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Segunda-feira, 24 de Outubro de 2011
O Facebook em números
 
Os números do Facebook através de um grafismo do site Mashable, com design de Emily Caufield e pesquisa de Ben Parr.

O artigo original pode ser encontrado aqui.
 


publicado por Francisco Banha às 12:03
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Terça-feira, 11 de Outubro de 2011
A Qualidade da Gestão nas PMEs

As grandes forças ambientais, designadas por globalização da competição e dos mercados, a desregulamentação dos sectores económicos em todo o mundo, a convergência e a velocidade crescente da revolução tecnológica e o advento da era da informação- isoladas ou em conjunto - estão a levar as empresas a debruçarem-se com afinco, na palavra de ordem deste inicio século, COMPETÊNCIA ,como forma de sobreviver e prosperar.

Neste cenário, vem-se observando e acompanhando com ansiedade, o ritmo das reformas estruturais, tendo como pano de fundo um tema de grande relevância para as organizações, a profissionalização da gestão das empresas, com o objectivo básico de procurar a Excelência empresarial.

Excelência esta que, ao ter como pontos de referência a aquisição de condições de competitividade, ganhos crescentes de produtividade e competência para privilegiar a satisfação dos clientes, dos colaboradores e dos accionistas/sócios com elevados padrões de Qualidade faz com que a Informação e o Conhecimento sejam, no limiar de uma Nova Economia, as armas nucleares mais competitivas que os empresários têm ao seu dispor para fazer a diferença num mercado cada vez mais competitivo mas pleno de oportunidades.

Com efeito, em todos os sectores, as empresas bem sucedidas são aquelas que têm a melhor Informação, a qual controlam da forma mais eficaz e não as que têm recursos naturais, grandes negócios ou grandes contas bancárias.

Com base nas teorias Robert Kaplan, nomeadamente do Balanced ScoreCard, desenvolveram-se sistemas de controlo e medição adequados a uma tomada de decisão consistente sobre informação financeira, produtividade e/ou capacidade de inovação e informação sobre a distribuição de recursos, uma vez que as novas tecnologias e os sistemas de bases de dados multidimensionais permitem incorporar nos sistemas tradicionais de informação financeira factores como a Satisfação do cliente, Qualidade, Quota de mercado e incidência dos Recursos humanos no desenvolvimento da Estratégia.

Aqui chegados, importa colocar a seguinte questão : Mas como é que as PMEs portuguesas podem adoptar esta filosofia, baseada nos princípios de Gestão pela Qualidade Total, se ainda hoje, na maior parte delas, os sistemas de informação assentam em parâmetros tradicionais de contabilidade financeira que têm como objectivo principal a entrega de informação à administração fiscal para que esta efectue a respectiva cobrança de impostos?

Apesar de termos consciência de que a resposta à presente questão não é pacífica não deixaremos de enunciar que a solução passa pela a criação de parcerias entre as PMEs e as empresas de prestação de serviços de gestão e contabilidade , em regime de outsourcing, que privilegie um nível de qualidade de serviço que permita obter o máximo potencial de informação e de tecnologia na criação de valor que permita melhorar a rentabilidade dessas PMEs.

Com efeito, a empresa de Serviços ao possuir uma massa crítica de profissionais multidisciplinares, não só nas áreas tradicionais de finanças/contabilidade (gestão de tesouraria, recebimentos e pagamentos, obrigações fiscais, relatórios de gestão e contas), compras, recursos humanos, património, mas também nas áreas de reengenharia e tecnologias de informação, permitirá melhorar o desempenho, a rentabilidade e o valor das PMEs portuguesas através da introdução de melhores práticas de benchmarking e de tecnologias avançadas.

