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Segunda-feira, 25 de Julho de 2011
O Empreendedor e as férias

Nesta altura de férias em que o mais comum dos mortais aproveita para dedicar algum do seu tempo ao descanso e ao lazer, deparamo-nos, paralelamente, com uma realidade bem distinta no mundo empresarial, nomeadamente ao nível dos empreendedores que gerem pequenas empresas.

Com efeito este tipo de empreendedor debate-se com pressões inevitáveis e incontornáveis de vária ordem a que não será estranha, entre outros aspectos, a concorrência global, a diversidade no local de trabalho, o esforço pela qualidade e competitividade que levam necessariamente a um inevitável e total empenho na sua actividade.

Assim é normal defender-se que a dedicação, a disponibilidade e muito trabalho (no início de 12 a 16 horas dia, não raro 7 dias por semana) são condições fundamentais para a obtenção do sucesso empresarial, pois o empreendedor sabendo o valor do seu tempo, procurará utilizá-lo da melhor forma, trabalhando arduamente na obtenção dos seus objectivos.

Apesar de compreendermos este tipo de atitude gostaríamos no entanto de, através do presente artigo, despertar a atenção do empreendedor para a necessidade que o mesmo deve ter de pelo menos uma vez por ano permitir-se, durante um certo período, dispor de algum tempo livre.

Referimo-nos, tão somente, ao tempo livre do qual o empreendedor nunca deverá prescindir, sob pena de se transformar numa pessoa excessivamente perfeccionista, com tolerância zero ao fracasso, facilmente irritável, e que no limite acaba por encarar a sua própria família como um obstáculo ao desenvolvimento da sua actividade.

Nesse sentido uma pequena pausa para relaxamento e descompressão, dedicando-a à família e aos amigos, ao exercício de algumas actividades extra-laborais e inclusivamente à criação de um pequeno plano que preveja alterações na rotina (por exemplo aumentando o intervalo entre reuniões e dedicando-se à prática de exercícios físicos) afigura-se-nos como sendo a melhor alternativa para aquando do retorno às suas actividades poder rentabilizar o seu desempenho.

Isto para evitar atingir um ponto de ruptura, provocado essencialmente pelo excesso de trabalho e inerente carga de responsabilidades que se poderão traduzir em sintomas negativos nomeadamente ao nível do foro físico (hipertensão, problemas cardíacos, transtornos gástricos, etc.) e psicológico (stress).

Em resumo, o empreendedor terá que ser enérgico e estar disposto a dedicar longas horas à sua empresa mas sem descurar a importância dos momentos de descompressão que aqui recomendo.



publicado por Francisco Banha às 11:36
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Terça-feira, 22 de Junho de 2010
Programa Erasmus para Empreendedores



Já tive oportunidade de destacar aqui no blog esta iniciativa da UE que promove o intercâmbio de jovens empreendedores dentro da Europa. O conceito é simples, empreendedores ou jovens que planeiem criar a sua empresa, podem obter um período de experiência com um Empreendedor confirmado noutro país Europeu. A aprendizagem está garantida!

 

Recebi entretanto o precioso alerta do Jorge Pires, um leitor assíduo do blog, para o prazo da abertura das candidaturas que termina no próximo dia 28 de Junho.

 

Sobre este período de candidaturas:
http://ec.europa.eu/enterprise/newsroom/cf/itemlongdetail.cfm?lang=pt&item_id=4258

Sobre o programa:
http://www.erasmus-entrepreneurs.eu



publicado por Francisco Banha às 09:01
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Sexta-feira, 7 de Maio de 2010
Os erros e acertos do criador do Skype



«Responsável por grandes sucessos tecnológicos como o KaZaA e o Skype, o sueco Niklas Zennström também acumula iniciativas não muito bem sucedidas em seu currículo - um exemplo é o descontinuado Joost, plataforma de TV pela internet. Mas ele não faz nenhuma questão de esconder isso. Zennström, empreendedor nato, é daqueles que acreditam que se pode aprender com os erros.

Hoje, aos 44 anos, o sueco atua como investidor na Atomico, empresa de capital de risco que fundou em 2006 com o amigo Janus Friis. Como risco para ele não é problema, a Atomico decidiu deixar o restrito mercado do primeiro mundo e começa a procurar parceiros na América Latina. Depois de fechar um investimento na Argentina, Zennström desembarcou na segunda-feira (3) no Brasil, que visita pela primeira vez, atrás do que ele chama de "disruptive technologies". Ideias como as que ele mesmo teve ao longo da carreira.»

artigo completo in EXAME Brasil 6/5/2010



publicado por Francisco Banha às 00:37
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Quinta-feira, 15 de Abril de 2010
A Fábula dos Empreendedores

 

 

Há quem defenda que as histórias de empreendedores de sucesso são parecidas com os filmes da Disney. Criadas apenas para entreter...

