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Sexta-feira, 9 de Setembro de 2011
Newsletter n.69 do Grupo Gesbanha
 
 
A Newsletter do Grupo Gesbanha na sua edição nº 69 dá especial destaque ao artigo "Capital de Risco: Dinheiro vs Competências de Quem o Gere..." e a uma entrevista sobre o tema "Crowdfunding".

Destaque ainda para o arranque do Programa Escolas Empreendedoras dos Açores 2011/2012, E-commarketing Show e mais vídeos das intervenções no decorrer do XI Venture Capital IT.


publicado por Francisco Banha às 18:02
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Quinta-feira, 14 de Abril de 2011
6 Principles of Successful Crowdfunding

Recentemente publiquei neste blog um artigo sobre Crowdfunding, assunto que muito se discutiu no último ACA Summit, em Boston- onde estive presente.

 

Partilho convosco a IGNITE talk de Perry Chen, sob o provocador título “I Need Money”, na qual o orador partilha os 6 princípios para um crowdfunding bem sucedido.

 


 



publicado por Francisco Banha às 12:18
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Sexta-feira, 8 de Abril de 2011
Crowdfunding

Crowdfunding = Crowd (Multidão) + Funding (Financiamento)

Crowdsourcing é um fenómeno que adquiriu expressividade com o surgir das redes sociais digitais. Afinal, o que é o Crowdfunding?

 

Um dos temas mais em destaque no Congresso Americano de Business Angels, onde estive, foi sem dúvida o tema do Crowdfunding, principalmente pelas oportunidades que, numa segunda fase, os investimentos realizados poderão vir a proporcionar à Comunidade de Business Angels. Para que se possa compreender um pouco melhor o tema do Crowdfunding decidi elaborar o presente texto que partilho convosco.

Podendo ser tradutível para português enquanto “Financiamento colectivo” ou “Financiamento pela multidão” ou ainda “Financiamento colaborativo”, o crowdsourcing consiste na angariação de capital através de fontes de financiamento variadas, para iniciativas de interesse colectivo. O conceito refere frequentemente acções específicas na internet, com a finalidade de obter fundos para actividades artísiticas (ou artistas), micro e pequenos negócios, start- ups, campanhas políticas, acções de jornalismo de cidadania, software livre, acções de filantropia, territórios atingidos por calamidades, entre outras iniciativas.

Ao invés de implicar uma contribuição monetária, o crowdfunding pode antes implicar a troca de meros brindes, como Cd’s ou t-shirts.

O concerto Live Aid, é um exemplo de crowdfunding; a angariação de fundos para apoiar as vítimas das inundações em Santa Catarina, Nordeste e Rio de Janeiro, no Brasil constituem outro exemplo. A banda britânica Marillion organiza desde 1997 campanhas em sob o conceito de crowdfunding para produzir os seus álbuns ou financiar as suas tournées. Na indústria cinematográfica, o filme “The Age of Stupid” foi produzido através de fundos obtidos através do crowdfunding.

Em Portugal o site Porto 24 (http://porto24.pt/micromecenato/) é um exemplo de uma iniciativa em crowdfunding.

No financiamento de micro e pequenas empresas, o Kiva é um inovador e popular exemplo de crowdfunding e do seu impacto na vida das pessoas. Não é por acaso que o slogan do Kiva é “Loans that change lifes”…

A conhecida plataforma artística SellaBand, funciona como editora comunitária na qual os fãs têm oportunidade de financiar os álbuns dos seus intérpretes ou bandas. A plataforma pode igualmente ser utilizada por agentes artísticos, produtoras, patrocinadores ou agências de comunicação para financiar os projectos dos seus artistas, para lançar um artistas ou mesmo para impulsionar uma carreira. O artista ou banda terá sempre a propriedade sobre as suas criações e tem a liberdade para definir os incentivos a dar aos seus fãs.

As plataformas de crowdfunding em voga nos Estados Unidos são, neste momento, a Kickstarter e a Indiegogo.

A palavra crowdfunding parece ter sido criada em 2006 pelo norte-americano Michael Sullivan, entusiasta deste tipo de projectos. A construção da Estátua da Liberdade ou do Estáfio da Luz são dos exemplos mais antigos e clássicos de crowdfunding.

Em suma, recorrendo ao crowdfunding as empresas, organismos, colectivos ou indivíduos podem recorrer a soluções diversificadas e gratuitas e, em simultâneo, este fenómeno permite uma aproximação do consumidor, uma vez que este se torna parte integrante do processo (prosumidor).



publicado por Francisco Banha às 11:50
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