Através desta plataforma de partilha de informação fantástica que dá pelo nome de Facebook a Gesbanha tentará proporcionar a todos os interessados e de forma regular alguma da informação que até há bem pouco tempo atrás apenas estava reservada aos técnicos e especialistas de contabilidade, uma vez que passará a disponibilizar por esta via um conjunto de experiências e de conhecimento sobre as áreas da Governance empresarial que se encontram ao nosso dispor. 



publicado por Francisco Banha às 17:54
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Terça-feira, 31 de Maio de 2011
Wooga garante mais $24 Milhões em financiamento

Wooga, a empresa de jogos sociais com sede em Berlim garantiu 24 milhões de dólares numa segunda ronda de investimento, pouco tempo depois de ter alcançado o terceiro lugar nas empresas que fornecem jogos sociais no Facebook.

A Wooga é responsável pelos jogos "Diamond Dash", "Monster World", "Happy Hospital", "Bubble Island" e "Brain Buddies".

Leia este artigo do Wall Street Journal para uma informação mais detalhada.





publicado por Francisco Banha às 16:58
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Sexta-feira, 6 de Maio de 2011
Facebook e Google querem Skype

Segundo a Reuters, tanto o Facebook como a Google pretendem adquirir ou estabelecer uma parceria com o Skype.

Uma das fontes da Reuters, avança que no caso de uma aquisição, o Facebook está disposto a chegar a valores entre os 3 e os 4 mil milhões de dólares.

Deixo-lhe dois links, no tek.sapo.pt e no Mashable, onde poderá obter mais informações.





publicado por Francisco Banha às 11:44
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Quinta-feira, 5 de Maio de 2011
Facebook com crescimento estrondoso no Brasil

O Facebook está a conquistar os brasileiros, noticia o site Technet, tendo registado uma subida impressionante nos últimos meses. Já ultrapassou o Orkut em termos de audiência e é provável que tenha mais utilizadores registados do que a rede social da Google já para o próximo ano.


O ritmo de crescimento do Facebook no Brasil é avassalador. De Janeiro a Abril deste ano conseguiu perto de cinco milhões de novos utilizadores, estando agora perto dos 18 milhões. Em Janeiro, 13 milhões de brasileiros utilizavam o Facebook. Este crescimento que é tanto mais expressivo se pensar que a rede social criada por Mark Zucherberg tinha apenas seis milhões de utilizadores há cerca de um ano.

 


 


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publicado por Francisco Banha às 12:20
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Quarta-feira, 4 de Maio de 2011
Facebook, Twitter e Amazon continuam a valorizar

O Jornal diário Metro noticia hoje que o Facebook poderá valer mais de 100 mil milhões de dólares (67 mil milhões de euros), segundo o Wall Street Journal. Na origem desta valorização está o investimento da Goldman Sachs e da Digital Sky Technologies , no valor de 500 milhões de dólares (336 milhões de euros) em Janeiro, bem como a aposta em venda de publicidade.

 

Recorde-se que o Facebook ainda não está cotado em Bolsa, mas terá de o fazer quando atingir os 500 mil milhões de dólares.

 

O TechCrunch anunciou hoje que o microblog Twitter adquiriu o Tweetdeck, numa transacção de 40 ou 50 milhões de dólares (34 milhões de euros), que deverá ser oficialmente anunciada em breve. O Tweetdeck é um browser personalizado que permite comunicar em tempo real.

 

O Metro noticia ainda que a Amazon continua em alta: va-se lançar no mundo dos descontos na alta costura, através da criação de um site exclusivo para membros.

 

FONTES: Metro e TechCrunch


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publicado por Francisco Banha às 10:26
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Segunda-feira, 2 de Maio de 2011
Facebook vale 70 mil milhões de dólares

O site TVNet noticia que um grupo de accionistas do Facebook quer vender mil milhões de dólares em acções no mercado secundário, sendo que esta operação situa o valor de mercado da empresa em cerca de 70 mil milhões de dólares.


Os vendedores já tinham tentado vender as acções numa operação que situava o valor da empresa nos 90 mil milhões mas, à data, não apareceram interessados. Agora, querem descarregar mil milhões de dólares numa operação que coloca o valor da rede social nos 70 mil milhões de dólares.

 

A transação proposta, inclui acções detidas por funcionários da empresa. No entanto, a operação tem que ser autorizada pelos principais executivos do grupo. Até agora, o Facebook ainda não comentou a situação.