 

Steve Jobs e Bill Gates são génios da informática que criaram na garagem de casa dois dos negócios mais inovadores do mundo. Esta é a história que costumamos encontrar na imprensa e (também) nas universidades. Pouco se fala que Gates é neto de banqueiro. Ou que Jobs inovou com a ajuda de seu amigo Steve Wozniak e de muitos outros aliados – e que nem sempre foi considerado um empresário de sucesso. Empreendedores de destaque tornam-se heróis com superpoderes nas biografias comummente encontradas em livrarias e bancas de jornais simplesmente porque os jornalistas gostam de contar histórias de gente fora do comum.

 

E os leitores, adoram ler fábulas empresariais. As narrativas sobre empresários lembram muito os roteiros da Disney. Para traçar um paralelo com o empreendedorismo, nada mais instrutivo que o filme “A Princesa e o Sapo”. Uma moça pobre e humilde, Tiana, sonha ter o seu próprio restaurante. O seu destino muda para sempre quando encontra um sapo. É, sim, o príncipe encantado. Depois de uma boa dose de drama, o sapo transforma-se num rico herdeiro que irá realizar o sonho empreendedor de Tiana. Assim como o restaurante de “A Princesa e o Sapo”, empresas como Apple ou Microsoft parecem ter sido criadas por um passe de mágica de mentes brilhantes. Job e Gates são provavelmente indivíduos bem acima da média. Mas os seus negócios foram criados com algum capital, parceiros e uma rede de relacionamentos. E a sua trajectória foi mais acidentada do que às vezes aparenta.

 

Estudiosos do sucesso da Disney como Steven Watts, autor do livro “The Magic Kingdom: Walt Disney and the American Way of Life”, defendem que filmes como Branca de Neve e Pinóquio simbolizam valores que (particularmente) os norte-americanos cultivam. Branca de Neve celebra o triunfo do oprimido e a importância do “trabalhar árduo”. A narrativa de Pinóquio critica o desperdício de recursos e a educação permissiva. Walt Disney procurou fazer do seu próprio negócio uma história romântica de idealistas que trabalham em conjunto por amor à arte – mas académicos como David Boje, professor da New México State University (NMSU), desconstruíram-na e mostraram que a vida e a obra de Disney não foi nada virtuosa.

 

Um mito muito difundido entre empreendedores é o do “self-made man”. Homens que criam empresas do nada e apenas com seu próprio esforço. Num livro recentemente publicado nos Estados Unidos (“From Predators to Icons”), os investigadores franceses Michel Villette e Catherine Vuillermot analisaram a biografia empresarial de 32 dos mais influentes empreendedores do mundo. Chegam à conclusão de que o “self-made man” não existe. Homens de sucesso não partiram do zero nem ergueram impérios por conta própria, sustentam os autores. (...)

 

Segundo um dos principais decifradores de mitos, o sociólogo francês Roland Barthes, mitos não são eternos, pois surgem com a história. São a representação idealizada para um grupo social num determinado momento. E são definidos muito mais pelo processo de comunicação do que pelos objectos da sua mensagem. Ou seja, a questão não é Steve Jobs ou Bill Gates. É o que transmitem: o espírito empreendedor de quem consegue transformar sonho em realidade.

 

Gostaríamos que o mundo fosse diferente. Que existissem super-heróis. Mas enfrentar a realidade talvez seja o caminho mais recomendado para quem, de facto, queira fazer alguma diferença para si próprio e para os outros.

 

Adaptado de Adriana Wilner, redactora-chefe de Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios



publicado por Francisco Banha às 01:07
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Quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010
Design Bump liga Business Angels a Empreendedores

O portal Design Bump tem como objectivo ligar empreendedores da área do design a business angels na Índia, país da economia emergente que cada vez mais se afirma.

 

Design Bump é uma comunidade de designers empreendedores que partilham informação útil, dicas, curiosidades e onde se pode votar e descobrir links na Web sobre design, desenvolvimento de negócios nesta área e investimento.

 

Poderá encontrar artigos interessantes sobre temas como a alavancagem de negócios online, criação de valor, como causar uma primeira boa impressão a clientes, entre muitos outros.

