Minho”, implementado pela TecMinho desde 2005, foi o escolhido para receber o “Prémio de Apoio de Iniciativa mpresarial” ("Enterprise Support Award"). Este galardão integra uma das 5 categorias da fase nacional dos Prémios Europeus de Iniciativa Empresarial promovidos pela Comissão Europeia e dinamizados em Portugal pelo IAPMEI, com o alto patrocínio do Ministro da Economia e Inovação.
Artigo completo em TecMinho.
A Revista Prémio apresentou na sua última edição um extenso trabalho sobre a angariação de capital para a qual tive a oportunidade de contribuir.
Deixo o artigo "Arrange dinheiro para o seu Projecto" para consulta. (15/11/07)

Para todos os que acompanharam o EASY Investment Forum que decorreu no Estoril nos passados dias 11 e 12 de Outubro, recomendo a leitura da última newsletter deste projecto de âmbito europeu que visa os investimentos transnacionais em empresas de elevado potencial de crescimento e valorização que se encontrem numa fase inicial de lançamento.
Aproveito desde já para informar que um novo evento terá lugar dias 25 e 26 de Fevereiro em Milão, constituindo assim mais uma oportunidade para projectos de toda a Europa poderem ser apresentados a investidores especializados na fase de early-stage. Se tem um projecto escalável a nível europeu nos sectores de equipamentos/ serviços médicos, design, transporte e logística ou tecnologias "limpas", envie o seu projecto para a Gesventure que, enquanto parceiro nacional para esta iniciativa, o poderá conduzir até ao evento.
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Portal do Empreendedorismo no Desporto
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Seth Godin
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No Fio da Navalha