 

FONTE: TVNet


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publicado por Francisco Banha às 10:41
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Segunda-feira, 11 de Abril de 2011
Facebook partilha a tecnologia dos seus servidores

 

O Portal TvNet noticia que o Facebook está a partilhar a tecnologia dos seus servidores, que suportam os acessos massivos. O “Open Compute Project”, designação deste novo projecto, pretende criar servidores mais eficientes.


Os responsáveis da rede social fizeram uma parceria com algumas das maiores empresas mundiais de hardware, entre as quais a HP, Dell, AMD e Intel, para lançar o Programa de Computação Aberta (“Open Compute Project”).

 

O objectivo é oferecer especificações e design para a criação de servidores mais eficientes, rápidos e baratos, que serão partilhados abertamente com outras empresas.

 

Esta tecnologia será utilizada no primeiro data center do Facebook, em Prineville, Oregon, Estados Unidos.

Geralmente, empresas como a Google e a Microsoft, mantêm secretos os detalhes sobre a sua tecnologia, ao passo que o Facebook pretende mudar este paradigma. Os servidores da rede social permitem que 500 milhões de utilizadores acedam, actualmente, ao Facebook.

 

FONTE: TvNet


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publicado por Francisco Banha às 10:53
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Segunda-feira, 28 de Março de 2011
Ranking português para o Facebook

 

A empresa de marketing digital dJomba lançou um medidor de popularidade das páginas portuguesas e de portugueses no Facebook.
 

A importância gradual das redes sociais na estratégia de comunicação das empresas nacionais levou a dJomba a apostar no site FbRank.pt , através do qual se pode aceder a um rankingdiário de páginas portuguesas no Facebook, de acordo com o seu número de admiradores.
 

Cada página tem uma ficha individual com informação detalhada, gráficos com a evolução do número de fãs, ao longo do tempo e uma lista com os últimos comentários públicos sobre a marca/personalidade colocados no mural Facebook.
 

Está prevista, com o desenrolar do projecto, a inclusão de funcionalidades e ferramentas avançadas de reporting, bemcomoinformações sobre cada marca/ personalidade ou uma lista de páginas relacionadas ou não oficiais.
 

Conheça o FbRank.pt: www.fbrankpt.com/


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publicado por Francisco Banha às 11:27
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Sexta-feira, 25 de Março de 2011
Facebook Places chega a Portugal

O serviço de geolocalização do Facebook, o Facebook Places, encontra-se já disponível no mercado português sob o nome "Locais do Facebook". A aplicação pode ser utilizada através dos smartphones e as actualizações sobre a localização dos utilizadores vão também para o mural e para o feed de notícias do grupo de amigos. Numa área com interesse para as marcas, a ferramenta permite, através do Facebook Places, lançar descontos e acções promocionais com base na localização do utilizador não ficou esquecida na versão lusa.

 

FONTE: Meios & Publicidade


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publicado por Francisco Banha às 10:04
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Sexta-feira, 4 de Fevereiro de 2011
Parabéns Facebook!

 

No dia 4 de Fevereiro de 2004 nasceu o Facebook, a maior rede social do mundo. Fundada pelo jovem empreendedor Mark Zuckberg- eleito Personalidade do Ano pela Time em 2010- o Facebook era inicialmente restrito aos estudantes da Universidade de Harvard. Em apenas dois meses, o Facebook atingiu todas as Universidades da Ivy League- MIT, Universidade de Boston e Boston College. A partir de 2006 o Facebook- que não parou de crescer entretanto- estendeu-se a estudantes do ensino secundário e às empresas.

 

Actualmente, o Facebook regista mais de 500 milhões de membros activos, espalhados por todo o mundo e suporta 65 diferentes idiomas. Nos EUA o Facebook é o maior site activo de fotografias, com mais de 60 milhões de fotografias publicadas por semana, ultrapassando até o Flickr.

 

Com sede em Palo Alto (na foto), a empresa Facebook tem cerca de 900 colaboradores e Zuckberg é o mais jovem bilionário do mundo.