 

Visite: http://designbump.com/



publicado por Francisco Banha às 19:13
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Terça-feira, 22 de Dezembro de 2009
Empreendedores respondem a Empreendedores



O site Startups.com permite que qualquer empreendedor possa ver questões respondidas pelos seus pares, ou seja, outros empreendedores. Lá pode encontrar questões relacionadas com gestão de equipas, tecnologia, marketing, fiscalidade, entre outras.

O website está muito focado no mercado americano pelo que é natural que algumas das informações apresentadas se adequem mais a esse mercado.



publicado por Francisco Banha às 15:54
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Terça-feira, 3 de Novembro de 2009
“Guerra Creativa”- novos recursos para os empreendedores

Hoje partilho um portal que me foi dado a conhecer pela empreendedora Ana Lúcia Gimenez.

“Guerra Creativa” é uma plataforma para criativos da área de design gráfico que permite uma fácil obtenção de instrumentos de comunicação gráfica aos empreendedores, através do novo conceito de Crowdsourcing.

Nas palavras dos seus fundadores, “Guerra Creativa” é uma comunidade para “criativos” que fornecem aos novos empreendedores o “armamento” para o seu “campo de batalha” e partirem à conquista dos seus mercados. As “armas” passam pelo design, logótipos, website ou programação.

Os criativos têm uma espécie de rede social interna na plataforma “Guerra Creativa”, onde competem, gerem a sua reputação, criam os seu perfil profissional, recrutam colaboradores, fazem networking e têm acesso a clientes internacionais.

A plataforma “Guerra Creativa” é uma iniciativa da empresa Connaxis, especialista em Web design, desenho gráfico, flash, 3D, animações, jogos e vídeo.

Saiba mais sobre esta “Guerra Creativa” que muito apoio pode dar aos novos empreendedores em: http://pt.guerra-creativa.com/pages/about ou http://www.youtube.com/watch?v=oydrrLqEuJs 
 



publicado por Francisco Banha às 12:44
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Terça-feira, 20 de Outubro de 2009
Empreendedorismo e a Inteligência Emocional

 

Novo artigo de Emanuel Leite que apesar de publicar agora do Brasil, publicou já artigos na newsletter do grupo Gesbanha enquanto se encontrava em Portugal a realizar um Pós-Doutoramento em Inovação e Empreendedorismo pela Universidade de Aveiro. Actualmente é Adjunto das Universidades de Pernambuco e Católica de Pernambuco. É ainda autor dos livros "O Fenômeno do Empreendedorismo Criando Riquezas" (Prêmio Belmiro Siqueira 2001) e "Empreendedorismo, Inovação de Empresas e a Lei de Inovação".


« [...] Há, então, algum elemento comum a todos os empreendedores que sirva de porto seguro para quem está à procura de uma metodologia de formação de empreendedores? Um alto grau de inteligência emocional é o que nos ensina a inteligência emocional.


As pessoas nascem empreendedoras ou desenvolvem essa qualidade com suas experiências de vida? Ambas as alternativas estão corretas.Acreditamos que há componente genético no fenômeno do empreendedorismo, mas também aumenta quando os indivíduos participam de programas de desenvolvimento de seu espírito empreendedor.

Para isso, esses candidatos a empreendedores devem ser estimulados a abandonar hábitos antigos e estabelecer novos, o que leva tempo e exigem muitas vezes uma abordagem individualizada. De modo geral, é preciso motivar o empreendedor para aprender a mudar e se acostumar a ter feedback das outras pessoas»

Artigo completo no blog do autor.

 



publicado por Francisco Banha às 00:21
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Quinta-feira, 20 de Agosto de 2009
Erros mais comuns dos empreendedores

Mark Suster é um empreendedor que depois de fundar 2 empresas de sucesso tornou-se General Partner da GRP Partners que gere cerca de 1 mil milhões de dólares em investimentos.

No seu blog, Mark diz-nos através da sua experiência, quais os erros mais comuns cometidos pelos empreendedores aquando do inicio das suas Start-Ups.

Pode ler o artigo "Most Common Early Start-up Mistakes" e outros artigos de grande interesse no blog "Both Sides of the Table".
 



publicado por Francisco Banha às 13:14
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Quinta-feira, 16 de Julho de 2009
O Empreendedor e as férias

Nesta altura de férias em que o mais comum dos mortais aproveita para dedicar algum do seu tempo ao descanso e ao lazer, deparamo-nos, paralelamente, com uma realidade bem distinta no mundo empresarial, nomeadamente ao nível dos empreendedores que gerem pequenas empresas.

Com efeito este tipo de empreendedor debate-se com pressões inevitáveis e incontornáveis de vária ordem a que não será estranha, entre outros aspectos, a concorrência global, a diversidade no local de trabalho, o esforço pela qualidade e competitividade que levam necessariamente a um inevitável e total empenho na sua actividade.

Assim é normal defender-se que a dedicação, a disponibilidade e muito trabalho (no início de 12 a 16 horas dia, não raro 7 dias por semana) são condições fundamentais para a obtenção do sucesso empresarial, pois o empreendedor sabendo o valor do seu tempo, procurará utilizá-lo da melhor forma, trabalhando arduamente na obtenção dos seus objectivos.

Apesar de compreendermos este tipo de atitude gostaríamos no entanto de, através do presente artigo, despertar a atenção do empreendedor para a necessidade que o mesmo deve ter de pelo menos uma vez por ano permitir-se, durante um certo período, dispor de algum tempo livre.

Referimo-nos, tão somente, ao tempo livre do qual o empreendedor nunca deverá prescindir, sob pena de se transformar numa pessoa excessivamente perfeccionista, com tolerância zero ao fracasso, facilmente irritável, e que no limite acaba por encarar a sua própria família como um obstáculo ao desenvolvimento da sua actividade.

Nesse sentido uma pequena pausa para relaxamento e descompressão, dedicando-a à família e aos amigos, ao exercício de algumas actividades extra-laborais e inclusivamente à criação de um pequeno plano que preveja alterações na rotina (por exemplo aumentando o intervalo entre reuniões e dedicando-se à prática de exercícios físicos) afigura-se-nos como sendo a melhor alternativa para aquando do retorno às suas actividades poder rentabilizar o seu desempenho.

Isto para evitar atingir um ponto de ruptura, provocado essencialmente pelo excesso de trabalho e inerente carga de responsabilidades que se poderão traduzir em sintomas negativos nomeadamente ao nível do foro físico (hipertensão, problemas cardíacos, transtornos gástricos, etc.) e psicológico (stress).

Em resumo, o empreendedor terá que ser enérgico e estar disposto a dedicar longas horas à sua empresa mas sem descurar a importância dos momentos de descompressão que aqui recomendamos.
 



publicado por Francisco Banha às 12:39
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Quinta-feira, 2 de Julho de 2009
Iniciativa Elevator Pitch - A importância daqueles 5 minutos

Mais do que importantes, aqueles cinco minutos de Elevator Pitch podem ser cruciais para os empreendedores, pois poderão ser a única a oportunidade que terão de estar perante uma comunidade de investidores, normalmente predisposta a encontrar o novo Google…, e dessa forma estar em contacto directo com os mesmos - em contrapartida ao envio tradicional de um Business Plan, para o escritório desses investidores em igualdade de circunstâncias com dezenas de outros documentos que os investidores recebem semanalmente - pode vir a fazer toda a diferença num processo de angariação de capital.

Com efeito todos os dias os investidores, quer estes sejam Business Angels quer decisores das Sociedades de Capital de Risco, recebem inúmeros projectos, business plans, contactos para reuniões, etc. Para além disso, toda a actividade relacionada com as próprias participadas e seu acompanhamento ocupa-lhes uma parcela significativa do seu tempo.

Acresce que, normalmente, este tipo de investidores procuram oportunidades que lhes possibilitem multiplicar o valor de suas aplicações por cinco ou dez num prazo de cinco anos, o que equivale a rendimentos de 50% ao ano ou mais, pois só assim poderão fazer face às elevadas taxas de sinistralidade a que se encontram sujeitos os negócios nas fases iniciais da actividade empresarial. Conclui-se assim que o altíssimo custo do capital transforma o “jogo da start-up” numa corrida contra o relógio e onde nem sempre há tempo para perder com projectos que não revelem elevado profissionalismo e potencial de crescimento e valorização.

Perante este contexto o empreendedor que ambicione ter um parceiro financeiro que lhe aporte não só dinheiro mas também “Conhecimento empresarial” que lhe permita aumentar o valor do seu projecto não pode nem deve perder a oportunidade de estar presente nestas iniciativas de Elevator Pitch devendo para isso fazê-lo através de uma apresentação preparada de forma profissional, bastante direccionada e incisiva pois só assim cativará o interesse do investidor e levar a que este lhe entregue o seu “cartão de visita” e o convoque para uma primeira reunião, com o objectivo de se discutir mais pormenorizadamente o business plan.

Por isso, é que Congressos como os que organizamos todos os anos são fundamentais, pois possibilitam aos empreendedores, um contacto directo com os Business Angels e com quem decide nas Sociedades de Capital de Risco. De outra forma, dificilmente eles chegariam directamente a estas pessoas, tornando assim estes cinco minutos num dos mais importantes da vida do seu projecto.