 

O surgimento e ascensão do Facebook, na residência universitária de Harvard, foram alvo de um filme realizado por David Fincher. “A Rede Social”é um dos favoritos para os Óscares, cuja cerimónia de entrega se realiza no próximo dia 27.

 

Recordo que o Facebook começou com apenas 1000 euros…por todos os motivos, Parabéns!!!


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publicado por Francisco Banha às 11:22
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Terça-feira, 25 de Janeiro de 2011
Facebook Raises $1.5 Billion, Now Worth $50 Billion

Última notícia do Facebook no Portal de Tecnologia Mashable - o Facebook angaria 1.5 biliões de dólares através de capital de risco, tendo agora um valor estimado de 50 biliões de dólares...que mais nos reservará este negócio que começou com apenas mil dólares, cujo seu fundador foi considerado "Personalidade do Ano 2010" e cujo filme que relata a sua história é um sério candidato aos Óscares?

"Facebook has just announced that it has raised $1.5 billion in venture funding from Digital Sky Technologies, Goldman Sachs and clients of the investment bank. With this round, Facebook is officially worth $50 billion.

“Our business continues to perform well, and we are pleased to be able to bolster our cash position with this new financing,” Facebook CFO David Ebersman said in its announcement. “With this investment completed, we now have greater financial flexibility to explore whatever opportunities lie ahead.” (...)

Continue a sua leitura em: http://mashable.com/2011/01/21/facebook-raises-1-5-billion-now-worth-50-billion/



publicado por Francisco Banha às 11:35
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Segunda-feira, 3 de Janeiro de 2011
Facebook garante novo financiamento de $500 milhões

A Goldman Sachs e um investidor russo vão investir $500 milhões no Facebook.

A Goldman Sachs investe $450 milhões enquanto o investidor russo injecta mais $50 milhões, depois de já ter investido $500 milhões em operações anteriores.

Segundo o New York Times, este investimento permitirá desenvolver novos serviços, contratar mais trabalhadores e também poderá ser usado para aquisições.

Este negócio permite ao Facebook ser avaliado em 50 mil milhões de dólares.

Convido-o a ler o interessante artigo sobre este negócio no New York Times.



publicado por Francisco Banha às 12:13
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Quinta-feira, 26 de Agosto de 2010
Facebook vale duas vezes mais do que o Yahoo!

 

A ‘corrida’ às acções do Facebook levou a uma valorização da rede social na ordem dos 33 mil milhões de dólares, valor que representa mais do que o atribuído ao eBay, à Dell e quase duas vezes mais do que o do Yahoo!.


O Facebook não está em bolsa, mas os accionistas estão a transaccionar as participações por via de um mercado secundário de transacções, sendo cada acção da rede social vendida a 76 dólares, mais do dobro do valor que apresentava no início do ano, noticia a edição online do The Guardian. As transacções em mercados secundários podem inflacionar os valor das empresas, dada a escassez das acções transaccionadas, mas a entrada em bolsa da rede social, a concretizar-se, é encarada como a maior Oferta Pública de Venda (OPV) desde que há seis anos o Google entrou em bolsa.


FONTE: Meios & Publicidade

 



publicado por Francisco Banha às 09:53
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Sexta-feira, 20 de Agosto de 2010
Facebook quer revolucionar georeferenciação

 

O Facebook vai disponibilizar o Facebook Places. O projecto foi apresentado esta quarta-feira, na sede da empresa, na Califórnia. O Facebook Places vai permitir partilhar através do telemóvel as localizações geográficas e comentários sobre esse sítio com a rede de amigos. Apesar da empresa não ter divulgado quando irá introduzir esta ferramenta noutros mercados, a expectativa é que, em breve, seja alargada a mais países. Em todo o mundo, mais de 150 milhões de pessoas acedem ao Facebook através dos seus telemóveis.

 

O Facebook Places também permite marcar (tagged) ou procurar amigos em determinadas localizações. As novas funções levaram a rede social a actualizar a sua política de privacidade. Os utilizadores serão informados de que foram marcados pelos amigos e em qualquer momento, tal como ocorre com as fotografias, poderão excluir a possibilidade de fazer tags associados à georeferenciação. As políticas de privacidade do Facebook são frequentemente criticadas. Uma das vozes que mais recentemente se fez ouvir foi a do CEO do Google, Eric Schmidt, que alertou para o perigo que representa para os utilizadores mais jovens partilhar muita informação pessoal nas redes sociais.

 

Encarada como uma ferramenta com elevado potencial para os anunciantes, o Facebook Places é visto como um concorrente da rede social Foursquare. O Daily Telegraph referia ontem que até o logotipo escolhido para o Facebook Places consistia apresentada um quatro num quadrado (foursquare).

 

Dennis Crowley, um dos fundadores da Foursquare, tinha já antes dito ao mesmo jornal que não temia a concorrência. “O Twitter já permite a localização, mas independentemente de outros começarem a apostar na localização, o Foursquare continua a ser único porque as pessoas estão a usá-lo por motivos diferentes. Estão a jogar, a encontrar ofertas, a contar aos amigos onde estão e a procurar novos lugares. No Twitter, as pessoas estão a dizer os seus pensamentos, enquanto no Foursquare estamos a construir um programa de incentivo e recompensa para incentivar as pessoas a experimentar novos lugares”.

 

FONTE: Meios & Publicidade


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publicado por Francisco Banha às 15:01
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Terça-feira, 17 de Agosto de 2010
TMN, Meo e Sapo com atendimento ao cliente no Twitter e Facebook

Os serviços de atendimento ao cliente da TMN, Meo e Sapo vão passar a estar presentes no Twitter e no Facebook, onde as marcas do universo PT contam com 140 mil seguidores. Para tal, foi constituída uma equipa de atendimento dedicada a responder a solicitações nas redes sociais. Esta equipa está presente nas páginas oficiais da TMN, Sapo e Meo no Facebook e nas contas @TMNcliente, @MEOcliente, @SAPOcliente do Twitter. A mesma equipa responderá também aos clientes nos sites e fóruns que abordem problemas relacionados com o serviço ao cliente.


Esta notícia comprova o que tenho vindo a defender em vários posts neste blog: as redes sociais mudaram a forma como nos relacionamos uns com os outros e com as marcas.


FONTE: Meios & Publicidade

 



publicado por Francisco Banha às 10:16
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Terça-feira, 29 de Junho de 2010
Seara.com lança software para analisar Facebook

A empresa Seara.com, através do seu serviço E.Life, lançou recentemente o FacebookMeter, um software que possibilita a monitorização e análise de referências a marcas na rede social. Segundo informa a empresa, esta ferramenta “permite indexar todos os depoimentos que se referem a marcas, empresas, instituições ou personalidades, agregando-os e organizando-os, conforme o tipo de comentário, de forma a perceber críticas, comportamentos, hábitos de consumo e orientação do consumidor”.

 

Além disso, o software faz um cruzamento de informação com as fan pages a que os utilizadores estão ligados permitindo conhecer preferências, localização idade ou a frequência com que fazem comentários. Para dar a conhecer as capacidades do novo software, a empresa criou a plataforma FacebookSearch.eu, que permite fazer buscas automáticas por empresa, marca, instituição ou pessoa em vários países como o Reino Unido, Alemanha, Espanha, França, Itália, Brasil e Portugal, exportando os resultados em formato Excel.

 

FONTE: Meios & Publicidade



publicado por Francisco Banha às 10:15
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Sexta-feira, 25 de Junho de 2010
Credibilidade aos perfis de marcas no Facebook cada vez mais elevada

Um estudo conduzido pela Netsonda sobre o Facebook revela que 90% dos inquiridos dizem considerar credíveis as páginas das marcas na rede social e afirmam consultá-las regularmente. Esta é uma das conclusões do estudo Face to Facebook realizado pela Netsonda, que abordou quatro temas: dados de perfil e de acesso à internet, redes sociais, hábitos e atitudes e páginas de marcas no Facebook. O estudo conclui que “cerca de metade dos inquiridos está sempre ligado ou liga-se várias vezes por dia ao Facebook, através do computador e até mesmo telemóvel”, sendo que as mulheres são quem dedica mais horas por dia a esta rede, com duas a três horas em contraste com a média de uma hora referida pela generalidade dos inquiridos.