Acredito por isso que todos os empreendedores que possuam negócios que possam oferecer a possibilidade de um crescimento significativo no espaço de três a cinco anos, que sejam geridos por equipas experientes e ambiciosas capazes de transformar o seu plano de negócios em realidade e consigam responder de forma positiva às questões seguintes devem participar nas sessões de Elevator Pitch, que hoje em dia se realizam com carácter regular um pouco por todo o País, transformando-se num alvo de uma potencial abordagem por parte de um Business Angel ou de um gestor de uma Sociedade de Capital de Risco :

- A empresa apresenta boas perspectivas de crescimento e tem, juntamente com a sua equipa, a ambição para a fazer crescer com rapidez?

- A sua empresa possui um produto ou serviço com vantagem competitiva ou um ponto de venda com características únicas?

- Tem, juntamente com a sua equipa, experiência relevante no sector industrial em questão? Tem um líder óbvio e uma equipa com áreas complementares de conhecimento, como gestão, marketing, finanças, etc?

- Está disposto a vender parte das acções da sua empresa a um Business Angel ou a uma Sociedade de Capital de Risco?
 
 



publicado por Francisco Banha às 12:16
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Quarta-feira, 1 de Julho de 2009
Iniciativa Elevator Pitch - Conselhos aos Empreendedores

Aos empreendedores que passaram na nossa fase de triagem aconselhamos que tentem adaptar as suas ideias ao momento particular que irão ter pela frente e que visa essencialmente captar a atenção do investidor para uma reunião posterior onde aí sim terá de o convencer com bastante mais elementos.

Nesse sentido há um conjunto de recomendações que devem ser consideradas e que são habituais para a realização de quase qualquer tipo de apresentação: objectividade, capacidade de síntese, expressão clara e confiante, utilização dos slides apenas como base de referência e resumo que deverá ficar na memória visual dos investidores, emoção e magia. Este último termo, sobretudo, pode parecer um pouco estranho mas é mesmo assim. Se queremos convencer um investidor de que o nosso projecto é o melhor e que é uma boa opção de investimento para este, é necessário transmitir uma história que emocione, convença e que, quase por magia, transmita a confiança de que tudo vai correr conforme planeado e se faça magia.

Assim, e para além das características que o projecto terá de possuir, e que já foram abordadas, na questão anterior, deixo de seguida algumas ideias que o empreendedor terá de ter em mente quando está a preparar a sua apresentação para participar na sessão do elevator pitch:

1. Começar com baixo investimento

a. Leasings, Factorings, Rendas - Quanto menor for o capital necessário ao arranque do projecto, mais fácil se torna o financiamento. Tentar diminuir, ao máximo, o investimento em capital fixo e substitui-lo por algumas destas formas é uma solução possível.

b. Invista step by step - É óbvio que queremos sempre começar “em grande”, mas se tal não for possível, comece e cresça mais devagar, pois isso consumirá menos recursos na fase inicial.
 

2. Fazer tudo o que estiver ao seu alcance

É usual o empreendedor correr em busca de financiamento muito antes de fazer o “trabalho de casa”, ou seja, existem por vezes inúmeras tarefas que podem e devem ser realizadas pelo empreendedor, antes de ir contactar terceiros. Não nos esqueçamos que quanto mais trabalho estiver realizado, mais valorizado sai o projecto a apresentar pelo empreendedor e mais fácil será convencer alguém a investir no referido projecto.
 

3. Estar atento a outras formas de financiamento

Não se devendo nunca condicionar o arranque de um projecto à existência por exemplo de fundos comunitários, é, contudo, importante ter em atenção os apoios que existem e em que medida eles suportarão os custos associados ao projecto. Embora, não resolvendo de per si o “equity gap” pode, no entanto, ser equacionado como uma importante ajuda a ter em conta, e bem assim um factor importante para a decisão de um potencial investidor.
 

4. Tentar valorizar ao máximo a fase pré-money

Por vezes, e com pouco dispêndio monetário, é possível reunir um conjunto de realizações que podem ser o factor chave de convencimento do investidor, e que simultaneamente, valorizem a sua participação na futura empresa. Refiro-me, por exemplo, a processos de pedidos de patente, parcerias estabelecidas com fornecedores ou até mesmo contratos de exclusividade e cartas de intenção de clientes. Tratam-se, pois, de importantes realizações que poderão assumir um valioso alcance aquando das negociações com o investidor no âmbito de todo o processo de angariação de capital.
 

5. Conhecer bem o que o investidor procura

Quem vai colocar dinheiro numa fase tão arriscada da vida do projecto pretende assegurar-se, ao máximo, que o mesmo reúne todas as condições para ser bem sucedido. Assim, e para além de querer saber qual o percurso e background do promotor e da sua equipa, pretende estar perante uma oportunidade bem detectada (nicho de mercado específico), um conceito inovador e com elevadas rentabilidades a curto-médio prazo, um negócio que seja escalável e com possibilidades visíveis de saída a médio prazo. Significa isto que, aquilo que o investidor pretende é estar perante um projecto seguro e fiável, mas que possua o sonho e tenha o “commitment” integral por parte de uma equipa de gestão forte (skills comprovados). Somente sabendo o que o investidor procura, e as principais causas que o levam a rejeitar, “ab initio”, mais de 90% dos projectos que são submetidos à sua apreciação, será possível aumentar as hipóteses de arranjar financiamento e ultrapassar, deste modo, o “equity gap”. 



publicado por Francisco Banha às 12:15
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Segunda-feira, 29 de Junho de 2009
Iniciativa Elevator Pitch - A escolha dos Empreendedores

Esta escolha é feita com base nas premissas que possuímos para a escolha dos projectos que levamos junto dos investidores, ou seja, os nossos critérios de selecção que passam em grande medida pelas respostas à metodologia dos  4 Ms: Management, Market, Money, Magic.

- A MAGIA: Os empreendedores tem de demonstrar que estão comprometidos com o seu “sonho” ou seja tem de nos convencer que a oportunidade de investimento que identificaram não se baseia apenas em “fumos e espelhos”, mas sim numa verdadeira solução a um problema ou oportunidade existente.

- A EQUIPA DE GESTÃO: Nunca nos podemos esquecer que o “O investimento está no ‘jockey’ e não no ‘cavalo’!” e por isso também nos negócios a qualidade da equipa de gestão é um dos indicadores mais importantes de um investimento de capital de risco potencialmente bem sucedido. Nesse sentido os empreendedores tem de provar que a sua equipe de Executivos possui não só  competências técnicas necessárias para levar a bom termo o projecto que nos apresentam mas também competências comportamentais relacionadas com a confiança e compreensão mútua algo que demora sempre o seu tempo, pois as equipes não se formam da noite para o dia, mas que necessitamos de identificar o mais cedo possível.

- O MERCADO: A pesquisa apropriada, compreensão e selecção de uma indústria, segmento de mercado e clientes alvo são importantes ao sucesso potencial de uma empresa financiada por capital de risco. Neste sentido importa convencerem-nos que mercado alvo é grande, ou está a crescer, e que existe um plano sólido para conquistar e manter uma quota de mercado significativa.

- O DINHEIRO: É sobre ele, ou mais propriamente sobre o negócio, que o capitalista de risco toma a decisão de investimento. Sendo assim, os Empreendedores têm de nos convencer que a estratégia financeira adoptada se baseia em suposições sólidas e comprovadas e que existirá um ROI (Return on Investment) significativo.

Em resumo os empreendedores que nos contactam tem de possuir um projecto que nos demonstre ser uma oportunidade clara para um mercado global de inequívoca dimensão, com uma estratégia e táctica bem definidas, com possibilidade de libertar “cash” e dar retorno do investimento no mais curto espaço de tempo, possuir uma equipa de gestão competente e multidisciplidar com ambição a médio/longo prazo que permita a sustentabilidade do citado projecto empresarial que pretendem desenvolver.
 



publicado por Francisco Banha às 11:24
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Sexta-feira, 12 de Junho de 2009
Compreender os atributos dos empreendedores
Artigo de Filipe Vicente, Aluno de Mestrado em Ciências Empresariais da Universidade dos Açores, que encontrei no açoreano Expresso das Nove de 12/06/09.

Os empreendedores são responsáveis pelo desenvolvimento económico em resultado da introdução e implementação de ideias inovadoras. Destas, resulta a criação de novas empresas.


Ser empreendedor. Um tema corrente nos dias de hoje. Qual a importância do empreendedorismo na economia? Que características e factores contribuem para o comportamento empreendedor?

Os empreendedores são responsáveis pelo desenvolvimento económico em resultado da introdução e implementação de ideias inovadoras. Destas novas ideias resulta a satisfação das necessidades dos novos consumidores, originando também a criação de empresas. As empresas criadas geram crescimento económico e oferta de empregos para a população. Estimulando o mercado de produtos e de trabalho, os empreendedores podem dar um considerável contributo para a economia.