Em termos de preferências, tomam a dianteira as páginas de grupos, como causas sociais, com 72% dos utilizadores, seguida das páginas de associações (44%) e das páginas de empresas, marcas ou produtos (37%). Mais de um terço dos entrevistados admite que a opinião/impressão sobre essas marcas melhorou depois de seguirem as suas páginas no Facebook, rede social que apresenta um nível de top of mind de 70% e de notoriedade espontânea de 96%.


FONTE: Meios & Publicidade



publicado por Francisco Banha às 10:38
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Sexta-feira, 18 de Junho de 2010
"Facebook reflecte interacções pessoais, não as substitui"

A autora de "The Facebook Era", Clara Shih, vem a Portugal explicar como podem as empresas lucrar com as novas redes sociais

As redes sociais estão a mudar o panorama para as empresas e muitas não sabem lidar com isso. Clara Shih, uma especialista que trabalhou na Google e na Microsoft, escreveu um guia para ajudar. Chama-se "The Facebook Era", vai ter uma segunda edição revista no final do ano e serve de mote para a apresentação que vai fazer amanhã, na conferência .com_multi_web, organizada no âmbito da pós-graduação em Comunicação Empresarial da Escola de Gestão do Porto e com o apoio do i. Shih, que está a lançar a sua empresa, foi considerada pela FastCompany como uma das personalidades mais influentes do mundo digital em 2010. As suas ideias sobre as redes sociais mostram porquê.

 

As empresas devem ter cuidado com as redes sociais em que aparecem?

 

Idealmente deviam estar em todos os lados, mas isso consome demasiado tempo. Por isso é importante que as empresas monitorizem os sites, vejam o que está a ser dito sobre elas. Contudo, no momento de estabelecer uma presença e investir tempo e dinheiro, devem ver onde estão os clientes que pretendem atingir.

 

Portanto, é preciso estudar o panorama antes de começar qualquer coisa?

Sim. Se uma empresa percebe que não tem muitos clientes no Twitter, talvez investir ali seja uma perda de tempo.

 

E devem ter pessoas só a fazer este trabalho nas redes sociais?

 

As grandes empresas, pelo menos nos Estados Unidos, já estão a fazer isso. Contratam gestores de marketing social para coordenar a estratégia transversalmente a todos os departamentos.

 

É uma nova profissão?

 

Sim, é uma carreira emergente. Mas para as PME é muito dispendioso ter uma pessoa focada só nisso. Por isso, costuma ser alguém do departamento de marketing a encarregar-se desta tarefa adicional.

 

E essas pessoas sabem o que fazer?

 

Penso que ainda estão a tentar entender quais as possibilidades da web social. Não se pode simplesmente agarrar na estratégia de marketing e adaptá-la - tal como aconteceu nos primórdios da internet, em que os primeiros sites eram digitalizações da brochura das empresas.

 

Como devem encarar essas possibilidades?

 

Têm de ter em conta que as pessoas estão a partilhar mais informação que nunca através dos seus perfis. E que sites como o Facebook e o LinkedIn conseguem expor esta informação, através de uma plataforma anónima, para que os anunciantes possam distribuir anúncios a audiências definidas. Por exemplo, uma empresa que vende bilhetes de futebol não consegue ver perfis, mas diz ao Facebook: "Quero comprar um milhão de euros em anúncios para serem mostrados a pessoas que de alguma forma mostram interesse por futebol."

 

Isso não é assustador, no sentido em que os perfis estão a ser usados para fins comerciais?

 

Sim e não. Não são dadas informações pessoais, não há perda de privacidade. Simplesmente são mostrados anúncios específicos quando o utilizador entra na rede, que em princípio serão interessantes para ele e dos quais poderá tirar valor.