Após uma breve introdução sobre a importância dos empreendedores na economia importa agora compreender que características e factores contribuem para um comportamento empreendedor. O empreendedor é um inovador. É quem transforma invenções e ideias em entidades economicamente viáveis. É um indivíduo que consegue reconhecer as oportunidades económicas no mercado, explorando-as independentemente do nível de risco associado. Deste modo, temos os três atributos chave de um empreendedor: capacidade de inovação; reconhecimento das oportunidades de negócio e a propensão para assumir riscos.

Não menos importante, o comportamento empreendedor pode ser associado a características da personalidade como: necessidade de independência; auto-confiança; elevada necessidade de realização, que faz com que o indivíduo procure o sucesso e o reconhecimento social; locus de controlo interno. Um indivíduo com um locus de controlo interno acredita que controla os eventos e as consequências dos seus actos na sua vida. É alguém que assume as responsabilidades, não atribuindo o seu desempenho a factores externos, como sorte ou azar, destino e outras pessoas.

Outros factores determinantes para o início de uma actividade empreendedora são: uma boa rede de contactos, incluindo amigos e família, o facto de os pais serem empresários ou existirem familiares empresários na família, aumenta também a probabilidade do indivíduo tornar-se empresário, devido à experiência informal que adquire e o nível de educação. Os indivíduos com um nível educacional mais elevado estão mais bem informados, consequentemente serão mais eficientes na avaliação das oportunidades do auto-emprego.
Devido à importância que os empreendedores desempenham na economia é fulcral apostar no empreendedorismo. Um dos caminhos para tal passa por apostar no incremento de disciplinas e cursos que abordem o tema, incutindo assim, o espírito empreendedor nos jovens de hoje, para que os mesmos possam ser os futuros empresários de sucesso da sua região.
 



publicado por Francisco Banha às 13:42
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Terça-feira, 9 de Junho de 2009
Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa

 

Manuel Eduardo Vieira e Paulo Taylor de Carvalho foram hoje galardoados com o Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa, entregue por Sua Excelência o Presidente da República, num Encontro que procurou fazer a ligação entre os vários candidatos oriundos dos mais diferentes pontos do globo, bem como destes às empresas associadas e da Rede de PME da COTEC Portugal.

O Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa tem como objectivo central o de premiar e divulgar publicamente cidadãos portugueses que se tenham distinguido pelo seu papel empreendedor, inovador e responsável no contexto das respectivas sociedades de acolhimento e que constituam exemplos de integração efectiva nas correspondentes economias e de estímulo à cooperação entre Portugal e os respectivos países de acolhimento.


 

Os empreededores
 



 
Manuel Eduardo Vieira (63 anos) é o presidente da A. V. Thomas Produce, empresa dedicada à cultura de batata-doce. É o maior produtor e distribuidor de batata-doce biológica do mundo, tendo plantado, em 2008, 1.300 hectares e processado cerca de 50 milhões de quilos de batata-doce. O Grupo controla todo o processo de produção, desde a selecção de sementes à colheita, conservação, embalagem e transporte. É responsável pela criação de embalagens de batata-doce para micro-ondas, bem como da construção do hipermercado nas Lajes do Pico. Foi considerado “Empreendedor do Ano” pela Câmara do Comércio da Califórnia. 


 


(Paulo Taylor de Carvalho à Direita)
 
Com formação em Engenharia Electrotécnica, Paulo Taylor de Carvalho (32 anos) trabalhou ao longo do seu percurso na Holanda em algumas empresas de informática. Fruto da solidão em que se encontrava, começou por “brincar” ao instalar num telemóvel um MSN. Em 2004, juntamente com outros dois sócios, fundou a Ebuddy, que aproveita a possibilidade dos telemóveis acederem ao Yahoo Messenger, Google Talk, ou MySpace. O e-Buddy é uma plataforma para contactar pessoas em todo o mundo.

 



publicado por Francisco Banha às 10:40
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Quarta-feira, 13 de Maio de 2009
Alunos de Penela Empreendedores no Mercado Municipal

Uma das minhas empresas, a gesentrepreneur, realizou na passada quinta-feira a actividade "Empreendedor por um dia" inserida no "Projecto de Empreendedorismo nas Escolas". Cerca de 150 alunos do 2.º e 3.º ciclo estiveram no mercado a desenvolver negócios pensados e planeados pelos próprios. Foi uma manhã educativa e de bons negócios, gerando também uma nova dinêmcica no mercado tradicioanl de Penela.

 

Vêr notícia completa in site da Câmara Municipal de Penela.



publicado por Francisco Banha às 13:56
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Quarta-feira, 8 de Abril de 2009
YES held EXECOM in Milan

 

YES-European Confederation of Young Entrepreneurs, the main association of young entrepreneurs in Europe, held its EXECOM Meeting & Conference in Milan, 2-4 April 2009.
 
The event hosted by Confindustria Giovani Imprenditori, the Italian member of YES, has been a great opportunity for young entrepreneurs from all over Europe to gather, to discuss the current issues and to exchange ideas on how to manage the present recession.
 
High level panellists such as Matteo Colaninno, (Member of the Italian Parliament-Partito Democratico), Daniele Capezzone (Spokesman - Forza Italia), Antonio Tajani, (Vice-President of the European Commission and Commissioner for Transports) among others were given the floor to present their views on the measures that should be taken to tackle the current crisis.
 
Martin Ohneberg, YES president and Federica Guidi, president of Confindustria Giovani Imprenditori concluded the debate, stressing the necessity of collaboration of entrepreneurs between the different European countries, as theyrepresent the key elements reviving the economy and enhancing a sustainable growth.

 



publicado por Francisco Banha às 13:09
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Sexta-feira, 13 de Março de 2009
empreendedores que falharam no passado têm mais probabilidades de sucesso

 

"Segundo um estudo da escola de negócios norte-americana [Harvard], a probabilidade de sucesso de alguém que está a lançar uma empresa e que teve projectos falhados no passado é de 22,1%. Entre os que estão a lançar uma empresa pela primeira vez, a probabilidade de sucesso é menor - situa-se nos 20,9%."

 

Citado de José Salcedo in "Começar de novo", IN Jornal de Negócios, 26/02/09.



publicado por Francisco Banha às 19:04
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Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2009
Transforme-se de empregada a empresária de sucesso

 

 

Exemplo de Empreendedorismo no Brasil

 

Há cinco anos abriram a Dreams Arquitetura de Idéias, empresa especializada em criar e produzir gifts (brindes) corporativos e promocionais. Hoje são prestadoras de serviço da agência onde trabalhavam. Foi lá que surgiu a idéia de ter um negócio próprio. "Vimos que havia uma demanda enorme que não era atendida", diz Marcelle. [artigo completo em Terra.com.br]




 



publicado por Francisco Banha às 11:46
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Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009
Espírito empreendedor precisa-se



Não posso deixar de recomendar o seguinte artigo de Miguel Belloso, Director da Revista Actualidad Económica, onde este faz uma interessante análise sobre a atitude empreendedora do povo espanhol.

Segundo o
Global Entrepreneurship Model publicado em Abril, Portugal regista já uma melhoria a este nível. No entanto, com base na realidade da Gesventure e da GesEntrepreneur que se têm dedicado a esta temática há alguns anos, considero que há ainda muito a fazer, nomeadamente ao nível das camadas mais jovens, para que estas adoptem uma atitude mais empreendedora no seu dia-a-dia.

[artigo completo in Diário Económico, 29/01/09]

"No momento em que escrevo esta crónica tenho sobre a mesa o último Boletim do Círculo de Empresários Espanhóis, nobre instituição da sociedade civil, cujo título não podia ser mais eloquente: "O Espírito Empreendedor: elemento essencial para enfrentar a crise económica espanhola". Imagino que os leitores mais preocupados com o emprego ou com a quebra no poder de compra estranhem esta minha incursão pelo universo da Educação, ou que possam considerá-la uma frivolidade. Asseguro-lhes que não é essa a minha intenção. Antes pretendo aqui contestar a mensagem deste boletim, pois quer-me parecer que o espírito empreendedor não é forçosamente condição sine qua non para Espanha sair o quanto antes desta crise, embora reconheça que é fundamental se queremos que o nosso país tenha, no futuro, alguma hipótese de se afirmar no palco mundial. As pessoas corajosas e empreendedoras não só geram como impulsionam a inovação, são mais flexíveis, adaptam-se melhor às oscilações da economia e têm mais facilidade em contornar perigos e dificuldades. E fazem-no sem complexos, sem entrarem em depressão."

[...]

Recordo a propósito o que um dos mais prestigiados economistas espanhóis, Xavier Sala i Martín, professor em Nova Iorque e na Catalunha, dizia dos seus alunos. Nos Estados Unidos, a maioria quer criar uma empresa. Aqui quase todos ambicionam o mesmo: ter um emprego em La Caixa. Sala i Martín diz "aqui" referindo-se a uma pessoa nascida em Olot - pequena cidade da província de Girona, Catalunha - que ambiciona estudar em Olot, abrir o seu negócio em Olot e casar-se em Olot, e que sonha que a descendência siga fielmente os seus passos. E quem diz Olot, diz qualquer outro lugar em Espanha.


 



publicado por Francisco Banha às 17:09
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