Mas há uma grande polémica em torno da privacidade. É a questão mais desafiante que o Facebook enfrenta, e se não lidar com ela sairá bastante prejudicado. O CEO Mark Zuckerberg percebeu isso e tomou medidas para que as pessoas se sintam confortáveis. Anunciou uma megalteração das definições de privacidade e isso satisfez as preocupações. O Facebook está numa situação única, porque nos últimos cinco anos foi responsável pela redefinição do que é socialmente aceitável, em termos de partilha e de privacidade online.

 

Concorda com Zuckerberg quando diz que a era da privacidade terminou?

 

Não terminou, mas está a mudar e o Facebook contribuiu muito para essa mudança. No entanto, quando se está na vanguarda por vezes vai-se longe de mais. E isto já aconteceu antes - quando eles apresentaram o feed de notícias, as pessoas ficaram muito incomodadas por terem as suas actualizações publicadas em tempo real. Mas agora adoram o feed, que é um dos principais diferenciadores do Facebook e uma das razões pelas quais cresceu tanto.

 

Quando escreveu o livro, não se falava muito de empresas nas redes sociais.

 

Sim, as empresas costumavam ver o Facebook como um jogo, uma coisa para universitários, e isso mudou. Agora toda a gente está a gastar dinheiro para criar páginas - que são o equivalente a sites, só que dentro de uma rede social, e em campanhas de marketing apropriadas.

As redes sociais vão mudar o futuro da publicidade online?

 

Sim. O Facebook tem mais informação sobre as pessoas que qualquer outra empresa. Mas enquanto a Google revolucionou a publicidade ao pôr as pessoas a especificar as suas intenções de compra (quem procura câmaras digitais, é provável que queira uma), o Facebook abordou a publicidade não a partir do que as pessoas estão à procura agora, mas sim do que gostam. O futuro é a integração de ambas.

 

Há uns anos, o Second Life era a grande promessa e falhou. O que vai impedir as redes sociais de ter o mesmo destino?

 

O Second Life nunca atingiu um número de utilizadores suficientemente grande. É mesmo uma segunda vida: é preciso aprender coisas novas. Além disso, a maior parte das interacções acontece com estranhos (o que também aconteceu com o Friendster, Orkut, MySpace). Não é relevante para a vida das pessoas. A razão pela qual o Facebook é tão atractivo é que reflecte as interacções pessoais dos utilizadores, não as substitui.

 

Fundou a HearSay. De que se trata?

 

Todas as empresas querem a mesma coisa: estar no Facebook e no Twitter e ter resultados do seu investimento. Decidimos desenvolver um software específico para ajudar a gerir esta estratégia. Já temos clientes a usar o nosso software, que é uma espécie de CRM [customer relationship management] para o Facebook e outras redes.

 

Entrevista extraída do Jornal I



publicado por Francisco Banha às 11:59
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O fim do e-mail está para breve, diz responsável do Facebook

 

"Se queres saber o que as pessoas vão fazer amanhã, olha para o que os adolescentes fazem hoje." A frase de Sheryl Sandberg, directora-executiva do Facebook, alertou ontem a audiência da conferência da Nielsen para o fim do e-mail.

 

De acordo com Sandberg, e ao contrário da geração anterior,  apenas 11% dos adolescentes trocam e-mails diariamente nos dias de hoje. Em vez disso, preferem enviar SMS ou mensagens via Twitter e Facebook.

 

"A ideia de não se conseguir viver sem e-mail vai provavelmente acabar", disse Sandberg. No entanto, a directora-executiva do Facebook defendeu que a mudança vai ser boa para as empresas. Se é difícil ter acesso ao endereço de e-mail dos consumidores, o mesmo não acontece nas redes sociais. "Num dia, [uma marca] consegue chegar ao dobro das pessoas no Facebook do que aquelas que vêem o American Idol nos Estados Unidos", explica Sheryl. " E isso só representa 30% dos consumidores globais."

 

FONTE: Jornal I



publicado por Francisco Banha às 11:29
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